É lógico, por outra parte, que sintamos a atração, não já pelo pecado, mas por essas coisas humanas nobres em si mesmas, que deixamos por amor a Jesus Cristo, sem que por isso tenhamos perdido a inclinação a elas. Porque tínhamos essa tendência, a entrega de cada um de nós foi dom de si mesmo, generoso e desprendido; porque conservamos essa entrega, a fidelidade é uma doação contínua: um amor, uma liberalidade, um desprendimento que perdura, e não simples resultado da inércia. Diz São Tomás: eiusdem est autem aliquid constituere, et constitutum conservare (S. Th. II-II, q. 79, a. 1, c). O mesmo que deu origem à tua entrega, filho meu, haverá de conservá-la (São Josemaria, Carta 24/03/31, n. 12).