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Diariamente nos deparamos com notícias que nos fazem questionar: onde foi parar o respeito pelo outro? São casos de intolerância, conflitos por motivos pequenos e, muitas vezes, a completa falta de empatia e gentileza. Situações assim, infelizmente, estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Essa realidade é preocupante, especialmente para nós, pais e mães, que desejamos criar filhos capazes de construir um mundo mais humano, mais justo e acolhedor.
Então, eu te convido a refletir. O que nós, de fato, podemos fazer para ajudar as próximas gerações a seguir um caminho diferente?
Um conceito básico, que infelizmente está esquecido por muitos, precisa ser ensinado novamente, em especial às crianças e adolescentes.
Nossos filhos precisam aprender, desde cedo, a importância de “fazer com o outro o que gostaríamos que fizessem conosco”. É um conceito simples e muito profundo, que gera impactos grandes na nossa sociedade.
Mas, não adianta apenas falarmos sobre isso, é nosso papel dar o exemplo e preparar nossos filhos para que eles sejam agentes de mudança no mundo.
Então, não adianta dizermos para eles serem gentis, educados e respeitosos se, nas pequenas coisas do dia a dia, nós nos comportamos de forma diferente. Não estou aqui falando para sermos perfeitos, não é sobre isso. Mas é sobre vivermos sem esquecer esse ensinamento, mesmo quando estamos com raiva, cansados, tristes, não importa. Então devemos nos perguntar e responder: “Como eu gostaria de ser tratado?” “Dessa forma! Então assim eu também vou tratar o outro.”
Os nossos filhos prestam mais atenção nas nossas atitudes do que nas nossas palavras. Eles observam como falamos, por exemplo, com os funcionários do supermercado, como reagimos a um erro num pedido que fazemos no restaurante, ou como tratamos nossos colegas de trabalho e até familiares e amigos. Cada uma dessas situações é uma lição prática que pode ensinar diariamente respeito, cuidado e empatia.
Nós, pais e mães, devemos também abrir espaço para conversas e reflexões que ajudem as crianças a compreender os sentimentos das outras pessoas e a se tornarem mais conscientes das suas ações. Nesse espaço de confiança, em família, muitas lições podem ser ensinadas com amor.
Quando seu filho briga, por exemplo, com um colega ou um irmão, que tal perguntar como ele acha que o outro se sentiu e como ele gostaria de ser tratado naquela situação. Essa conversa não precisa acontecer de forma dura ou acusadora. Ela pode ser leve e acolhedora, ajudando a criança a se enxergar no lugar do outro e a compreender, sem medo, o impacto das atitudes dela.
Isso também vale para os momentos em que os nossos filhos acertam, não apenas quando eles erram. Reconhecer comportamentos positivos, como ajudar um amigo ou compartilhar algo que é importante para eles, ajuda a fortalecer essas ações e incentiva que elas sejam repetidas.
“Você viu como seu amigo ficou feliz quando você ajudou? Isso faz muita diferença pra ele, filho.” Comentários como esses, por exemplo, podem ajudar seu filho a perceber que ser gentil e atencioso também deixa o outro mais feliz. Essa compreensão é muito importante.
Oportunidades não vão faltar para que possamos reforçar esses conceitos para os nossos filhos, precisamos estar atentos. Quando uma criança precisa dividir um brinquedo, resolver um conflito na escola ou até mesmo quando lemos um livro ou assistimos um filme juntos, todos esses momentos são oportunidades. Mesmo que pareça óbvio para nós, para as crianças, é importante que o ensinamento seja repetido e praticado várias vezes.
Quando decidimos ensinar nossos filhos a fazerem com os outros o que gostariam que fizessem com eles, nós contribuímos para que eles desenvolvam relacionamentos mais humanos, mais saudáveis e construtivos.
Quando eles internalizam esse princípio, desde cedo, eles se tornam mais bem preparados para lidar com os desafios da convivência, entendendo que respeito, gentileza e cuidado não são apenas obrigações, mas são escolhas que beneficiam a todos.
E, sim, esse é um processo constante de aprendizado, tanto para eles quanto para nós. Enquanto ensinamos os nossos filhos, muitas vezes, vamos ser obrigados a avaliar nossas próprias ações, e a refletir sobre o que nós estamos transmitindo e como podemos melhorar. Não é fácil, mas, com certeza, é gratificante. Saber que o nosso esforço, em amor e dedicação, vai contribuir diretamente para que nossos filhos sejam a melhor expressão possível de respeito e empatia por onde quer que eles passem.
Gostou da reflexão? Fez sentido para você? Então, compartilhe com quem você acha que precisa ouvir essa mensagem.
Se você tem dúvidas ou quer deixar seu comentário, queremos te ouvir!
Se você entende a importância do nosso trabalho, apoie o Clube Orekare com uma assinatura paga. Junte-se a nós para que possamos levar consciência socioemocional para mais famílias!
Até a próxima! Obrigada!
By OrekareDiariamente nos deparamos com notícias que nos fazem questionar: onde foi parar o respeito pelo outro? São casos de intolerância, conflitos por motivos pequenos e, muitas vezes, a completa falta de empatia e gentileza. Situações assim, infelizmente, estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Essa realidade é preocupante, especialmente para nós, pais e mães, que desejamos criar filhos capazes de construir um mundo mais humano, mais justo e acolhedor.
Então, eu te convido a refletir. O que nós, de fato, podemos fazer para ajudar as próximas gerações a seguir um caminho diferente?
Um conceito básico, que infelizmente está esquecido por muitos, precisa ser ensinado novamente, em especial às crianças e adolescentes.
Nossos filhos precisam aprender, desde cedo, a importância de “fazer com o outro o que gostaríamos que fizessem conosco”. É um conceito simples e muito profundo, que gera impactos grandes na nossa sociedade.
Mas, não adianta apenas falarmos sobre isso, é nosso papel dar o exemplo e preparar nossos filhos para que eles sejam agentes de mudança no mundo.
Então, não adianta dizermos para eles serem gentis, educados e respeitosos se, nas pequenas coisas do dia a dia, nós nos comportamos de forma diferente. Não estou aqui falando para sermos perfeitos, não é sobre isso. Mas é sobre vivermos sem esquecer esse ensinamento, mesmo quando estamos com raiva, cansados, tristes, não importa. Então devemos nos perguntar e responder: “Como eu gostaria de ser tratado?” “Dessa forma! Então assim eu também vou tratar o outro.”
Os nossos filhos prestam mais atenção nas nossas atitudes do que nas nossas palavras. Eles observam como falamos, por exemplo, com os funcionários do supermercado, como reagimos a um erro num pedido que fazemos no restaurante, ou como tratamos nossos colegas de trabalho e até familiares e amigos. Cada uma dessas situações é uma lição prática que pode ensinar diariamente respeito, cuidado e empatia.
Nós, pais e mães, devemos também abrir espaço para conversas e reflexões que ajudem as crianças a compreender os sentimentos das outras pessoas e a se tornarem mais conscientes das suas ações. Nesse espaço de confiança, em família, muitas lições podem ser ensinadas com amor.
Quando seu filho briga, por exemplo, com um colega ou um irmão, que tal perguntar como ele acha que o outro se sentiu e como ele gostaria de ser tratado naquela situação. Essa conversa não precisa acontecer de forma dura ou acusadora. Ela pode ser leve e acolhedora, ajudando a criança a se enxergar no lugar do outro e a compreender, sem medo, o impacto das atitudes dela.
Isso também vale para os momentos em que os nossos filhos acertam, não apenas quando eles erram. Reconhecer comportamentos positivos, como ajudar um amigo ou compartilhar algo que é importante para eles, ajuda a fortalecer essas ações e incentiva que elas sejam repetidas.
“Você viu como seu amigo ficou feliz quando você ajudou? Isso faz muita diferença pra ele, filho.” Comentários como esses, por exemplo, podem ajudar seu filho a perceber que ser gentil e atencioso também deixa o outro mais feliz. Essa compreensão é muito importante.
Oportunidades não vão faltar para que possamos reforçar esses conceitos para os nossos filhos, precisamos estar atentos. Quando uma criança precisa dividir um brinquedo, resolver um conflito na escola ou até mesmo quando lemos um livro ou assistimos um filme juntos, todos esses momentos são oportunidades. Mesmo que pareça óbvio para nós, para as crianças, é importante que o ensinamento seja repetido e praticado várias vezes.
Quando decidimos ensinar nossos filhos a fazerem com os outros o que gostariam que fizessem com eles, nós contribuímos para que eles desenvolvam relacionamentos mais humanos, mais saudáveis e construtivos.
Quando eles internalizam esse princípio, desde cedo, eles se tornam mais bem preparados para lidar com os desafios da convivência, entendendo que respeito, gentileza e cuidado não são apenas obrigações, mas são escolhas que beneficiam a todos.
E, sim, esse é um processo constante de aprendizado, tanto para eles quanto para nós. Enquanto ensinamos os nossos filhos, muitas vezes, vamos ser obrigados a avaliar nossas próprias ações, e a refletir sobre o que nós estamos transmitindo e como podemos melhorar. Não é fácil, mas, com certeza, é gratificante. Saber que o nosso esforço, em amor e dedicação, vai contribuir diretamente para que nossos filhos sejam a melhor expressão possível de respeito e empatia por onde quer que eles passem.
Gostou da reflexão? Fez sentido para você? Então, compartilhe com quem você acha que precisa ouvir essa mensagem.
Se você tem dúvidas ou quer deixar seu comentário, queremos te ouvir!
Se você entende a importância do nosso trabalho, apoie o Clube Orekare com uma assinatura paga. Junte-se a nós para que possamos levar consciência socioemocional para mais famílias!
Até a próxima! Obrigada!