No processo de apaixonar-se, perde-se de si mesmo.
E há, neste ensaio romântico, pelo menos duas pessoas que não existem: aquela pela qual eu me apaixonei (uma fantasia criada por mim) e eu (um sujeito que perdeu-se de si mesmo).
Quer entender um pouquinho dessa lógica? Vem comigo e acompanha esse áudio cheio de reflexões. :)
Insta: @nat.almac