Não Sei, Me Disseram

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Não Sei, Me Disseram episodes

  • Geovani Maia: Por Que R$ 2.000 Não Compram Nada e a Ilusão do MEI no Brasil

    Por que um salário de R$ 2.000 encolhe antes de chegar ao fim do mês? Neste episódio do Não Sei, Me Disseram, Wendsman e Rick Borges recebem o músico, produtor audiovisual e diretor do Phantom Studio, Geovani Maia, para dissecar a anatomia da asfixia econômica e social do brasileiro comum.

    Discutimos a matemática cruel dos impostos em cascata, a redução silenciosa dos produtos no supermercado (shrinkflation), a farsa estatística do MEI para maquiar o desemprego, os abusos fiscais da Receita Federal e a realidade crua e invisível das ruas do Centro de Goiânia.

    • [00:00] — Abertura e o Mito do Poder de Compra
    • [02:15] — R$ 2 Mil Não Valem R$ 2 Mil: Para Onde Vai o Salário Real?
    • [06:30] — A Voracidade da Alfândega: 75% de Imposto na Bagagem
    • [11:45] — Abertura Oficial: O Custo Oculto de Empreender no Brasil
    • [15:20] — Shrinkflation: Por Que Tudo Diminuiu de Tamanho Menos a Conta?
    • [21:10] — O Tiro no Plenário do Senado: A Violência Política na História
    • [26:48] — O Paradoxo do MEI: "Quando Ninguém Reprova, Ninguém é Analfabeto"
    • [31:05] — Centro de Goiânia Sem Filtro: Marmitas do Centro Pop e Abrigos
    • [38:20] — Desilusão Institucional: O Dilema de Permanecer ou Sair do País


    O que significa a expressão "R$ 2.000 não são R$ 2.000" no Brasil?
    Representa a discrepância entre o salário nominal e o poder de compra real, corroído pela carga tributária indireta sobre consumo (mais de 40% em itens básicos) e pela inflação oculta de produtos com embalagens reduzidas.

    Por que o MEI é considerado uma maquiagem estatística no episódio?
    Geovani Maia argumenta que a facilidade de abertura do MEI é usada como ferramenta estatística para classificar trabalhadores precarizados e desempregados como "microempresários", reduzindo artificialmente os índices formais de analfabetismo e desemprego sem ganho de produtividade.

    🔗 Clube de Membros (Bastidores Exclusivos & Pós-Show):
    Assine o clube de membros em wendsman.substack.com/s/nao-sei-me-disseram para assistir ao debate sem cortes e ao material de bastidor.

    42 min
  • Allan Paulino: Polícia, Rock e Causa Animal

    Allan Paulino conversa sobre sua experiência na polícia, histórias de denúncias de maus-tratos e os julgamentos precipitados contra animais e seus donos.


    O episódio também passa pela trajetória no rock e no metal goiano, pela banda Lepros CBR, pelo Caramelo Fest e pelo uso da música para defender a causa animal.


    Um papo sobre polícia, música, proteção animal, Goiânia, propósito e as histórias que acontecem longe dos holofotes.

    53 min
  • João Batista Filho: STF, Senado e os Limites do Poder

    Neste episódio do Não Sei, Me Disseram, João Batista Filho analisa o papel do Supremo Tribunal Federal (STF), a relação entre o Supremo e o Senado e os limites entre Judiciário, Legislativo e Executivo.


    A conversa aborda Alexandre de Moraes, impeachment de ministros, decisões judiciais, freios e contrapesos, garantias processuais e os impactos da crise institucional na política brasileira.


    Um debate sobre direito, poder, democracia e o futuro das instituições no Brasil.

    1 hr 43 min
  • Luis Maldonalle: metal brasileiro, reinvenção artística e o que falta para a cena crescer

    Por que um país capaz de produzir músicos reconhecidos mundialmente ainda encontra tanta dificuldade para transformar novas bandas de metal em carreiras grandes e sustentáveis?

    Luis Maldonalle fala sobre a estrutura da música pesada no Brasil, Goiânia, formação de público, turnês, internet e a comparação que fez com a cena europeia depois de pesquisar centenas de artistas da Suécia.

    Também entramos em Paper Skies e no EP A Different Kind of Me, uma ruptura com parte da linguagem musical pela qual Maldonalle ficou conhecido, além de conversarmos sobre inteligência artificial, criatividade, repertório, plataformas de streaming e autonomia para artistas independentes.

    Uma conversa sobre guitarra que acaba virando uma discussão sobre arte, carreira, tecnologia e o futuro do metal brasileiro.

    Luis Maldonalle · metal brasileiro · guitarra · música autoral · Goiânia · inteligência artificial · IA na música · artista independente · Paper Skies · A Different Kind of Me · rock brasileiro

    45 min
  • Guteberg e Rodângelo Leal: dois atores, zero stand-up e muita comédia

    Eles são atores. Não fazem stand-up. Mesmo assim, são apresentados na bancada como alguns dos melhores “comediantes” de Goiás.

    Guteberg e Rodângelo Leal voltam ao Não Sei, Me Disseram para uma conversa em que seguir pauta vira praticamente uma missão impossível.

    Entre uma piada e outra, o episódio passa por humor, futebol, rivalidade entre países, política, cultura pop, streaming, dublagem e pela lógica de transformar polêmica em audiência.

    Mais adiante, a conversa entra nos bastidores da vida artística em Goiânia: teatro, cachês, dificuldades da profissão e a relação entre arte, política e a cidade.

    É um daqueles episódios em que o assunto muda o tempo inteiro — e justamente por isso funciona.

    CAPÍTULOS

    00:00 Guteberg e Rodângelo
    01:01 Comediantes sem palco
    03:54 Xenofobia e zoeira
    07:15 Racismo e posicionamento
    08:50 Futebol e política
    23:28 Polêmica como negócio
    33:46 Streaming e dublagem
    43:16 Piadas ruins
    57:46 Religião e histórias improváveis
    1:06:02 Teatro na Rua 8
    1:06:52 Cachê de ator
    1:12:59 Política no meio artístico
    1:17:00 Goiânia e espaço público
    1:19:22 O jogo político
    1:25:54 Encerramento

    CLUBE DE MEMBROS

    Você ouviu o episódio. Mas essa conversa começou muito antes do nosso “sejam bem-vindos”.

    No Clube de Membros você entra na parte que não precisa caber na versão pública.

    O episódio é público. O bastidor é para quem entra na sala.

    https://wendsman.substack.com/s/nao-sei-me-disseram

    1 hr 30 min
  • 21 ANOS E JÁ NO JOGO POLÍTICO | Quem escolhe quem você pode escolher?

    A população escolhe seus candidatos.

    Só que existe uma escolha anterior a essa.

    Quem entra na disputa? Quem ganha espaço? Que assunto vira pauta? E por que algumas questões movimentam a política enquanto outras simplesmente desaparecem?


    • 00:00 — Política, juventude e polarização
    • 05:56 — Como Paulo entrou no jogo político
    • 11:24 — Emancipado aos 17: a mudança para Goiânia
    • 14:51 — Política de gabinete × política na rua
    • 19:27 — Quem mexe as peças do tabuleiro?
    • 24:09 — Quem decide quem pode ser candidato?
    • 31:43 — Hype, voto e os incentivos da política
    • 32:29 — Quem vive do Estado deveria usar o serviço público?
    • 35:05 — Segurança pública, educação e drogas
    • 37:49 — Lula, Bolsonaro, Zema e prioridades diferentes
    • 41:31 — Goiás, renovação política e novas lideranças
    • 44:18 — Goiânia: trânsito, tecnologia e transporte público
    • 48:24 — Direita, esquerda e o tamanho do Estado
    • 50:08 — Encerramento

    A experiência de Paulo entrando muito cedo no jogo político serve de ponto de partida para uma conversa sobre partidos, carreira pública, formação de candidatos e uma força que atravessa tudo isso: atenção.

    Porque política também disputa percepção.

    E quando hype gera voto, aparece uma pergunta ainda mais desconfortável:

    o sistema incentiva o que é melhor para o Brasil — ou o que é melhor para ganhar?

    🎧 Dê o play no episódio completo do NSMD.

    E se a conversa continuar na sua cabeça depois do episódio, ela não precisa terminar aqui. O Clube NSMD no Substack é o espaço dos membros para continuar a discussão, acessar bastidores e aprofundar os temas do programa.

    NSMD — Não Sei, Me Disseram

    52 min
  • A COMÉDIA EM GOIÂNIA MORREU? Ramiro Braga revela os bastidores do stand-up

    A COMÉDIA EM GOIÂNIA MORREU? Ramiro Braga revela os bastidores do stand-up

    O stand-up comedy em Goiânia já viveu uma cena com dezenas de comediantes, noites de teste e casas apostando na formação de novos artistas. Então o que aconteceu?

    Neste episódio do Não Sei, Me Disseram, Wendsman recebe Ramiro Braga, produtor do Guardians Comedy Club, para uma conversa sobre o que quase nunca aparece para quem está sentado na plateia: dinheiro, bilheteria, cachê, produção, carreira e os bastidores do mercado da comédia.

    Ramiro acompanhou de perto diferentes gerações do stand-up goiano e ajuda a reconstruir como a cena se formou, como o Guardians entrou nessa história e por que tantos nomes começaram na comédia e desapareceram pelo caminho.

    A conversa passa por uma questão maior:

    A comédia em Goiânia realmente morreu — ou o problema está na maneira como artistas e produtores constroem suas carreiras?

    Falamos sobre:

    • a história do stand-up em Goiânia;

    • o nascimento e a evolução do Guardians Comedy Club;

    • por que tantos comediantes abandonam a carreira;

    • criação de texto versus interação com a plateia;

    • viralização, redes sociais e construção de autoridade;

    • bilheteria, cachê e divisão de receita;

    • o risco financeiro assumido pelo produtor;

    • produção cultural e dinheiro público;

    • impostos e dificuldades de manter uma casa de comédia;

    • e por que o artista precisa começar a enxergar a própria carreira como uma empresa.

    É uma conversa sobre comédia, mas também sobre mercado, posicionamento e sobrevivência profissional.

    O Clube de Membros do Não Sei, Me Disseram é onde a conversa continua.

    Conteúdo exclusivo, materiais complementares, bastidores e conteúdos que não ficam restritos ao feed aberto do podcast.

    Entre para o clube:
    https://wendsman.substack.com/s/nao-sei-me-disseram

    Siga o Não Sei, Me Disseram no Spotify para não perder a Parte 2 da conversa com Ramiro Braga.


    1 hr 30 min
  • Por que a testosterona dos homens está caindo? | Dr. Fernando França

    A testosterona dos homens está realmente diminuindo? E o que isso tem a ver com obesidade, sono, alimentação, saúde mental, libido e qualidade de vida?

    Neste episódio do Não Sei, Me Disseram, recebemos o Dr. Fernando França para uma conversa sobre saúde masculina, longevidade e performance — sem transformar tudo em estética ou promessa milagrosa.

    Falamos sobre queda de testosterona, gordura corporal e aromatase, reposição hormonal, depressão masculina, canetas emagrecedoras, perda de massa magra, açúcar, farinha refinada e os hábitos que podem ajudar na produção natural de testosterona.

    Também entramos em temas como o preconceito masculino com o autocuidado, a diferença entre reposição hormonal e anabolização e o futuro dos tratamentos contra a obesidade.

    Neste episódio:

    00:00 — Começando a conversa
    06:04 — A crise da saúde mental masculina
    12:18 — Por que a testosterona dos homens está caindo?
    17:00 — O problema das canetas emagrecedoras
    31:14 — Por que gordura diminui testosterona?
    38:54 — O futuro dos medicamentos contra obesidade
    55:03 — Reposição hormonal ou anabolização?
    01:00:05 — Dá para aumentar testosterona naturalmente?Quer continuar essa conversa?

    Entre para o clube do Não Sei, Me Disseram no Substack para acompanhar conteúdos extras, bastidores e materiais exclusivos:

    https://wendsman.substack.com/s/nao-sei-me-disseram

    ⭐ Siga o Não Sei, Me Disseram no Spotify para receber os próximos episódios.

    1 hr 13 min
  • Quem paga a conta do fim da escala 6x1? | Rafael Teles e Silmar

    O fim da escala 6x1 representa mais qualidade de vida para o trabalhador ou mais pressão sobre quem tenta manter uma pequena empresa funcionando?

    Rafael Teles e Silmar participam de uma conversa que começa nas relações de trabalho e chega a uma questão maior: por que trabalhador e empresário foram transformados em inimigos?

    O episódio passa pela polarização entre direita e esquerda, o papel do Estado, lugar de fala, minorias, democracia, ego na comédia e na música, propaganda, burnout e a chamada sociedade do cansaço.

    Na parte final, a conversa muda de direção e entra na pandemia, nos ciclos da história, em Santo Agostinho, na consciência da morte e na história de São Maximiliano Kolbe.

    Filosofia, política, religião, trabalho e humor em uma conversa direta e sem cortes.

    Com Rafael Teles, Silmar, Wendsman e Rick Borges.

    1 hr 5 min
  • A perna arrancou na hora: 17 cirurgias e a história de Danilo Karma | Danilo Karma

    Depois de sobreviver a um acidente brutal, perder uma perna e passar por 17 cirurgias, Danilo Karma encontrou no humor uma maneira de reconstruir a própria vida.

    Neste episódio, ele conta como aconteceu o acidente, fala sobre o longo processo de recuperação e explica por que nunca quis ser tratado como coitado. O que poderia ser apenas uma história de tragédia se transformou em conteúdo, milhões de visualizações e uma inesperada entrada no stand-up.

    A conversa também passa pelo politicamente correto, pelos limites da comédia, pela falta de reconhecimento dos criadores goianos e por uma questão desconfortável: é melhor ter amigos influentes do que talento?

    Um episódio sobre sobrevivência, humor, deficiência, internet, palco e as relações que podem mudar uma carreira.

    A versão estendida, com conteúdo exclusivo que não vai ao YouTube, está disponível no clube de assinantes do Não Sei, Me Disseram no Substack.

    1 hr 48 min

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O podcast do profissional goiano. Conversas sem cortes com artistas, empresários, criadores, especialistas e personagens que movimentam Goiás. Wendsman mistura humor, informação e bastidores para…