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*Tempo Comum - Todos os Santos e Santas.*
Leituras: Ap 7,2-4.9-14 - Sl 23(24) - 1Jo 3,1-3 - Mt 5,1-12a.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia (#Evangelho Mt 5,7).
#Mensagem Hoje celebramos todos os Santos e Santas de Deus. A Igreja no Céu, se une ao nosso sacrifício eucarístico para celebrar as maravilhas de Deus, que socorrem com amor nossa peregrinação até o Céu e de tantos irmãos que já partiram deste mundo e se purificam para entrar na Glória da Vida Eterna. Jesus nos ensina do Evangelho que a alegria dos santos está na esperança da eternidade com Deus. Eternidade construída desde este mundo, na vivência da fé com amor. Se amamos a Deus que ainda vemos sob os véus da fé, devemos também amar os irmãos que enxergamos também à sombra da fé. Nossos irmãos, homens e mulheres, não são nossos adversários, mas podem tornar-se conosco a comunidade dos santos em comunhão com Deus. Santo Domingo. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - Sábado.*
Leituras: Fl 4,10-19 - Sl 111(112) - Lc 16,9-15.
...o que é importante para os homens, é detestável para Deus (#Evangelho Lc 16,15).
#Mensagem Ao nos aproximarmos do Evangelho de Jesus somos convidados a exercitar nossa consciência para mergulhar no mistério do Reino de Deus. O Reino de Deus é muito diferente deste mundo. O que pode ser valor para o ser humano aqui, pode não ter valor algum para Deus, para a vida que há de vir. A esperança cristã ensina sobre a necessidade de transformação de tudo que é passageiro e transitório nesta vida, para céus novos e uma nova terra, que possam abrigar a santidade de Deus e daqueles que foram justificados no Sangue de Cristo. Até que isto se cumpra precisamos cuidar de não nos deixarmos acorrentar por qualquer coisa deste mundo. Meditemos. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - São Carlos Borromeu.*
Leituras: Fl 3,17-4,1 - Sl 121(122) - Lc 16,1-8.
"E tu, quanto deves?". O administrador disse: "Pega tua conta e escreve..." (#Evangelho Lc 16,7).
#Mensagem A condição do administrador infiel é grave; muito pior que a do filho pródigo, da outra parábola. O filho pródigo ainda era capaz de trabalhar e de mendigar para sobreviver, o administrador infiel afirma: para cavar não tenho forças, de mendigar tenho vergonha. Ele não é capaz do caminho de reconciliação que trouxe o filho pródigo de volta à casa do pai misericordioso. Contudo, mesmo o administrador infiel não está longe da salvação. Melhor seria ser fiel, mas ainda na sua infidelidade, já arrependido, pode aplicar sua esperteza, que outrora foi usada em favor de si mesmo, para diminuir a dívida dos irmãos com seu senhor. Este é também um caminho de salvação para todos nós! Meditemos. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - Quinta.*
Leituras: Fl 3,3-8a - Sl 104(105) - Lc 15,1-10.
Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles (#Evangelho Lc 15,2).
#Mensagem Jesus veio para salvar os pecadores e edificar em suas vidas uma obra nova, tornando-os por sua graça, família de Deus. A ovelha pedida não é apenas rebanho, mas são filhos e filhas. Os fariseus eram hábeis de denunciar as faltas alheias, mas não eram capazes de mover os dedos em favor daqueles que precisavam ser resgatados por Deus. Jesus veio ao mundo para salvar a ovelha perdida, e os discípulos do Senhor devem realizar a mesma obra de Cristo. Meditemos. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - Finados 2022.*
Leituras: Jó 19,1.23-27a - Sl 23(24) - 1Cor 15,20-24a.25-28 - Lc 12,35-40.
Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus (#Evangelho Lc 5,12).
#Mensagem O dia de Finados nos coloca todos os anos diante do mistério da morte e da fé da ressurreição dos mortos. A fé da Igreja e a Escritura recordam exemplos bíblicos marcantes: o pai de Tobias que ao saber por seu filho que um homem jazia morto na praça depois de ter sofrido um roubo, larga seu prato a comer sobre a mesa e vai resgatar o corpo do morto para depois sepultá-lo com dignidade. Ou ainda: o sacrifício oferecido por Judas Macabeu pelos soldados que tombaram em combate para que seus pecados fossem perdoados. No Evangelho, Jesus sofre com a morte de Lázaro e com a morte do filho único da viúva de Naim, trazendo-os de volta à vida. A Igreja é solidária para com os mortos, porque a Escritura Sagrada nos ensinou ser este um caminho de justificação e paz para os vivos a caminho da eternidade. Que as almas dos fiéis defuntos descansem em paz. Amém. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - Terça.*
Leituras: Fl 2,5-11 - Sl 21(22) - Lc 14,15-24.
Sai pelas estradas e atalhos, e obriga as pessoas a virem aqui, para que minha casa fique cheia (#Evangelho Lc 14,23).
#Mensagem Num primeiro momento esta palavra soa estranha: obriga as pessoas a virem aqui! O Reino de Deus não é um convite de salvação? Como, então, Jesus fala de obrigação? Procuremos entender: a parábola fala do convite que foi preparado para o povo da primeira Aliança e que foi rejeitado. Uma das dificuldades do povo de Deus sempre foi não ser capaz de distinguir quando foram visitados pelo Senhor. Ao obrigar os novos destinatários da salvação a vir ao banquete, Jesus lhes oferece a graça de ver o que o Senhor preparou, se encantar e aceitar o convite de não partir jamais. Ele seduz os lábios e o coração do seu povo, porque o ama. Meditemos. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - Domingo (31º).*
Leituras: Sb 11,22-12,2 - Sl 1144 (145) - 2Ts 1,11-2,2 - Lc 19,1-10.
Hoje a salvação entrou nesta casa... (#Evangelho Lc 19,9).
#Mensagem Jesus entra na casa de Zaqueu para salvar quem estava perdido. A obra da salvação de Jesus aproxima do coração dos necessitados de Deus a graça da reconciliação e da paz. Jesus não age com preconceitos. Zaqueu era um cobrador de impostos. Todos o consideravam pecador. Mas ele queria ver Jesus. E o Senhor foi ao encontro da sua casa. Quantos hoje se sentem envergonhados de sua condição e não seriam capazes de oferecer sua casa para receber Jesus? São estes lares que o Senhor deseja santificar - aqueles que o desejam e se sentem indignos dele, mas mesmo assim estão dispostos a receber sua visita. Deixemo-nos visitar! Meditemos. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - Sábado.*
Leituras: Fl 1,18b-26 - Sl 41(42) - Lc 14,1.7-11.
...quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado (#Evangelho Lc 14,11).
#Mensagem O caminho da pequenez foi consagrado por Jesus, ao escolher Ele mesmo, o Mestre e Senhor, fazer-se discípulo e servidor da humanidade. Escolheu o último lugar, a pequenina Belém para nascer, a rejeitada Nazaré para crescer, e a desconhecida família constituída por Maria e José para ali fixar sua morada no seio de seu povo e da humanidade. Por um tempo, não curto no curso da história, Israel acreditou ter sido rejeitada por Deus. E por meio deste caminho de humilhação preparou a chegada do Messias que fez da Cruz seu trono. Quanto maior a graça daqueles que ao invés de rejeitados, foram, na verdade, admitidos à dignidade de filhos e filhas de Deus, pelo caminho da obediência à Palavra de Deus. Meditemos. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - São Simão e São Judas Tadeu.*
Leituras: Ef 2,19-22 - Sl 18(19A) - Lc 6,12-19.
A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos (#Evangelho Lc 6,19).
#Mensagem Hoje a Igreja Católica celebra São Simão e São Judas Tadeu, apóstolos do Senhor. Os apóstolos serão os colaboradores de Jesus para servir na força da sua cura às multidões sedentas. Somos inspirados a amar e orar por aqueles que Jesus chamou primeiro, e que continuam sua missão na Igreja hoje em seus sucessores, não porque tenham recebido do Senhor algo especial que nós não recebemos, mas porque foram os primeiros convidados ao serviço do Evangelho, para espalhar a Boa Notícia da Salvação até os confins da Terra. São seres humanos como cada um de nós, fracos e limitados, mas pela graça do Espírito Santo se deixaram conduzir para em tudo resplandecer Cristo e sua misericórdia. Meditemos. Padre Rodolfo.
*Tempo Comum - Quinta.*
Leituras: Ef 6,10-20 - Sl 143(144) - Lc 13,31-35.
Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintainhos debaixo das asas, mas tu não quiseste! (#Evangelho Lc 13,34).
#Mensagem As palavras de Jesus expressam o desejo de Deus de reunir seus filhos sob sua proteção. Também são uma clara alusão à Aliança do Sinai quando Deus disse ter carregado seu povo da casa da escravidão, o Egito, para a liberdade por meio das asas de uma grande águia. Aqui temos o autor da Nova e Eterna Aliança, o Filho de Deus, continuando a mesma obra do Pai - acolher a humanidade criada no amor e reuní-la num único povo de louvor. Mas Jerusalém no presente, como Israel no passado, não quiseram, ambos, saber de escutar. Permaneceram em seu abandono uma vez que renegaram a visita de Deus. Meditemos. Padre Rodolfo.
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