A população mineira ainda deve se lembrar que uma das principais narrativas propagandeadas por Romeu Zema (Novo), durante o pleito eleitoral que o reelegeu governador, foi a de que sua primeira gestão havia regularizado as contas do Estado.
Porém, um estudo publicado na quinta-feira (27) demonstra que, na realidade, Minas está se afundando financeiramente. O balanço, construído pela economista Maria Eulália Alvarenga e pelos auditores fiscais Marco Túlio da Silva e Lucas Rodrigues Espeschit, demonstra que, até o final do ano passado, Minas já acumulava R$ 148,47 bilhões em dívidas com a União.
Parte desse valor é computado como “restos a pagar”, o que, na avaliação de Eulália, Marco e Lucas, consiste numa “manobra contábil” que faz com que o montante total de dívidas não seja considerado.