
Sign up to save your podcasts
Or


A retidão de intenção é o exercício diário de subordinar todo interesse — por mais nobre que pareça — à vontade de Deus, corrigindo o rumo sempre que necessário, sem culpa, com humildade e serenidade.
O pecado, em suas várias formas, é sempre uma ofensa ao amor de Deus — mas Deus permanece ativamente à espera, oferecendo perdão e chamando à conversão em qualquer estágio do caminho.
É uma meditação sobre a misericórdia infinita de Deus, ilustrada pela cura do paralítico (Mt 9) e pelas parábolas da ovelha perdida e do filho pródigo. Mostra que Deus ama cada pessoa individualmente, sem nunca desistir dela mesmo diante do pecado, e que essa proximidade se concretiza nos sacramentos (Confissão e Eucaristia). Termina convidando à correspondência a esse amor através das pequenas obras do dia a dia, da caridade e da retidão de intenção.
É uma meditação sobre a simplicidade como virtude espiritual — ilustrada pela carta de uma criança a Deus e por passagens do Evangelho (Bartimeu, as crianças com Jesus). Mostra como a soberba nos leva a aparentar o que não somos, complicando a convivência e a direção espiritual, e propõe conhecimento próprio, docilidade e devoção mariana como caminhos para viver com a autenticidade dos "filhos pequenos de Deus".
A virtude da mansidão como domínio da ira. Distingue ira boa (guiada pela razão) de ira má (perda de controle), e propõe dois passos: dominar a primeira reação (esperar, não repreender na hora) e depois buscar ajudar com compreensão. Aponta a soberba e o egoísmo como raízes da irritação, e a humildade e o autodomínio (silêncio, mortificação, envolver Deus) como remédio, tendo Cristo e Nossa Senhora como modelos de mansidão.
“E num ambiente paganizado ou pagão, quando esse ambiente chocar com a minha vida, não parecerá postiça a minha naturalidade?”, perguntas-me.
E te respondo: - Chocará, sem dúvida, a tua vida com a deles. E esse contraste, porque confirma com as tuas obras a tua fé, é precisamente a naturalidade que eu te peço (São Josemaria, "Caminho", n. 380).
Eu sou sempre igual não desejo o mal
Amo o natural etc. e tal
Gabriela, sempre Gabriela!
Eu nasci assim, eu cresci assim
E sou mesmo assim, vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela!
Mesmo nos momentos em que percebemos mais profundamente a nossa limitação, podemos e devemos olhar para Deus Pai, para Deus Filho e para Deus Espírito Santo, sabendo-nos participantes da vida divina (São Josemaria, "É Cristo que Passa", n. 160)
A temperança é a virtude moral que modera a atração pelos prazeres e procura o equilíbrio no uso dos bens criados. Assegura o domínio da vontaode sobre os instintos e mantém os desejos dentro dos limites da honestidade. A pessoa temperante orienta para o bem seus apetites sensíveis, guarda uma santa discrição e "não se deixa levar a seguir as paixões do coração" (Cf. Eclo 5,2; 37,27-31). A temperança é muitas vezes louvada na Bíblia (Catecismo da Igreja Católica, n. 1809).
Não se refazem os homens com os cosméticos e as homeopatias. São necessárias curas radicais e ferozes.
É preciso cortar onde se deve cortar, e queimar onde houver podridão, e jogar fora do ninho macio do hábito
quem não conhece a fresca fúria do vento e a salutar gelidez da neve, senão através das janelas de sua casa.
E se o ar vos cortar a respiração e vos sufocar tanto pior para vós e tanto melhor para os coveiros (G. Papini,
“Um homem acabado”, Clube do livro, São Paulo 1945, pp.100-101).
From the publisher's feed

53 Listeners

2 Listeners

0 Listeners

778 Listeners

0 Listeners