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Por que um salário de R$ 2.000 encolhe antes de chegar ao fim do mês? Neste episódio do Não Sei, Me Disseram, Wendsman e Rick Borges recebem o músico, produtor audiovisual e diretor do Phantom Studio, Geovani Maia, para dissecar a anatomia da asfixia econômica e social do brasileiro comum.
Discutimos a matemática cruel dos impostos em cascata, a redução silenciosa dos produtos no supermercado (shrinkflation), a farsa estatística do MEI para maquiar o desemprego, os abusos fiscais da Receita Federal e a realidade crua e invisível das ruas do Centro de Goiânia.
O que significa a expressão "R$ 2.000 não são R$ 2.000" no Brasil?
Representa a discrepância entre o salário nominal e o poder de compra real, corroído pela carga tributária indireta sobre consumo (mais de 40% em itens básicos) e pela inflação oculta de produtos com embalagens reduzidas.
Por que o MEI é considerado uma maquiagem estatística no episódio?
Geovani Maia argumenta que a facilidade de abertura do MEI é usada como ferramenta estatística para classificar trabalhadores precarizados e desempregados como "microempresários", reduzindo artificialmente os índices formais de analfabetismo e desemprego sem ganho de produtividade.
🔗 Clube de Membros (Bastidores Exclusivos & Pós-Show):
Assine o clube de membros em wendsman.substack.com/s/nao-sei-me-disseram para assistir ao debate sem cortes e ao material de bastidor.
Allan Paulino conversa sobre sua experiência na polícia, histórias de denúncias de maus-tratos e os julgamentos precipitados contra animais e seus donos.
O episódio também passa pela trajetória no rock e no metal goiano, pela banda Lepros CBR, pelo Caramelo Fest e pelo uso da música para defender a causa animal.
Um papo sobre polícia, música, proteção animal, Goiânia, propósito e as histórias que acontecem longe dos holofotes.
Neste episódio do Não Sei, Me Disseram, João Batista Filho analisa o papel do Supremo Tribunal Federal (STF), a relação entre o Supremo e o Senado e os limites entre Judiciário, Legislativo e Executivo.
A conversa aborda Alexandre de Moraes, impeachment de ministros, decisões judiciais, freios e contrapesos, garantias processuais e os impactos da crise institucional na política brasileira.
Um debate sobre direito, poder, democracia e o futuro das instituições no Brasil.
Por que um país capaz de produzir músicos reconhecidos mundialmente ainda encontra tanta dificuldade para transformar novas bandas de metal em carreiras grandes e sustentáveis?
Luis Maldonalle fala sobre a estrutura da música pesada no Brasil, Goiânia, formação de público, turnês, internet e a comparação que fez com a cena europeia depois de pesquisar centenas de artistas da Suécia.
Também entramos em Paper Skies e no EP A Different Kind of Me, uma ruptura com parte da linguagem musical pela qual Maldonalle ficou conhecido, além de conversarmos sobre inteligência artificial, criatividade, repertório, plataformas de streaming e autonomia para artistas independentes.
Uma conversa sobre guitarra que acaba virando uma discussão sobre arte, carreira, tecnologia e o futuro do metal brasileiro.
Luis Maldonalle · metal brasileiro · guitarra · música autoral · Goiânia · inteligência artificial · IA na música · artista independente · Paper Skies · A Different Kind of Me · rock brasileiro
Eles são atores. Não fazem stand-up. Mesmo assim, são apresentados na bancada como alguns dos melhores “comediantes” de Goiás.
Guteberg e Rodângelo Leal voltam ao Não Sei, Me Disseram para uma conversa em que seguir pauta vira praticamente uma missão impossível.
Entre uma piada e outra, o episódio passa por humor, futebol, rivalidade entre países, política, cultura pop, streaming, dublagem e pela lógica de transformar polêmica em audiência.
Mais adiante, a conversa entra nos bastidores da vida artística em Goiânia: teatro, cachês, dificuldades da profissão e a relação entre arte, política e a cidade.
É um daqueles episódios em que o assunto muda o tempo inteiro — e justamente por isso funciona.
CAPÍTULOS
00:00 Guteberg e Rodângelo
01:01 Comediantes sem palco
03:54 Xenofobia e zoeira
07:15 Racismo e posicionamento
08:50 Futebol e política
23:28 Polêmica como negócio
33:46 Streaming e dublagem
43:16 Piadas ruins
57:46 Religião e histórias improváveis
1:06:02 Teatro na Rua 8
1:06:52 Cachê de ator
1:12:59 Política no meio artístico
1:17:00 Goiânia e espaço público
1:19:22 O jogo político
1:25:54 Encerramento
CLUBE DE MEMBROS
Você ouviu o episódio. Mas essa conversa começou muito antes do nosso “sejam bem-vindos”.
No Clube de Membros você entra na parte que não precisa caber na versão pública.
O episódio é público. O bastidor é para quem entra na sala.
https://wendsman.substack.com/s/nao-sei-me-disseram
A população escolhe seus candidatos.
Só que existe uma escolha anterior a essa.
Quem entra na disputa? Quem ganha espaço? Que assunto vira pauta? E por que algumas questões movimentam a política enquanto outras simplesmente desaparecem?
A experiência de Paulo entrando muito cedo no jogo político serve de ponto de partida para uma conversa sobre partidos, carreira pública, formação de candidatos e uma força que atravessa tudo isso: atenção.
Porque política também disputa percepção.
E quando hype gera voto, aparece uma pergunta ainda mais desconfortável:
o sistema incentiva o que é melhor para o Brasil — ou o que é melhor para ganhar?
🎧 Dê o play no episódio completo do NSMD.
E se a conversa continuar na sua cabeça depois do episódio, ela não precisa terminar aqui. O Clube NSMD no Substack é o espaço dos membros para continuar a discussão, acessar bastidores e aprofundar os temas do programa.
NSMD — Não Sei, Me Disseram
A COMÉDIA EM GOIÂNIA MORREU? Ramiro Braga revela os bastidores do stand-up
O stand-up comedy em Goiânia já viveu uma cena com dezenas de comediantes, noites de teste e casas apostando na formação de novos artistas. Então o que aconteceu?
Neste episódio do Não Sei, Me Disseram, Wendsman recebe Ramiro Braga, produtor do Guardians Comedy Club, para uma conversa sobre o que quase nunca aparece para quem está sentado na plateia: dinheiro, bilheteria, cachê, produção, carreira e os bastidores do mercado da comédia.
Ramiro acompanhou de perto diferentes gerações do stand-up goiano e ajuda a reconstruir como a cena se formou, como o Guardians entrou nessa história e por que tantos nomes começaram na comédia e desapareceram pelo caminho.
A conversa passa por uma questão maior:
A comédia em Goiânia realmente morreu — ou o problema está na maneira como artistas e produtores constroem suas carreiras?
Falamos sobre:
a história do stand-up em Goiânia;
o nascimento e a evolução do Guardians Comedy Club;
por que tantos comediantes abandonam a carreira;
criação de texto versus interação com a plateia;
viralização, redes sociais e construção de autoridade;
bilheteria, cachê e divisão de receita;
o risco financeiro assumido pelo produtor;
produção cultural e dinheiro público;
impostos e dificuldades de manter uma casa de comédia;
e por que o artista precisa começar a enxergar a própria carreira como uma empresa.
É uma conversa sobre comédia, mas também sobre mercado, posicionamento e sobrevivência profissional.
O Clube de Membros do Não Sei, Me Disseram é onde a conversa continua.
Conteúdo exclusivo, materiais complementares, bastidores e conteúdos que não ficam restritos ao feed aberto do podcast.
Entre para o clube:
https://wendsman.substack.com/s/nao-sei-me-disseram
Siga o Não Sei, Me Disseram no Spotify para não perder a Parte 2 da conversa com Ramiro Braga.
A testosterona dos homens está realmente diminuindo? E o que isso tem a ver com obesidade, sono, alimentação, saúde mental, libido e qualidade de vida?
Neste episódio do Não Sei, Me Disseram, recebemos o Dr. Fernando França para uma conversa sobre saúde masculina, longevidade e performance — sem transformar tudo em estética ou promessa milagrosa.
Falamos sobre queda de testosterona, gordura corporal e aromatase, reposição hormonal, depressão masculina, canetas emagrecedoras, perda de massa magra, açúcar, farinha refinada e os hábitos que podem ajudar na produção natural de testosterona.
Também entramos em temas como o preconceito masculino com o autocuidado, a diferença entre reposição hormonal e anabolização e o futuro dos tratamentos contra a obesidade.
Neste episódio:
00:00 — Começando a conversa
06:04 — A crise da saúde mental masculina
12:18 — Por que a testosterona dos homens está caindo?
17:00 — O problema das canetas emagrecedoras
31:14 — Por que gordura diminui testosterona?
38:54 — O futuro dos medicamentos contra obesidade
55:03 — Reposição hormonal ou anabolização?
01:00:05 — Dá para aumentar testosterona naturalmente?Quer continuar essa conversa?
Entre para o clube do Não Sei, Me Disseram no Substack para acompanhar conteúdos extras, bastidores e materiais exclusivos:
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⭐ Siga o Não Sei, Me Disseram no Spotify para receber os próximos episódios.
O fim da escala 6x1 representa mais qualidade de vida para o trabalhador ou mais pressão sobre quem tenta manter uma pequena empresa funcionando?
Rafael Teles e Silmar participam de uma conversa que começa nas relações de trabalho e chega a uma questão maior: por que trabalhador e empresário foram transformados em inimigos?
O episódio passa pela polarização entre direita e esquerda, o papel do Estado, lugar de fala, minorias, democracia, ego na comédia e na música, propaganda, burnout e a chamada sociedade do cansaço.
Na parte final, a conversa muda de direção e entra na pandemia, nos ciclos da história, em Santo Agostinho, na consciência da morte e na história de São Maximiliano Kolbe.
Filosofia, política, religião, trabalho e humor em uma conversa direta e sem cortes.
Com Rafael Teles, Silmar, Wendsman e Rick Borges.
Depois de sobreviver a um acidente brutal, perder uma perna e passar por 17 cirurgias, Danilo Karma encontrou no humor uma maneira de reconstruir a própria vida.
Neste episódio, ele conta como aconteceu o acidente, fala sobre o longo processo de recuperação e explica por que nunca quis ser tratado como coitado. O que poderia ser apenas uma história de tragédia se transformou em conteúdo, milhões de visualizações e uma inesperada entrada no stand-up.
A conversa também passa pelo politicamente correto, pelos limites da comédia, pela falta de reconhecimento dos criadores goianos e por uma questão desconfortável: é melhor ter amigos influentes do que talento?
Um episódio sobre sobrevivência, humor, deficiência, internet, palco e as relações que podem mudar uma carreira.
A versão estendida, com conteúdo exclusivo que não vai ao YouTube, está disponível no clube de assinantes do Não Sei, Me Disseram no Substack.
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