Vivemos um dos anos mais desafiadores da humanidade: 2020 ficará marcado pela pandemia de Covid-19, um vírus de 130 nanômetros que colocou a humanidade de joelhos.
A situação só não foi mais dramática graças aos avanços científicos, com a união de órgãos de pesquisa, empresas, organizações de saúde e mídia para a manutenção da vida, buscar curas e prevenção, além de educação e informação de todos.
Mesmo assim, muitas pessoas reagem negativamente à ciência, contestando seus avanços e sua importância para a vida, não apenas nesse caso, mas em tudo.
Por que isso acontece? Por que algumas pessoas renegam e até, em casos mais extremos, combatem a ciência?
Para falar sobre isso e muito mais nessa edição extraordinária do Jornal da Live, até sobre a relação entre ciência e espiritualidade, conversei com uma das maiores autoridades científicas brasileiras: Marcelo Gleiser. Ele é físico, astrônomo, e atualmente pesquisador e professor da Dartmouth College, universidade americana criada em 1769. Também é membro da American Physical Society e, no ano passado, ganhou o Prêmio Templeton, considerado o “Nobel da espiritualidade”.
E para você, ciência e espiritualidade são excludentes ou complementares?