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O Quarto Evangelho, especialmente, é a exposição mais misteriosa e transcendental dos mistérios cristãos. Ele descreve de forma “sui generis” o surgimento do homem Jesus de uma forma diferente dos demais evangelistas. Nele Jesus surge como um ser já adulto dirigindo-se a João Batista para solicitar-lhe o batismo.
Este Evangelho foi escrito pela escola mais avançada do cristianismo, dentro do espírito cabalístico baseado na numerologia oculta. Difere amplamente dos demais, o que torna muito difícil sua interpretação para estudantes não versados nos mistérios da antiga numerologia, que atribuía valores numéricos às letras nos idiomas do passado.
Não é sem razão que este livro é preferido pelos mais avançados ocultistas, especialmente pelos Rosacruzes, a escola de mistérios do mundo ocidental, que tem aos seus cuidados a evolução espiritual das raças árias que seguem na vanguarda da evolução. Este trabalho chega ao seu final e ficaria incompleto sem alguns esclarecimentos.
Diz Eliphas Levi, o famoso mago do século XIX que a verdade está acima de todas as opiniões e de todos os partidos. A verdade é como o Sol; cego é quem não a vê. A lógica mais elementar esclarece que a verdade não pode ser captada pela grande maioria das pessoas, cuja consciência é dependente dos cinco sentidos físicos, os quais só podem captar os efeitos visíveis de causas ou verdades invisíveis.
No Evangelho de Nicodemos, considerado apócrifo pelo catolicismo romano, Cristo ao ser interrogado por Pilatos sobre a verdade responde que esta é proveniente do céu, ou seja, dos planos espirituais ou mundos das causas. A verdade é eterna e eterna há de ser a sua busca, diz o sr. Max Heindel. Portanto, é lógico admitir que a verdade não precisa ser inventada, ela é o sustentáculo de toda a criação.
Os Rosacruzes a revelaram pelo fato dos seus membros terem alcançado um grau evolutivo que os introduziram nos reinos em que ela habita e brilha com todo seu esplendor e glória, onde sempre existiu e continuará a existir por toda a eternidade.
O autor desta obra é membro de uma Escola esotérica, a Fraternidade Rosacruciana São Paulo, onde são ministrados os ensinos desta sublime instituição dos mistérios ocidentais, a Ordem Rosacruz. Através da sua excepcional filosofia, apresentada ao mundo ocidental em 1909 pelo seu mensageiro iniciado e autorizado pela Ordem, o senhor Max Heindel, foi possível vislumbrar o brilho dessa deusa cortejada pelos sábios de todos os tempos: a verdade!
O conhecimento dos seus mistérios mais simples, longe de enaltecer a vaidade dos estudantes, torna-os humildes e respeitosos. Embora algumas filosofias do passado tenham se aproximado da verdade em alguma extensão, suas deduções resultaram incompletas por falta de informações autorizadas e também por não ser a época apropriada para a revelação dos arcanos mais profundos.
By Lição EsotéricaO Quarto Evangelho, especialmente, é a exposição mais misteriosa e transcendental dos mistérios cristãos. Ele descreve de forma “sui generis” o surgimento do homem Jesus de uma forma diferente dos demais evangelistas. Nele Jesus surge como um ser já adulto dirigindo-se a João Batista para solicitar-lhe o batismo.
Este Evangelho foi escrito pela escola mais avançada do cristianismo, dentro do espírito cabalístico baseado na numerologia oculta. Difere amplamente dos demais, o que torna muito difícil sua interpretação para estudantes não versados nos mistérios da antiga numerologia, que atribuía valores numéricos às letras nos idiomas do passado.
Não é sem razão que este livro é preferido pelos mais avançados ocultistas, especialmente pelos Rosacruzes, a escola de mistérios do mundo ocidental, que tem aos seus cuidados a evolução espiritual das raças árias que seguem na vanguarda da evolução. Este trabalho chega ao seu final e ficaria incompleto sem alguns esclarecimentos.
Diz Eliphas Levi, o famoso mago do século XIX que a verdade está acima de todas as opiniões e de todos os partidos. A verdade é como o Sol; cego é quem não a vê. A lógica mais elementar esclarece que a verdade não pode ser captada pela grande maioria das pessoas, cuja consciência é dependente dos cinco sentidos físicos, os quais só podem captar os efeitos visíveis de causas ou verdades invisíveis.
No Evangelho de Nicodemos, considerado apócrifo pelo catolicismo romano, Cristo ao ser interrogado por Pilatos sobre a verdade responde que esta é proveniente do céu, ou seja, dos planos espirituais ou mundos das causas. A verdade é eterna e eterna há de ser a sua busca, diz o sr. Max Heindel. Portanto, é lógico admitir que a verdade não precisa ser inventada, ela é o sustentáculo de toda a criação.
Os Rosacruzes a revelaram pelo fato dos seus membros terem alcançado um grau evolutivo que os introduziram nos reinos em que ela habita e brilha com todo seu esplendor e glória, onde sempre existiu e continuará a existir por toda a eternidade.
O autor desta obra é membro de uma Escola esotérica, a Fraternidade Rosacruciana São Paulo, onde são ministrados os ensinos desta sublime instituição dos mistérios ocidentais, a Ordem Rosacruz. Através da sua excepcional filosofia, apresentada ao mundo ocidental em 1909 pelo seu mensageiro iniciado e autorizado pela Ordem, o senhor Max Heindel, foi possível vislumbrar o brilho dessa deusa cortejada pelos sábios de todos os tempos: a verdade!
O conhecimento dos seus mistérios mais simples, longe de enaltecer a vaidade dos estudantes, torna-os humildes e respeitosos. Embora algumas filosofias do passado tenham se aproximado da verdade em alguma extensão, suas deduções resultaram incompletas por falta de informações autorizadas e também por não ser a época apropriada para a revelação dos arcanos mais profundos.