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Por Carlo Quattrocchi
A palavra "igualdade", para a generalidade dos livres e especialmente para o maçom, carrega consigo uma força sugestiva e evocativa inegável, muito forte, nutrida desde os longínquos tempos de escola, quando aprendemos o lema inspirador da Revolução Francesa: " Liberté, egalité, fraternité.
E nessa iconografia consolidada ficou inculcada na mente de cada um de nós, com isso infelizmente perdendo (como acontece toda vez que um conceito de profundo valor esotérico é massificado e cristalizado com sua transformação em algo que é mais parecido com um slogan do que não a um pressuposto filosófico) seu profundo potencial de especulação, bem como a possibilidade - precisamente porque agora está hipostasiado como parte integrante e inseparável - de desenvolver com propriedades e plenitude todas as declinações e nuances possíveis úteis para o crescimento pessoal e plena consciência da mensagem nele contida.
No caminho de nosso estudo, atento aos antigos traços de beleza que tive a oportunidade de enfrentar em meu passado maçônico, considero oportuno oferecer à reflexão dos Irmãos algo mais do que o que se pode traçar sobre este tema tanto no os textos bibliográficos mais difundidos e habitualmente consultados de inspiração maçônica quanto ao que se pode extrair de uma pesquisa na internet, mas nem sempre é fácil distinguir à primeira vista o que pode ter significado e utilidade para nossa pesquisa daquilo que, na ao contrário, só traz confusão e indução de erro.
Em primeiro lugar, gostaria de examinar rapidamente esse conceito dentro da tríade mencionada e, em seguida, passar para análises mais específicas da mesma. Nesse contexto, a palavra "egalité" atua, como premissa menor aristotélica, como traço silogístico de união entre a premissa maior "liberté" e a conclusão "fraternité".
Em suma, o primeiro pressuposto do pressuposto em questão e, portanto, a primeira característica a ser traçada no indivíduo, seria a liberdade (um assunto sobre o qual temos uma referência maçônica precisa na definição das características que devem ser reconhecidas no knocker), elemento essencial e necessário para se chegar a realizar o trabalho de integração em fraternidade, ponto de chegada daquele processo evolutivo em que a egalité representa, por assim dizer, algo a meio caminho entre uma etapa intermediária e uma etapa acessória e secundária premissa comparada à premissa maior "liberté".
No entanto, tudo isto não nos permite de modo algum fazer um exame específico sobre o conceito de base da questão em questão: é necessário, portanto, analisar alguns outros elementos de distinção que nos permitem entrar mais diretamente no assunto.
By Luiz Sérgio F. CastroPor Carlo Quattrocchi
A palavra "igualdade", para a generalidade dos livres e especialmente para o maçom, carrega consigo uma força sugestiva e evocativa inegável, muito forte, nutrida desde os longínquos tempos de escola, quando aprendemos o lema inspirador da Revolução Francesa: " Liberté, egalité, fraternité.
E nessa iconografia consolidada ficou inculcada na mente de cada um de nós, com isso infelizmente perdendo (como acontece toda vez que um conceito de profundo valor esotérico é massificado e cristalizado com sua transformação em algo que é mais parecido com um slogan do que não a um pressuposto filosófico) seu profundo potencial de especulação, bem como a possibilidade - precisamente porque agora está hipostasiado como parte integrante e inseparável - de desenvolver com propriedades e plenitude todas as declinações e nuances possíveis úteis para o crescimento pessoal e plena consciência da mensagem nele contida.
No caminho de nosso estudo, atento aos antigos traços de beleza que tive a oportunidade de enfrentar em meu passado maçônico, considero oportuno oferecer à reflexão dos Irmãos algo mais do que o que se pode traçar sobre este tema tanto no os textos bibliográficos mais difundidos e habitualmente consultados de inspiração maçônica quanto ao que se pode extrair de uma pesquisa na internet, mas nem sempre é fácil distinguir à primeira vista o que pode ter significado e utilidade para nossa pesquisa daquilo que, na ao contrário, só traz confusão e indução de erro.
Em primeiro lugar, gostaria de examinar rapidamente esse conceito dentro da tríade mencionada e, em seguida, passar para análises mais específicas da mesma. Nesse contexto, a palavra "egalité" atua, como premissa menor aristotélica, como traço silogístico de união entre a premissa maior "liberté" e a conclusão "fraternité".
Em suma, o primeiro pressuposto do pressuposto em questão e, portanto, a primeira característica a ser traçada no indivíduo, seria a liberdade (um assunto sobre o qual temos uma referência maçônica precisa na definição das características que devem ser reconhecidas no knocker), elemento essencial e necessário para se chegar a realizar o trabalho de integração em fraternidade, ponto de chegada daquele processo evolutivo em que a egalité representa, por assim dizer, algo a meio caminho entre uma etapa intermediária e uma etapa acessória e secundária premissa comparada à premissa maior "liberté".
No entanto, tudo isto não nos permite de modo algum fazer um exame específico sobre o conceito de base da questão em questão: é necessário, portanto, analisar alguns outros elementos de distinção que nos permitem entrar mais diretamente no assunto.