A pandemia traz o Sapiens para o centro dos holofotes
A pandemia 2020 é uma espécie de disco voador que pousou no planeta: nos fez parar para pensar na espécie.
O foco “Sapiens” já estava evidente com o sucesso do livro do Harari.
De maneira geral, as ciências sobre os humanos não abordam o Sapiens como espécie, mas apenas aspectos parciais.
A pandemia nos faz lembrar que somos uma espécie sujeita a problemas globais para os quais, muitas vezes, não temos ainda solução.
Temos a demanda hoje de uma nova ciência que consiga explicar movimentos macro-históricos.
Temos trabalhado na Bimodais com a Antropologia da Sobrevivência, uma ciência que analisa os macro-movimentos de mudança da espécie.
A Antropologia da Sobrevivência analisa apenas as macro-mudanças da espécie: novas mídias e novas Eras Civilizacionais.
Não conseguimos entender o que está ocorrendo hoje, justamente por falta de uma Ciência dedicada a esse tipo de fenômeno civilizacional.
A Pandemia 2020 é um típico sintoma da Macro Crise Civilizacional, fruto do aumento demográfico dos últimos 220 anos.
Sem a Antropologia da Sobrevivência, ou algo parecido, continuaremos analisando o novo século de forma histérica e não reflexiva.
O livro “Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?” é o primeiro livro produzido na Bimodais já sob o guarda-chuva da Antropologia da Sobrevivência.
https://nepo.com.br/2020/05/11/a-pandemia-traz-o-sapiens-para-o-centro-dos-holofotes/