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Pensar faz as nossas pernas andar
Seguimos caminhos mais longos
Para dar tempo ao pensamento
Nem sempre as ideias se arrumam quando queremos
É como os cães que giram e giram
Até decidirem onde fazer o número dois
Depois de umas voltas à avenida
De espreitar as casas pelas janelas
De admirar os candeeiros e os tectos trabalhados
De se beijar a pontinha do cigarro com o lamento de não ser aquela boca
Depois de tudo lá se vão umas horas
E chega-se a casa com mais uma dúzia de questões
Como os miúdos depois de um dia de praia
Que trazem os seus bolsos e a suas mãos pequeninas
Cheias de conchas e de pedras que julgam ser as mais bonitas que encontraram
Eu continuo a ser essa criança
By Diana MendesPensar faz as nossas pernas andar
Seguimos caminhos mais longos
Para dar tempo ao pensamento
Nem sempre as ideias se arrumam quando queremos
É como os cães que giram e giram
Até decidirem onde fazer o número dois
Depois de umas voltas à avenida
De espreitar as casas pelas janelas
De admirar os candeeiros e os tectos trabalhados
De se beijar a pontinha do cigarro com o lamento de não ser aquela boca
Depois de tudo lá se vão umas horas
E chega-se a casa com mais uma dúzia de questões
Como os miúdos depois de um dia de praia
Que trazem os seus bolsos e a suas mãos pequeninas
Cheias de conchas e de pedras que julgam ser as mais bonitas que encontraram
Eu continuo a ser essa criança