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Neste episódio, mergulhamos na ideia de que o sofrimento humano não nasce apenas da falta, mas também da exigência impossível de sermos completos, satisfeitos e felizes o tempo todo. A partir de Peter Rollins, Todd McGowan, Freud, Lacan, Hegel e Paul Tillich, o episódio explora por que tantas vezes sabotamos justamente aquilo que mais desejamos, e como o sintoma pode funcionar menos como defeito e mais como expressão de um conflito que não cabe em palavras.
Ao longo da conversa, aparecem temas como autossabotagem, pulsão de morte, sintoma, desejo, ambivalência, culpa, exaustão, consumismo, teologia, contradição e incompletude. Em vez de prometer plenitude ou reconciliação total, o episódio propõe outra saída: suportar a fratura, abandonar a fantasia do conserto definitivo e encontrar um modo mais real de viver com o que em nós não fecha.
By PAULO OUTEIRONeste episódio, mergulhamos na ideia de que o sofrimento humano não nasce apenas da falta, mas também da exigência impossível de sermos completos, satisfeitos e felizes o tempo todo. A partir de Peter Rollins, Todd McGowan, Freud, Lacan, Hegel e Paul Tillich, o episódio explora por que tantas vezes sabotamos justamente aquilo que mais desejamos, e como o sintoma pode funcionar menos como defeito e mais como expressão de um conflito que não cabe em palavras.
Ao longo da conversa, aparecem temas como autossabotagem, pulsão de morte, sintoma, desejo, ambivalência, culpa, exaustão, consumismo, teologia, contradição e incompletude. Em vez de prometer plenitude ou reconciliação total, o episódio propõe outra saída: suportar a fratura, abandonar a fantasia do conserto definitivo e encontrar um modo mais real de viver com o que em nós não fecha.