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Não tem manual, não tem roteiro - ou, pelo menos, não deveria. O sexo é uma jornada que vai mudando com o tempo e o que era tabu ontem pode virar curiosidade hoje, uma nova experiência. Explorar a sexualidade pode (e deve!) ser leve, livre de culpa, e, principalmente, sem pressa.
E o cardápio de possibilidades é vasto. Vai desde o uso de brinquedos eróticos (o sugador clitoriano, por exemplo) até fantasias, fetiches e práticas menos convencionais, como o sexo tântrico ou anal. Trocar de ambiente, testar o sexo virtual ou apenas resgatar o toque sem pressa também aparecem como formas de reinventar o desejo e aprofundar a conexão com o outro. Já tentou algum desses?
Claro que nem sempre é simples falar sobre isso - muitos sentem vergonha, tem receio de julgamento, insegurança com o próprio corpo... isso pesa. Mas dá pra quebrar esse gelo aos poucos com mais afeto e informação! A pergunta que fica é: o que está na sua lista de desejos não realizados?
Não tem manual, não tem roteiro - ou, pelo menos, não deveria. O sexo é uma jornada que vai mudando com o tempo e o que era tabu ontem pode virar curiosidade hoje, uma nova experiência. Explorar a sexualidade pode (e deve!) ser leve, livre de culpa, e, principalmente, sem pressa.
E o cardápio de possibilidades é vasto. Vai desde o uso de brinquedos eróticos (o sugador clitoriano, por exemplo) até fantasias, fetiches e práticas menos convencionais, como o sexo tântrico ou anal. Trocar de ambiente, testar o sexo virtual ou apenas resgatar o toque sem pressa também aparecem como formas de reinventar o desejo e aprofundar a conexão com o outro. Já tentou algum desses?
Claro que nem sempre é simples falar sobre isso - muitos sentem vergonha, tem receio de julgamento, insegurança com o próprio corpo... isso pesa. Mas dá pra quebrar esse gelo aos poucos com mais afeto e informação! A pergunta que fica é: o que está na sua lista de desejos não realizados?