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Parafraseando Emicida, só que ao contrario, a gente usou esse ep pra contar as coisas que todo mundo deveria dizer por aí: a vida adulta é péssima e você não vai gostar de ser tão independente assim. Nesse bate papo vamos entender que se decepcionar faz parte e que na verdade a gente só fantasiou demais as coisas, porque todo mundo tem perrengue (alguns chiques, é claro). Dá o play e vem sofrer com a gente, lembrando de como era lindo imaginar nossas vidas no eixo aos 30.
No último dia do mês do orgulho, trouxemos convidados mais que especiais: nossos amigos, Auri e Bia, dividiram com a gente as dores e a delicia se ser quem são. Obviamente, sabemos que não é um caminho fácil, mas queremos declarar todo nosso apoio a toda comunidade LGBTQIA+, dizer que estamos com vocês e que nenhuma injustiça passará despercebida diante de nossos olhos. Que o mês de Junho seja cada vez mais de orgulho e certeza de que todos somos igualmente incríveis. HAPPY PRIDE amigues!
TAMO DE VOLTA MEU POVO!
Todo mundo já foi fã de pelo menos uma música dessa deusa (se você não foi, perdeu nosso respeito)
Vem entender sobre todo esse papo e apoiar esse ícone pra que o mundo tenha pelo menos um pouquinho mais de cor.
Todo mundo sabe que grande parte do nosso caráter é formado na escola, afinal, é nela nosso maior exemplo de vida em sociedade e os primeiros tropeços, mostrando que o mundo não é bem como a gente imagina.
Mas, se sempre foi chuva de perrengue, imagina hoje em dia, em meio uma crise sanitária mundial, o tamanho do problema que não é?
Chamamos a @carolbrunhara pra contar um pouco pra gente como é estar trabalhando na educação nesse momento e como a competição pública x particular segue sendo desleal em nosso país.
A gente sabe que nunca foram só flores, mas a questão é: O inimigo agora é outro!
Dia internacional da mulher
Teve fogo? Sutiã queimado? ou foi o vô do Dória que inventou para vender flores?
Bom, na verdade a gente não pesquisou muito, mas sabemos que fomos enganadas durante muito tempo sobre a história desse dia.
Que a gente siga com muita luta, muita força e que os caminhos sejam menos espinhosos e mais floridos daqui pra frente.
E, mais do que isso, que a gente exerça os direitos os quais muitas mulheres lutaram para que pudéssemos ter, inclusive, o do voto.
Aperta o play e vem entender esse papo com a gente.
Não tem nada pior que ser definido pelos outros. Principalmente na sua sexualidade.
Afinal, em qual momento as pessoas começaram a achar que podem mandar e desmandar no que a gente é, sente ou entende?
Nesse episódio super importante, chamamos a @biakevedo pra falar sobre como a falta de respeito e a necessidade da sociedade de separar as pessoas em "caixinhas" é tóxica e afeta a vida de quem não está dentro dos padrões.
Lembrem-se sempre: respeito é bom e todo mundo gosta!!!
Que a gente gosta de uma fofoca não é segredo pra ninguem, mas, tudo na vida tem dois lados.
Nesse epsódio a gente discute o lado bom e ruim daquela fofoquinha que parece ser inocente no começo, mas pode acabar virando uma grande bola de neve e até prejudicando os envolvidos.
Com muitas risadas e exposeds pessoais, esperamos que vocês repensem, assim como nós e façam parte do movimento "terça sem fofoca" pra começar o ano bem!
Nos sigam nas redes sociais e lembrem-se: Pode fofocar sobre o Nothing por aí, esse a gente deixa!
Sabe aquele setor da empresa que a gente tem medo de ser chamado?
Bom, nesse episódio a gente transforma a visão de "gente má" do RH e mostra que, com uma trajetória de confiança, as pessoas se sentem tranquilas a mudar ao redor.
Convidamos a Mari Gaida, gerente de RH pra explicar um pouquinho pra gente as ideias dela e como ela chegou até aqui, sendo, além de muito querida, gentil, compreensiva e com muita vontade de fazer a justiça do bem.
Sabemos que, nesse momento, onde as relações de trabalho foram mudadas bruscamente por conta da pandemia, falar da parte boa e das mudanças soa como um respiro, então, vem com a gente ver que tem um lado bom acontecendo por aí!
Sabe aquele setor da empresa que a gente tem medo de ser chamado?
Bom, nesse episódio a gente transforma a visão de "gente má" do RH e mostra que, com uma trajetória de confiança, as pessoas se sentem tranquilas a mudar ao redor.
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