Nenhum dos 26 suspeitos mortos na madrugada de 31 de outubro em Varginha (MG) durante a operação policial mais letal contra o chamado "novo cangaço" fazia parte do primeiro escalão, apontam as investigações.
Segundo a investigação, a cúpula do grupo, ainda não identificada, recrutou criminosos que já participaram de assaltos e ataques às forças de segurança com o uso de fuzis e explosivos. O entendimento da polícia, porém, é que eles atuavam em funções operacionais, no segundo ou no terceiro escalão na quadrilha.