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Em livro, psiquiatra Daniel de Barros defende que toda emoção tem lado bom e ruim.
A ciência pode ensinar a usar a tristeza, o medo, a raiva e outras emoções negativas a favor da evolução do ser humano. Essa é a percepção do psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC), Daniel Martins de Barros, em seu livro recém-lançado “O Lado bom do lado ruim”.
“No dia a dia, com a nossa vida normal, sem que as nossas emoções fiquem adoecidas ou que virem transtornos, esses sentimentos considerados ruins nos mostram coisas importantes. A gente precisa ficar atento a tudo o que nós sentimos, aprender a discernir e a discriminar isso”, resume o autor.
No podcast, Barros explica como emoções desagradáveis servem de alertas preciosos para a percepção do que não vai bem na vida de cada um.
“Se você está triste por alguma coisa, é porque aquilo era importante para você. Então, essa sensação é uma grande sinalizadora de valores, de prioridades, de coisas que realmente têm importância. Ela nos ajuda a identificar e a pensar sobre isso”, exemplifica.
Crédito da imagem: fizkes – iStock
By Instituto ClaroEm livro, psiquiatra Daniel de Barros defende que toda emoção tem lado bom e ruim.
A ciência pode ensinar a usar a tristeza, o medo, a raiva e outras emoções negativas a favor da evolução do ser humano. Essa é a percepção do psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC), Daniel Martins de Barros, em seu livro recém-lançado “O Lado bom do lado ruim”.
“No dia a dia, com a nossa vida normal, sem que as nossas emoções fiquem adoecidas ou que virem transtornos, esses sentimentos considerados ruins nos mostram coisas importantes. A gente precisa ficar atento a tudo o que nós sentimos, aprender a discernir e a discriminar isso”, resume o autor.
No podcast, Barros explica como emoções desagradáveis servem de alertas preciosos para a percepção do que não vai bem na vida de cada um.
“Se você está triste por alguma coisa, é porque aquilo era importante para você. Então, essa sensação é uma grande sinalizadora de valores, de prioridades, de coisas que realmente têm importância. Ela nos ajuda a identificar e a pensar sobre isso”, exemplifica.
Crédito da imagem: fizkes – iStock