Capítulo V, primeira parte de "O Céu e o Inferno", de Allan Kardec, item 6: "Devido às sua imperfeições, o Espírito culpado sofre primeiro na vida espiritual, sendo-lhe depois facultada a vida corporal como meio de reparação. É por isso que ele se acha nessa nova existência, quer com as pessoas a quem ofendeu, quer em meios análogos àqueles em que praticou o mal, quer ainda em situações opostas à sua vida precedente, como, por exemplo, (...)
Estamos na "rota do progresso" trabalhando efetivamente, ou estamos apenas na busca por prazeres superficiais e passageiros que com o tempo perdem a motivação nos amargurando e frustrando não aproveitando a oportunidade concedida pela Justiça Divina que quer que o "homem tudo deva aos seus esforços e seja o obreiro do seu futuro".
E que ao voltarmos à Pátria Espiritual, depois da morte, como fala Emmanuel, que nosso espírito não se sinta mais culpado por não ter aproveitado a vida corporal, e caso haja uma nova existência que, possamos ter evoluído um pouco, para podermos passar para uma nova fase de nosso progresso espiritual.