Negres - Uma Antologia Preta 📒 Editora Burn Books

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Negres - Uma Antologia Preta 📒 Editora Burn Books episodes

  • Gustavo Rodrigues / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Gustavo Rodrigues / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    1 min
  • Rennan Pires / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Rennan Pires / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    1 min
  • Larissa Xavier / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Larissa Xavier / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    1 min
  • Koda Gabriel / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Koda Gabriel / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    1 min
  • J.P Schwenck / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    J.P Schwenck / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    2 min
  • Hiana Santos / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Hiana Santos/ Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    1 min
  • Helena Meireles - Da Gorda / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Helena Meireles - Da Gorda / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    1 min
  • Helena Meireles - Daquele naipe / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Helena Meireles - Daquele naipe Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    1 min
  • Bruno Trajano / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Bruno Trajano / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    1 min
  • Angresson da Silva / Negres - Uma antologia Preta / Editora Burn Books

    “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes / Elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes”. Esses são versos da música AmarElo do rapper Emicida, onde ele trabalha a negritude exaltando nossas vivências e trabalhando a esperança de um dia melhor. Nossa cultura naturalizou que os corpos negres sejam somente sofredores que morrem no final ou que só conseguem ser minimamente bem-sucedidos quando ajudados por um branco. Ou os coadjuvantes que sempre são os mais carismáticos, mas que só estão na história como apoio de outro branco. Ou ainda, como frequentemente acontece, nem em cena estão. Associar algo à negritude era (e ainda é, para muitos) falar sobre algo ruim, triste, nojento, sujo, criminoso, medonho. O objetivo de juntar tantos autores, com tantas vivências e realidades diferentes, é mostrar que somos mais do que corpos e estatísticas. Ser negre é viver, amar, sorrir, chorar. Juntos, viemos mostrar que não somos nossas cicatrizes. #AmarElo #Emicida #Negres #burnbooks

    Angresson da Silva - https://www.instagram.com/angresson/

    1 min

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