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“Eu vi a mulher preparando outra pessoa”. Esse verso da música “Força estranha” de Caetano Veloso me levou pra muitos lugares…
Quem nunca mandou essa quando não estava muito afim de dar satisfação ou de se comprometer com alguma coisa naquela hora?
Pois agora eu tenho usado pra tudo. Porque me encontro em uma situação específica e não posso nem quero me comprometer com nada que não seja o hoje, o agora. Com todas as suas dores e delícias. Aperta o play e vamo se falando…
Você tem coragem de ocupar o seu próprio corpo? Assumir o próprio tamanho? E se tiver coragem, você sabe que tamanho é esse? Tamanho aqui no sentido amplo da palavra, tamanho como pessoa, profissional, mãe, filho, tamanho cultural, de experiência…
Por que a gente se equivoca tanto quando se olha no espelho? Será que sabemos o nosso tamanho real, pra além da fantasia?
Você tem coragem de ocupar o seu próprio corpo? Assumir o próprio tamanho? E se tiver coragem, você sabe que tamanho é esse? Tamanho aqui no sentido amplo da palavra, tamanho como pessoa, profissional, mãe, filho, tamanho cultural, de experiência…
Por que a gente se equivoca tanto quando se olha no espelho? Será que sabemos o nosso tamanho real, pra além da fantasia?
Sabe aqueles dias que você não quer ver a cara de ninguém, tá sem carisma, sem energia e só quer ficar no seu canto sendo ranzinza? Pois eu acho que esses dias são tão preciosos quanto os felizes e extrovertidos. Mas será que estamos tendo espaço físico e simbólico para esse momento? Esse episódio é um manifesto a favor do silêncio e do mau humor!
Quando a gente se encontra em um labirinto de provações e a saída parece distante ou confusa, um fio particular pode ajudar a guiar o caminho de volta.
Neste episódio de retorno do podcast, venho trazer algumas reflexões sobre as nossas vivências na construção do que somos e como pequenas coisas podem nos mostrar a saída.
A vida do solteiro não está nem um pouco fácil. Com tantos artifícios para se conhecer gente, o que tá acontecendo é um medo absurdo de conexão, de envolvimento e quantas relações sem diálogo, que acabam sem explicação. A queda do uso dos aplicativos, o cansaço do date, a preguiça de conhecer gente. O que está acontecendo com o prazer da criar conexão? A leveza de deixar a magia dos encontros acontecer? Gilberto Gil nos fez acreditar que o mistério sempre há de pintar por aí. Mas a verdade é que o mistério tá cada vez menos misterioso. Nesse último episódio da primeira temporada deste podcast eu venho refletir sobre a dificuldade de se relacionar e se conectar com o outro num universo regido por algoritmos. Será que tem jeito?
No episódio passado, falei sobre a dificuldade de dizer "não". Mas aqui venho me contra- argumentar. E as vantagens do "sim"? Reflito aqui como dizer "sim" e "não" às vezes é uma questão de personalidade e até de estratégia. Você é mais do sim ou mais do não? Será que a vida no fim não é sempre uma aposta, seja pra um lado ou para o outro? Vem pensar sobre isso junto comigo, com a participação especial de Silvio Santos...
Falar "não" é uma das dificuldades mais comuns que existem. A gente fica com medo de constranger o outro, de desagradar e acaba topando muita coisa que no fim está só sugando toda a nossa energia. Ter a coragem de se priorizar não é fácil, mas é libertador. Hoje eu trago esse assunto, então aperta o play e vem comigo!
A habilidade humana de construir ficção é impressionante. E a ficção atravessa todos os aspectos da nossa vida, dos práticos aos abstratos. A gente ama contar a história da nossa vida recheada de fantasia, preenchendo espaços e dourando várias pílulas. E para viver essa narrativa criamos também o nosso "eu" personagem. Aquele que a gente acha que define quem somos. Mas será que define mesmo? Quem somos nós senão uma grande invenção?
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