Há exposições que funcionam como jogos - sem regras fixas, sem percurso anunciado, abertas ao acaso. A encerrar o ciclo Joga o Jogo: Fugida! - Em torno da Coleção da CGD aceita o imprevisível como método. Recebemos material dos bastidores do trabalho de Rui Horta Pereira, o artista convidado para esta última fase do ciclo. Rui Horta Pereira tem por hábito registar sons do seu processo de criação que tanto podem compreender gestos, montagens, pausas… e partilhou connosco gravações e apontamentos desse lugar intermédio onde as obras ainda se organizam e desorganizam.