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Muitas vezes, idealizamos o prazer e o associamos a conquistas, lugares ou reconhecimentos. No entanto, essas “fatias” da vida — trabalho, relacionamentos ou realizações — não sustentam um prazer verdadeiro e duradouro. Quando colocamos nelas o centro da nossa satisfação, acabamos frustrados, ansiosos e até presos a uma busca constante por recompensas momentâneas.
A vida, no entanto, não foi criada para girar em torno de partes, mas de um propósito. Descobri-lo é apenas o começo; é preciso crer nele e amadurecê-lo diariamente, até que possamos, de fato, desfrutá-lo. Quando Deus ocupa o centro, tudo encontra sentido e suficiência. Nesse lugar, entendemos que o verdadeiro prazer não está no que temos, mas em quem somos: filhos de Deus.Muitas vezes, idealizamos o prazer e o associamos a conquistas, lugares ou reconhecimentos. No entanto, essas “fatias” da vida — trabalho, relacionamentos ou realizações — não sustentam um prazer verdadeiro e duradouro. Quando colocamos nelas o centro da nossa satisfação, acabamos frustrados, ansiosos e até presos a uma busca constante por recompensas momentâneas.
A vida, no entanto, não foi criada para girar em torno de partes, mas de um propósito. Descobri-lo é apenas o começo; é preciso crer nele e amadurecê-lo diariamente, até que possamos, de fato, desfrutá-lo. Quando Deus ocupa o centro, tudo encontra sentido e suficiência. Nesse lugar, entendemos que o verdadeiro prazer não está no que temos, mas em quem somos: filhos de Deus.
By Poiema CuritibaMuitas vezes, idealizamos o prazer e o associamos a conquistas, lugares ou reconhecimentos. No entanto, essas “fatias” da vida — trabalho, relacionamentos ou realizações — não sustentam um prazer verdadeiro e duradouro. Quando colocamos nelas o centro da nossa satisfação, acabamos frustrados, ansiosos e até presos a uma busca constante por recompensas momentâneas.
A vida, no entanto, não foi criada para girar em torno de partes, mas de um propósito. Descobri-lo é apenas o começo; é preciso crer nele e amadurecê-lo diariamente, até que possamos, de fato, desfrutá-lo. Quando Deus ocupa o centro, tudo encontra sentido e suficiência. Nesse lugar, entendemos que o verdadeiro prazer não está no que temos, mas em quem somos: filhos de Deus.Muitas vezes, idealizamos o prazer e o associamos a conquistas, lugares ou reconhecimentos. No entanto, essas “fatias” da vida — trabalho, relacionamentos ou realizações — não sustentam um prazer verdadeiro e duradouro. Quando colocamos nelas o centro da nossa satisfação, acabamos frustrados, ansiosos e até presos a uma busca constante por recompensas momentâneas.
A vida, no entanto, não foi criada para girar em torno de partes, mas de um propósito. Descobri-lo é apenas o começo; é preciso crer nele e amadurecê-lo diariamente, até que possamos, de fato, desfrutá-lo. Quando Deus ocupa o centro, tudo encontra sentido e suficiência. Nesse lugar, entendemos que o verdadeiro prazer não está no que temos, mas em quem somos: filhos de Deus.