Onde ela desembarcar, a variante ômicron será dominante em questão de semanas. O alerta é de Abdi Mahamud, gerente da equipe de apoio da OMS sobre a covid-19. Ele, porém, aponta que os estudos indicam que existe uma dissociação entre o número de novos casos registrados e a taxa de internação e de mortes e que pesquisas sinalizam que mutação poderia gerar sintomas mais suaves. A agência de Saúde ainda aposta que quem estiver vacinado estará ainda protegido contra o desenvolvimento de uma doença severa. Mas alerta que, em locais com ampla parcela da população sem imunização, a variante pode significar uma pressão importante sobre os sistemas de saúde.