Contemplando o Ressuscitado, o cristão redescobre as razões da própria fé (cf. 1
Cor 15, 14), e revive não só a alegria daqueles a quem Cristo se manifestou – os apóstolos, Madalena, os discípulos de Emaús –, mas também a alegria de Maria, que deverá ter tido uma experiência não menos intensa da nova existência do Filho glorificado (São João Paulo II, “Rosarium Virginis Mariae”, n. 23).