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Aline Campos e Pedro Magno, em parceria com Nefropapers, discutem as atualizações do novo KDIGO 2026 de Injúria Renal Aguda junto aos nefrologistas Igor Pietrobom e Raquel Sogaiar. O documento ainda é um rascunho, podendo sofrer alterações na publicação, mas já trouxe diversas informações e atualizações importantes no manejo da injúria renal aguda.
Calculadoras:
- Taxa de filtração glomerular estimada cinética (KGFRE)
- Índice de risco de DRC avançada após IRA
Referências:
1. Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO) AKI Work Group. KDIGO 2026 Clinical Practice Guideline for Acute Kidney Injury (AKI) and Acute Kidney Disease (AKD): Public Review Draft [Internet]. KDIGO. Março de 2026.
2. Liu KD, Siew ED, Tuot DS, Vijayan A, Umemoto GM, Birkelo BC, Lee BJ, Kwong YD, McCoy IE, Delucchi K, Zhuo H, Hsu CY. A Conservative Dialysis Strategy and Kidney Function Recovery in Dialysis-Requiring Acute Kidney Injury: The Liberation From Acute Dialysis (LIBERATE-D) Randomized Clinical Trial. JAMA. 2026
Voltamos de Belo Horizonte com muita coisa para discutir! Novidades no tratamento da doença renal crônica, debates sobre diálise, transplante renal e glomerulopatias, além de conquistas importantes para o cuidado dos pacientes no Brasil.
Neste videocast, nos reunimos para compartilhar os destaques do CBN 2026, conectando as discussões científicas aos desafios que encontramos no consultório, no hospital e nas unidades de diálise. Um episódio especial para refletir sobre como aproximar evidências, acesso ao tratamento e decisões individualizadas. 🧡
Veja nossas entrevistas do CBN no Painel Nefropapers:https://www.nefropapers.com.br/painel
Litíase renal é sempre mais do mesmo? Neste videocast, Dr. Igor Pietrobom e Dra. Tamara Cunha, da ERA Nefrologia, discutem a investigação e prevenção dos cálculos renais, passando desde a caracterização do tipo de cálculo e da avaliação metabólica até estratégias de tratamento, prevenção de recorrência e novas perspectivas terapêuticas.
🔗 Inscreva-se no STONE DAY: https://www.nefropapers.com.br/stone-day?utm_source=spotify&utm_medium=spotify&utm_campaign=stone_day
A nefropatia por IgA é a doença da moda na Nefrologia!! Não à toa!Além de ser a glomerulopatia mais comum no mundo, já sabemos que está longe de ser benigna e com quase uma dezena de novos tratamentos nos últimos anos mostrando benefício com evidência robusta, levando a aprovação em diversos países de alguns deles, inclusive no Brasil com a aprovação recente do Atrasentan!Neste videocast, Dr. Gabriel Montezuma, Dr. Layon Campagnaro e Dra. Maria Eduarda Vilanova trazem uma discussão prática, baseada em casos clínicos reais de nefropatia por IgA, discutindo as novidades de uma nova publicação do KDIGO, trazendo no fluxograma algumas das novidades de tratamento, apesar de já ter sido publicado com necessidade de nova atualização!! Não tá facil se manter uptodate! =DA partir dos casos, também abordam como individualizar o tratamento, o papel do iSGLT2, finerenona, atrasentana e novas terapias que atuam em diferentes etapas da fisiopatologia da NIgA.Assista ao episódio completo e deixe seus comentários! Apoio: Novartis
Correção da hiponatremia: qual é a velocidade ideal?
Estamos tão preocupados com a hipercorreção do sódio que podemos estar corrigindo alguns pacientes devagar demais?
Durante décadas, o manejo da hiponatremia foi guiado pelo risco de síndrome de desmielinização osmótica (ODS) e pela necessidade de respeitar limites de correção do sódio. Mas estudos observacionais recentes levantam uma questão importante: a velocidade máxima de correção e velocidade ideal de correção são a mesma coisa?
Neste episódio do Nefropapers, o Dr. Igor Pietrobom reflete sobre a correção da hiponatremia a partir de um caso clínico, analisando dados recentes sobre velocidade de correção, mortalidade e desmielinização osmótica.
Venha com a gente aprender:
por que meta de correção não é sinônimo de limite de correção;
quais pacientes apresentam maior risco de desmielinização osmótica;
como hipocalemia, desnutrição, alcoolismo e doença hepática interferem na avaliação de risco;
por que aquarese e reposição de potássio podem contribuir para uma elevação inesperada da natremia;
quando considerar desmopressina, glicose a 5% e estratégias de relowering;
o que estudos mais recentes trazem sobre correção lenta e rápida da hiponatremia.
💬 Ouça e compartilhe nos comentários: esses novos dados mudam alguma coisa na forma como você acompanha a correção da hiponatremia na prática?
A síndrome cardiorrenal (SCR) continua sendo um dos cenários mais frequentes da prática clínica em pacientes hospitalizados. Neste episódio do Videocast do Nefropapers, discutimos desde a classificação da SCR e suas limitações, passando pela melhor compreensão da fisiopatologia (com papel central da congestão venosa na piora da função renal), até os aspectos práticos do manejo terapêutico desses pacientes. Seja você nefrologista, cardiologista, clínico geral, intensivista, este episódio reúne os principais conceitos fisiopatológicos e terapêuticos que ajudam a conduzir esses casos de forma mais segura e baseada em evidências.Venha fazer parte da maior comunidade de Nefrologia:💻 Acesse nossos cursos completos: https://www.nefropapers.com.br/📩 Assine nossa Newsletter: https://www.nefropapers.com.br/newsletter
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Vamos discutir um caso clínico de paciente com síndrome nefrótica associada a hematúria, consumo isolado de C3 e perda de função renal, utilizando o raciocínio clínico para abordar o diagnóstico diferencial das glomerulopatias.
A glomerulopatia por C3 (C3G) é uma doença renal rara, mas cada vez mais relevante na prática da nefrologia devido ao avanço no entendimento da via alternativa do complemento e ao surgimento de terapias específicas.
👉 Saiba como suspeitar de glomerulopatia por C3, como interpretar o padrão de consumo do complemento, quais exames solicitar, quando indicar biópsia renal e como diferenciar C3G de nefropatia por IgA, glomerulonefrite associada à infecção, lúpus, glomerulonefrite membranoproliferativa e outras causas de síndrome nefrítica-nefrótica.
Também discutimos o papel da imunofluorescência, microscopia eletrônica, investigação genética e os avanços terapêuticos envolvendo os inibidores da via do complemento. 💡
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Uma eletroforese de proteínas normal exclui gamopatia monoclonal? Quando a proteinúria, a disfunção renal e os achados da biópsia devem levar a investigação além dos exames iniciais? 🤔
Neste videocast, discutimos dois casos clínicos complexos de gamopatia monoclonal com acometimento renal.
1️⃣ No primeiro caso, uma paciente com edema, proteinúria nefrótica, hematúria, alteração da função renal e crioglobulinemia apresenta achados na biópsia renal que levantam uma questão fundamental: como reconhecer uma doença renal associada à proteína monoclonal mesmo sem critérios para mieloma múltiplo ou outra neoplasia hematológica?
A discussão passa pela classificação da crioglobulinemia, interpretação da imunofluorescência, restrição de cadeia leve, limitações da eletroforese de proteínas, imunofixação, dosagem de cadeias leves livres e diagnóstico de gamopatia monoclonal de significado renal, a MGRS.
2️⃣ No segundo caso, o desafio começa com disfunção renal grave e proteinúria. A eletroforese não apresenta o pico monoclonal clássico, mas a hipogamaglobulinemia, a imunofixação sérica, a relação entre cadeias leves e a investigação da medula óssea revelam um diagnóstico que não poderia ser perdido.
Assista e deixe sua opinião nos comentários!
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#nefrologia #gamopatiamonoclonal #MGRS #mielomamultiplo #glomerulopatias
O Congresso Europeu de Nefrologia (ERA 2026) trouxe uma série de estudos que podem impactar diretamente a prática clínica nos próximos anos.
Neste videocast especial, trouxemos os principais destaques apresentados em Glasgow, incluindo os novos dados sobre finerinona na doença renal crônica sem diabetes, os avanços no tratamento da nefropatia por IgA, terapias direcionadas ao sistema complemento, drogas anti-célula B, glomerulopatias, nefrite lúpica, obesidade, DRC e proteção renal.
Também analisamos os resultados do estudo FIND-CKD, os dados do atrasentana na nefropatia por IgA, o papel crescente dos bloqueadores de complemento, novas perspectivas para doenças glomerulares e as tendências que podem transformar a nefrologia nos próximos anos.
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🔴 LANÇAMENTO: Garanta o novo eBook HAS por apenas R$ 97 e ganhe 3 videoaulas bônus Nefropapers 🚀🔗 Saiba mais em: https://www.nefropapers.com.br/cursos/ebook-has Nesta aula a gente vai discutir sobre:• HAS resistente: quando é resistência verdadeira e o que fazer• HAS maligna: reconhecer e agir rápido• HAS na DRC: metas e combinações atualizadas• HAS secundária: quando suspeitar e o que investigarTudo ao vivo, com espaço para perguntas, com Dr. Igor Pietrobom, Dra. Raquel Sogaiar e Dra. Maria Amélia Hazin.🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar novos conteúdos de nefrologia.
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