Nove Luas • Prosas sobre as entrelinhas da vida

Nove Luas • Prosas sobre as entrelinhas da vida

By Júlio César de SousaEducationSelf-Improvement
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Nove Luas • Prosas sobre as entrelinhas da vida episodes

  • Memórias: prisão ou liberdade para o seu dia a dia?

    Você já parou pra pensar que lembrar não é abrir um arquivo guardado, mas reconstruir alguma coisa toda vez que ela vem à tona?


    Neste episódio do Nove Luas, mergulhamos no papel da memória na construção de quem somos. Ela não é um depósito parado --- é um processo ativo, que participa da formação da nossa identidade, da nossa forma de pensar e de nos relacionarmos com o mundo. O problema é quando deixamos de habitar a memória e passamos a morar nela: aí, o que deveria dar identidade pode virar prisão.


    Também trouxemos uma diferença importante pro papo: memória não é registro. O registro guarda o fato (a foto, o vídeo, a data) mas não exige nada de nós. Já a memória pede elaboração, trabalho interno, sentido. E, cada vez mais, a gente tem registrado a própria vida no automático, sem de fato memorizá-la.

    Será que, entre tanta imagem guardada, a gente ainda está deixando espaço pra viver (e lembrar) de verdade?


    Dá o play. Às vezes, lembrar bem é mais libertador do que guardar tudo.


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi

    Marcos Galvão: @galvao.smg

    Júlio César: @juliocsousa

    39 min
  • Drama. Deixa eu fazer o meu

    Aquele story clássico na UPA. Você, seu braço e uma agulha de soro espetada nele.

    Você já parou pra pensar que, às vezes, a gente não está vivendo uma situação difícil --- está narrando ela, em tempo real, para uma plateia? 


    Neste episódio mergulhamos na palavra que dá nome ao papo: drama. Ele existe, é real, e merece acolhimento --- mas será que, com tanta narrativa exagerada ao redor (filmes, novelas, reels, podcasts), a gente não acabou incorporando essa "técnica" no nosso dia a dia, transformando qualquer contratempo em cena de clímax?


    Conversamos sobre a diferença entre sentir intensamente e performar intensidade, sobre como as redes sociais recompensam o exagero em detrimento da calma, e sobre o quanto a busca por validação pode nos empurrar pra dramatizar até aquilo que nem precisava de palco. Também trouxemos um contraponto importante: nem todo drama é encenação --- às vezes é dor de verdade sendo comunicada da única forma que a pessoa conhece.


    No fim, fica a pergunta: será que, no fundo, todo mundo quer ser protagonista --- mas sonha mesmo é com uma vida sem tanto roteiro?

    Dá o play. Às vezes, o antídoto pro drama é só coragem pra viver o comum.


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi

    Marcos Galvão: @galvao.smg

    Júlio César: @juliocsousa

    43 min
  • Equilíbrio. A arte de se manter em pé

    Viver é isso: um eterno desequilíbrio tentando se equilibrar.


    Neste episódio do Nove Luas, colocamos em xeque uma confusão comum: equilíbrio não é sinônimo de harmonia. Não é sobre ficar parado, imóvel, como se existisse uma estabilidade perfeita a ser alcançada. Equilíbrio é a arte de permanecer de pé enquanto o mundo insiste em nos empurrar de um lado para o outro.


    Conversamos sobre o que significa não deixar o caos externo determinar completamente o nosso estado interno — e por que esse tipo de equilíbrio é, talvez, um dos exercícios mais difíceis (e mais necessários) da vida adulta.


    Dá o play e vem se equilibrar com a gente!


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi
    Marcos Galvão: @galvao.smg
    Júlio César: @juliocsousa

    45 min
  • Fé. O que sustenta quando a gente não vê o chão?

    A quarta temporada do Nove Luas começa por onde talvez devesse ter começado sempre: a fé. Não a fé de dogma, de templo ou de religião específica — mas aquela fé mais funda, quase muda, que sustenta a gente nos dias em que não há prova nenhuma de que vai dar certo.


    Neste episódio, a gente conversa sobre a diferença entre crer e ter certeza. Afinal, fé não é a ausência de dúvida — é o que continua de pé apesar dela.


    Falamos sobre fé como ato psíquico, como estrutura que organiza o caos, e também sobre os riscos de confundir fé com controle: será que, no fundo, a gente não tenta transformar fé em garantia?


    E tem também a fé nas pessoas, a fé em si mesmo, a fé no tempo das coisas — aquela que não pede milagre, só continuidade.


    No fim, fica a pergunta: em que (ou em quem) você tem depositado a sua fé ultimamente?


    Aperta o play. Às vezes, fé é só isso: seguir mesmo sem enxergar o próximo passo.

    Vem com a gente!


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi
    Marcos Galvão: @galvao.smg
    Júlio César: @juliocsousa

    55 min
  • A riqueza e o seu valor no compartilhar

    Você já parou para pensar que a riqueza só se torna abundância quando é compartilhada? Neste episódio do Nove Luas, refletimos sobre o que realmente significa ser rico — e como a riqueza, quando deixa de ser acúmulo e se transforma em circulação, ganha outro valor e outra presença no mundo.


    Falamos de riqueza como algo muito mais amplo que dinheiro ou bens materiais: algo que está no tempo, nas relações, nos saberes, no cuidado, e até nos pequenos instantes que a vida nos oferece, seja em meio aos prédios da Faria Lima ou em um banho de cachoeira. Discutimos como a humildade é a base da verdadeira riqueza e como, sem ela, o que acumulamos perde o sentido de abundância.


    Esse é um convite para repensar o fluxo da vida e perceber que, em qualquer lugar onde estamos, sempre há riquezas a serem compartilhadas. Dê o play e venha descobrir como o ato de compartilhar pode transformar a forma como vivemos e nos relacionamos com o que temos. 


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi
    Marcos Galvão: @galvao.smg
    Júlio César: @juliocsousa

    53 min
  • Como contamos nossas histórias?

    Você já parou para pensar que, muitas vezes, não é o que vivemos que marca, mas sim o jeito como contamos o que vivemos? Mais do que os fatos, é na narrativa que damos sentido às experiências — é ela que colore, tempera e transforma o comum em algo memorável.


    Neste episódio, refletimos sobre a importância de ter repertório para dar novos contornos às nossas histórias, exploramos como a narrativa pode ser um caminho de cura e falamos sobre o movimento de assumir o papel de protagonistas da própria vida.


    Cada história que contamos é uma escolha: o tom que damos, as pausas que fazemos, os detalhes que destacamos. E é nessa escolha que mora a chance de ressignificar o passado e criar novos horizontes para o futuro.


    Se você já se perguntou como transformar sua trajetória em algo mais vivo, significativo e libertador, esse episódio é para você.


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsiMarcos Galvão: @galvao.smg

    Júlio César: @juliocsousa

    1 hr 1 min
  • Os sonhos não envelhecem

    Nesse papo do Nove Luas, a gente fala sobre sonhos como quem fala de vida: eles dão direção, nos movem e mantêm a alma desafiada, como lembrou a Mara. Também pensamos sobre quando um sonho é de verdade ou quando pode ser só ilusão — e como isso muda tudo no jeito que a gente caminha.


    Outro ponto que atravessou nossa conversa foi a ancestralidade: a importância de acolher o que recebemos de quem veio antes e a responsabilidade de levar adiante aquilo que também vai alimentar os que virão.


    Porque sonhar não tem prazo de validade. O tempo passa, mas o que pulsa dentro da gente continua vivo.


    E aí… qual é o sonho que ainda te guia?


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi
    Marcos Galvão: @galvao.smg
    Júlio César: @juliocsousa

    1 hr
  • Beleza no ordinário

    O extraordinário chama atenção, mas viver só nele cansa e até esvazia. O ordinário, ao contrário, pede calma, silêncio e até um certo recuo para ser visto de verdade — e muitas vezes, nas redes, aparece quase como um pedido de socorro.


    Neste episódio, falamos sobre a ancestralidade guardada nas coisas simples, nas memórias afetivas que costuram a linha ordinária da vida — uma linha que tantas vezes se rompe. Refletimos também sobre a diferença entre uma vida média e uma vida medíocre, e como é possível colocar excelência no comum.


    Entre Quintana, que nunca saiu de Porto Alegre, e Suassuna, que nunca deixou o Brasil, revisitamos a qualidade de vida encontrada no cotidiano. Afinal, o que faz do ordinário um lugar tão essencial e, ainda assim, tão desvalorizado?


    Coloque esse episódio no seu dia. 


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi
    Marcos Galvão: @galvao.smg
    Júlio César: @juliocsousa

    1 hr 3 min
  • Transição. Nem antes, nem depois: o durante

    Mudança é certa. Já a transição… essa pede de nós presença, curiosidade e flexibilidade. Neste episódio, conversamos sobre como atravessar os períodos de passagem que a vida impõe, lembrando que não basta que algo mude por fora — é preciso atravessar por dentro.


    Falamos sobre a diferença entre mudança e transição, sobre a força que nasce da mobilidade interna e sobre a importância de se abrir ao desconhecido sem pressa de chegar ao destino. Afinal, a transição não é o antes nem o depois: é o durante, o lugar onde nos tornamos.


    E você, como tem atravessado as suas transições? 


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi
    Marcos Galvão: @galvao.smg
    Júlio César: @juliocsousa

    1 hr 3 min
  • Hoje ou amanhã? O tempo certo de cada coisa

    Você já parou para pensar qual é o tempo certo para cada coisa?


    No novo episódio do Nove Luas, mergulhamos na diferença entre Chronos — o tempo do relógio — e Kairós — o tempo da oportunidade.


    Será que esperar demais nos faz perder chances? Ou agir rápido demais pode nos afastar do que realmente importa


    Descubra como entender o tempo pode diminuir a ansiedade, dar mais clareza às suas escolhas e mostrar por que o agora é o terreno fértil onde o amanhã começa a nascer.


    Aperte o play e descubra: o seu tempo é hoje… ou amanhã


    Mara Guimarães: @maraguimaraespsi
    Marcos Galvão: @galvao.smg
    Júlio César: @juliocsousa

    1 hr

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A Mara é psicóloga clínica há décadas. O Galvão e o Júlio, curiosos sobre a vida.