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Cantai e louvai ao Senhor em vossos corações, dando graças a Deus Pai, sempre e em todas as coisas, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Não podemos esquecer as pobres misérias da nossa vida, frequentes como o tic tac de um relógio: deste modo não esqueceremos que a nossa pobre fortaleza, alcançada com a graça divina, está repleta de debilidades.
Assim sendo, compreendemos que precisamos ser humildes e dirigir-nos ao Senhor dizendo: Tu, pela tua bondade, contas com a minha mesquinhez e, deste lixo, tira algo divino, me acende como o carvão no fogo, que se transforma em brasa e luz, e se transforma até desprender o brilho como de um rubi” (São Josemaria, Carta 14/02/74, n. 21).
É lógico, por outra parte, que sintamos a atração, não já pelo pecado, mas por essas coisas humanas nobres em si mesmas, que deixamos por amor a Jesus Cristo, sem que por isso tenhamos perdido a inclinação a elas. Porque tínhamos essa tendência, a entrega de cada um de nós foi dom de si mesmo, generoso e desprendido; porque conservamos essa entrega, a fidelidade é uma doação contínua: um amor, uma liberalidade, um desprendimento que perdura, e não simples resultado da inércia. Diz São Tomás: eiusdem est autem aliquid constituere, et constitutum conservare (S. Th. II-II, q. 79, a. 1, c). O mesmo que deu origem à tua entrega, filho meu, haverá de conservá-la (São Josemaria, Carta 24/03/31, n. 12).
Lança para longe de ti essa desesperança que te produz o conhecimento da tua miséria. - É verdade: por teu prestígio econômico, és um zero..., por teu prestígio social, outro zero..., e outro por tuas virtudes, e outro por teu talento... Mas, à esquerda dessas negações está Cristo... E que cifra incomensurável não resulta! (São Josemaria, "Caminho", n. 473).
A experiência, o saber tanto do mundo, o ler nas entrelinhas, a perspicácia excessiva, o espírito crítico... Tudo isso que, nas tuas relações e negócios, te levou demasiado longe, ao ponto de tornar-te um pouco cínico; todo esse “excessivo realismo” - que é falta de espírito sobrenatural - invadiu até mesmo a tua vida interior. - Por não seres simples, passaste a ser às vezes frio e cruel (São Josemaria, "Sulco", n. 436).
“A Obra depende de cada um de nós. É verdade que os primeiros tinham mais virtudes, mais qualidade. É verdade também que depende de nós agora o que a Obra seja em 2050, em 2100.
“Necessitamos ser bons instrumentos para que se possa dizer por aí que a Obra continua sendo a mesma de 1928, a que nos transmitiu o nosso Padre.
“Nós contamos também com toda a força de Deus e o poder de intercessão de Nossa Senhora. Temos que ser responsáveis, depende de nós que o espírito da Obra se transmita integramente” (D. Javier, 25/12/03).
Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu Te amei! Eis que habitavas dentro de mim e eu Te procurava do lado de fora ( Santo Agostinho).
É possível compreender um pouquinho o mistério da Cruz “de joelhos na oração” e com “as lágrimas” (Papa Francisco).
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