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Dá para usar o Exterminador do Futuro em uma apresentação corporativa séria? E o Celso Portiolli? Dá para usar?
Foi isso que o William fez. Ouve o episódio para descobrir!
Será que toda apresentação precisa ser divertida?
Quando você é professor, você vai envelhecendo a cada ano, mas seus alunos continuam sempre com a mesma idade.
Essa frase, da mãe da Priscila, começa o episódio 217 do Nota 6.
A partir daí, conversamos sobre didática, prazer, comunidade, cursos online e travessuras acadêmicas.
A Priscila é professora da UNICAMP, mãe de duas fofuras e fala pelos cotovelos.
Se você usar essa ideia, certamente vai chamar a atenção do seu público. CER-TA-MEN-TE
Você quer fazer apresentações melhores, ótimo! Mas pode onde começar?
Vou te dar esse caminho no episódio 215.
Links citados no episódio:
Meus pais queriam tomar café com leite.
Mal sabíamos que essa seria uma jornada curiosa pela conexão humana.
Eu não tinha NENHUMA ideia do que gravar para o podcast.
Mas aí lembrei de uma frase. "Bloquei criativo é falta de pesquisa".
E, assim, o episódio saiu.
A Copa acabou.
Mas esse episódio não é para falar do VAZIO ABSURDO que estou sentindo. Esse episódio é sobre a importância de transformar dados em histórias, afinal de contas, é isso que sobra.
Neste episódio, continuamos a conversa com a Sânia Lima, que conta como mudou suas aulas e sua relação com os alunos, a ponto de receber elogios e agradecimentos até daqueles que foram reprovados na disciplina!
Vem ouvir, que está lindooooo demais!
"Quando comecei a dar aulas, me tornei aquela professora séria, que não está lá para brincadeira. Depois de um bom tempo, eu reparei que eu tinha essa atitude porque queria respeito dos meus alunos, mas o que eles tinham, na verdade, era medo."
Ela é professora de Engenharia Química na UNIFESP e passou por uma linda jornada de transformação da sua atividade docente.
Confira e se emocione.
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