Os mandamentos de amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a si mesmo são princípios fundamentais do cristianismo e são encontrados na Bíblia, mais especificamente no livro de Mateus, capítulo 22, versículos 37-40. Esses mandamentos foram ensinados por Jesus Cristo e são considerados pelos cristãos como as leis mais importantes e essenciais para viver uma vida em harmonia com Deus e com os outros.
No entanto, ao longo do tempo, muitas pessoas têm perdido de vista a importância desses mandamentos, especialmente quando eles entram em conflito com outras prioridades ou valores pessoais. Por exemplo, algumas pessoas podem se concentrar tanto em cumprir regras e rituais religiosos que se esquecem de que a essência do cristianismo é o amor e o serviço aos outros.
Além disso, o farisaísmo também pode levar à perda desses mandamentos. Os fariseus eram um grupo religioso do tempo de Jesus que se concentrava na observância estrita da lei e em manter uma aparência externa de justiça, mas negligenciavam o amor e a misericórdia em relação aos outros. Infelizmente, muitas pessoas ainda hoje caem nessa armadilha, concentrando-se em aspectos superficiais da religião ou da moralidade enquanto negligenciam o amor e o cuidado com o próximo.
O primeiro mandamento, "amar a Deus sobre todas as coisas", significa colocar Deus em primeiro lugar em nossa vida e reconhecer sua supremacia sobre todas as coisas. Isso implica em uma relação de amor, obediência e adoração a Deus, reconhecendo sua bondade, justiça e misericórdia em todas as áreas da nossa vida.
Já o segundo mandamento, "amar o próximo como a si mesmo", refere-se ao amor ao próximo, ou seja, a todas as pessoas que nos cercam. Isso inclui não apenas aqueles que nos amam e nos tratam bem, mas também aqueles que são diferentes de nós, os que têm opiniões divergentes, os que sofrem e precisam de ajuda. Amar o próximo como a si mesmo implica em cuidar, ajudar e respeitar o outro como um igual, independente de suas diferenças.
No entanto, com o passar do tempo, esses mandamentos podem ter se perdido na prática das pessoas, especialmente naqueles que se tornaram demasiadamente rígidos em sua observância religiosa. Isso pode ter ocorrido por uma série de fatores, como a dissonância cognitiva, que é a tendência humana de evitar conflitos internos ao modificar suas crenças, atitudes e comportamentos.
Algumas pessoas podem ter se concentrado tanto em cumprir as leis e rituais religiosos que esqueceram do verdadeiro significado dos mandamentos. Outras podem ter interpretado mal a ideia de "amar a Deus sobre todas as coisas", colocando a religião e a igreja acima do amor e do cuidado com as pessoas.
De qualquer forma, é importante lembrar que o amor a Deus e ao próximo não são mandamentos opcionais, mas essenciais para uma vida plena e significativa. É preciso cultivar esses valores diariamente, através de ações concretas de amor, compaixão e respeito em relação a todas as pessoas que nos cercam.
Deus abençoe! Pr. França Azevedo
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