Esdras, com suas companhias, tendo terminado esta importante obra, foi convidado pelo rei a permanecer no Egito, onde ele morreu farto de dias, tendo um cargo de confiança e honra. Seus descendentes por cinco gerações foram homens eminentes, e compartilharam a confiança dos governantes do Egito, sob os quais eles acumularam riquezas as quais foram finalmente herdadas por Manassés Benjamin, um homem não desmerecedor de tão eminente ascendência. Ele foi venerado na Alexandria por sua integridade, sabedoria e distinção, como também por sua instrução e riqueza, e foi honrado com a amizade do Pró-consul romano, Rufus Lucius Paulinus. Seu amor e veneração pela terra de seus pais, pela Cidade Santa e o Templo de Jeová, não diminuiu sua natividade como um judeu egípcio, e como fora em sua juventude enviado a Jerusalém pelos seus pais, para ser ensinado nas leis de Moisés, assim ele resolveu que sua filha deveria partilhar do mesmo privilégio, ser ensinada como se tornar uma mulher Judia, e ser inerente de seu nome e riqueza.