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Numa última açoitada desta mui nobre temporada, e até por ser imperativo saber proceder à retirada no momento adequado, damos hoje uma volta pelo mundo explorando os seus costumes mais caricatos.
É sempre bom reviver um clássico da literatura de borda de cama (com métodos absortivos de perdas hemáticas à mistura).
"Como assim o Snape mata o Dumbledore?!" E outros spoilers desta vida que nos consome.
No pool genético português, parecendo que não, há maltinha que sobressai.
Arte é entropia. Isto foi caos e disrupção - com qualidade, atenção.
A inocência da infância dá aso a que observemos o Mundo em nosso redor e seus respetivos ajavardamentos com uma liberdade interpretativa... no mínimo peculiar.
Estamos todos a ser observados. Exceto os finlandeses.
É que reclamar está tanto na nossa natureza que nem é preciso ser fabricado.
Quando se dá um choque entre culturas, das duas uma: ou dá para o torto, ou é parido um episódio que prima pela sua extraordinária mediocridade.
Grasnar ou não grasnar? Eis a questão.
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