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Olá, bem vindos.
Estou atrasada e não é por uma boa causa, é mesmo por estar de volta a casa e ter a escola em casa, com tudo o que isso significa. E se, por um lado, há um ano, muito rapidamente nos adaptámos à escola em casa, ainda mais depressa nos habituámos a ter outra vez a escola a acontecer… na escola. Deste lado, a #lovelyrita descobriu uma escola na qual tem vontade de estar e apresenta-se contrariada neste regresso às aulas online porque… Covid happens (não é ela a infectada, felizmente!) e pensávamos que já estava a acabar. Ainda não acabou, só melhorou, mas basta uma suspeita para regressarmos a casa, aguardando confirmação. Por isso, prestem atenção, ainda não acabou.
Estar em casa, depois de ter decidido dar mais uma volta à minha vida, aceitando trabalhar a maior parte do tempo fora de casa, fez-me pensar nisto tudo e na forma como, acredito, jamais voltaremos a conhecer a estabilidade como ela se define.
Em simultâneo, a COP 26 termina hoje. Parece mais um desfile ou um encontro sobre o clima, uma espécie de summit no qual muito se discute e pouco se faz e que termina exactamente como começou, ficando tudo na mesma. O problema é que ficar na mesma vai piorar a situação e não nos podemos dar ao luxo de viver num Planeta em sobre aquecimento porque, ao contrário dos computadores que tanto usamos, não tem um cooler interno que dispara quando está muito quente, nem uma característica da maior parte dos dispositivos digitais quando estão em overheat: o Planeta não pára porque, se parar, morreu. E não queremos isso, pois não?
Sobre coisas que queremos, oiçam o que vos entrego hoje, porque é um tema que dá que pensar: podem os pais publicar fotos dos seus filhos sem o seu consentimento? O que fazer quando um filho pede para não publicarmos as suas fotos nas redes sociais?
Publicamos?
É o tema da semana, que se relaciona com um outro debate que está a acontecer e que levei para o instagram, o das crianças que estão a ser socializadas online e, que, por essa razão, falam português do Brasil. O nosso problema é o sotaque ou o nosso problema é deixarmos as crianças à solta na net? Pois.
Beijos e até para a semana 💋💋
By Paula CordeiroOlá, bem vindos.
Estou atrasada e não é por uma boa causa, é mesmo por estar de volta a casa e ter a escola em casa, com tudo o que isso significa. E se, por um lado, há um ano, muito rapidamente nos adaptámos à escola em casa, ainda mais depressa nos habituámos a ter outra vez a escola a acontecer… na escola. Deste lado, a #lovelyrita descobriu uma escola na qual tem vontade de estar e apresenta-se contrariada neste regresso às aulas online porque… Covid happens (não é ela a infectada, felizmente!) e pensávamos que já estava a acabar. Ainda não acabou, só melhorou, mas basta uma suspeita para regressarmos a casa, aguardando confirmação. Por isso, prestem atenção, ainda não acabou.
Estar em casa, depois de ter decidido dar mais uma volta à minha vida, aceitando trabalhar a maior parte do tempo fora de casa, fez-me pensar nisto tudo e na forma como, acredito, jamais voltaremos a conhecer a estabilidade como ela se define.
Em simultâneo, a COP 26 termina hoje. Parece mais um desfile ou um encontro sobre o clima, uma espécie de summit no qual muito se discute e pouco se faz e que termina exactamente como começou, ficando tudo na mesma. O problema é que ficar na mesma vai piorar a situação e não nos podemos dar ao luxo de viver num Planeta em sobre aquecimento porque, ao contrário dos computadores que tanto usamos, não tem um cooler interno que dispara quando está muito quente, nem uma característica da maior parte dos dispositivos digitais quando estão em overheat: o Planeta não pára porque, se parar, morreu. E não queremos isso, pois não?
Sobre coisas que queremos, oiçam o que vos entrego hoje, porque é um tema que dá que pensar: podem os pais publicar fotos dos seus filhos sem o seu consentimento? O que fazer quando um filho pede para não publicarmos as suas fotos nas redes sociais?
Publicamos?
É o tema da semana, que se relaciona com um outro debate que está a acontecer e que levei para o instagram, o das crianças que estão a ser socializadas online e, que, por essa razão, falam português do Brasil. O nosso problema é o sotaque ou o nosso problema é deixarmos as crianças à solta na net? Pois.
Beijos e até para a semana 💋💋