Quando se pensa nos limites do corpo e da dramaturgia contemporânea, o nome de Marlene Monteiro Freitas surge de imediato. O seu trabalho marcado por humor, intensidade e experimentalismo, transforma a dança em linguagem poética e política, desafiando o que julgamos conhecer. Nesta temporada, regressa à Culturgest com NÔT, inspirado nas Mil e Uma Noites, e Canine Jaunatre 3, em colaboração com o Ballet de l’Opéra de Lyon, além da conversa Danças com Vida Própria. Recuperamos a sua entrevista com Cristina Peres no programa Uma Coleção para Amanhã, dos Estúdios Vítor Córdon para ouvirmos a própria Marlene sobre os seus processos de trabalho.