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A semana chega com mais um episódio do O Raio Acertou. Grandes nomes vem se destacando no gênero do terror e do horror. Mike Flanagan, acredito, ser o mais expoente desta década. No episódio de hoje trazemos a obra e a identidade do cineasta Jordan Peele com seu novo filme. De pano de funda na narrativa encontramos uma crítica social muito forte sobre a cultura imagética e imediatista de Hollywood. Claro, que a crítica se estende encaixando-se nas diversas realidades que percorremos e vivemos. Ouça O Raio Acertou: o raio acerta onde falta humanidade.
A semana chega com mais um episódio do O Raio Acertou. Nesta semana, com a presença do amigo Bruno Freire, junto com Dione Afonso, o bate-papo gira em torno da construção de Hollywood e o centro de controle político, econômico e educacional. Para quem não sabe, a Sétima Arte tornou-se uma poderosa arma durante o período das Grandes Guerras e também de conflitos internacionais. Tudo o que ia para as telonas tinha um interesse muito mais profundo do que o simples produzir a arte e entreter seus expectadores. Nossos apresentadores tentam trazer um pouco de tudo o que rolava dentro dos muros desse gigante que chamamos de Hollywood e tudo o que acontecia fora dos muros. O que determinava padrão artístico e o que era combatido em outro campo de batalha: o cinema. Ouça O Raio Acertou: o raio acerta onde falta humanidade.
No episódio desta semana, a conversa gira em torno de produções artísticas - televisivas e cinematográficas - que são responsáveis em transmitir ao público as imagens daquilo que o morro é e/ou representa. O lugar do morro / favela é um espaço que muito sofre com as características que essas mídias canonizam a respeito do que realmente é. Usando como exemplo o Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte-MG, surgem questionamentos sobre até onde vai a cidade, o meio urbano e como que a serra (o morro) é classificado entre essas urbanidades. Infelizmente muitas figuras de linguagem e muitas imagens veiculadas colocam o morro como um não-lugar, um não-endereço, uma não-cidade. As estruturas sociais, políticas e econômicas fortalecem discursos de segregação desrespeitando e não levando em conta a humanidade que ali vive. Famílias, jovens, crianças, comunidades de gente do bem que insiste em lutar por seu lugar e reconhecimento geográfico. Confira o episódio de hoje. O Raio Acertou, e o Raio acerta onde falta humanidade!
"O raio acerta onde falta humanidade!". Nós nunca vamos nos cansar de repetir esse verso. Nele há verdade, comprometimento, ação, verbal e social. Ser desumano é grave e cruel. Ser desumano é destituir-se de toda a nossa capacidade de amar, de viver, de acolher... "Flee", o documentário que faz história na edição do OScar deste ano é uma narrativa necessária para a temática. E trouxemos um pouquinho sobre ele no episódio desta semana. Venha conferir. O raio acerta onde falta humanidade. O raio Acertou: a nossa principal pauta é você.
Gostou do tema dessa semana né?! No mínimo, você deve ter ficado curioso. O Raio Acertou: o episódio dessa semana traz um tema que, de início, parece algo muito pessoal e simples. Mas, quando aprofundamos elementos tão marcantes do dia a dia, percebemos que falar de coisas alegres, de comédia e humor, ainda existem certas barreiras a serem derrubadas. Três foram as inspirações para abordar este assunto: 1) A aprovação da Lei Paulo Gustavo pela Câmara dos Deputados; 2) A presença da comédia brasileira; 3) O reconhecimento da comédia em premiações nacionais e globais. Venha conferir. O raio acerta onde falta humanidade. O raio Acertou: a nossa principal pauta é você.
O Raio Acertou. O episódio dessa semana traz mais um indicado ao oscar: "King Richard: Criando Campeãs", é um filme que traz Wil Smith protagonizando a história das irmãs Williams tornando-se as maiores atletas do tênis que o mundo já viu. Ao lado do repórter Christian Maia, trazemos assuntos pertinentes sobre a presença feminina no esporte e, sobretudo, das barreiras e episódios de machismo que elas sofrem ainda hoje. Venha conferir. O raio acerta onde falta humanidade. O raio Acertou: a nossa principal pauta é você.
O Raio Acertou. O seu podcast sobre jornalismo narrativo está de volta com novos episódios semanais hoje às 11h. O episódio dessa semana não poderia deixar de abordar os indicados ao Oscar 2022. Só se fala nisso. Claro que não iremos abordar toda a lista. O raio acerta onde falta humanidade e, com isso, abordamos produções como "Ataque dos Cães" que esse ano é o líder de indicações, com 12 Categorias indicadas e também falamos de "A Filha Perdida" e "No Ritmo do Coração". Venha conferir. O raio acerta onde falta humanidade. O raio Acertou: a nossa principal pauta é você.
O Raio Acertou. O seu podcast sobre jornalismo narrativo está de volta com novos episódios semanais toda sexta-feira às 11h. No episódio dessa semana tem uma fala muito interessante sobre o novo filme "Spencer", em cartaz, nos cinemas, dirigido por Pablo Larrain. Vena conferir. O raio acerta onde falta humanidade. O raio Acertou: a nossa principal pauta é você
Você já deve ter ouvido falar a expressão: "dá-se um jeitinho"; Aquele jeitinho brasileiro que deixa marcas na pele de tandos brasileiros; aqueles jeitos sem consertos que ferem e deixam cicatrizes, tanto físicas, quanto sociais e psicológicas. Nasce aí, desse expressão, um discurso xenofóbico que não se trata apenas do preconceito ao estrangeiro, ao estranho, desconhecido, mas também um desafeto, um depreço e uma rejeição a esse diferente. O jeitinho brasileiro não nos permite enxergar esse outro ser humano igual a mim. O jeitinho brasileiro nãome ajuda a acolher o outro como gente. O jeitinho brasileiro só reafirma a minha autoridade e soberania a quem é mais fraco que eu. O jeitinho brasileiro trata a quem não se encaixa no ciclo de relações sociais como objeto e ferramenta de trabalho descartável. Confira mais um episódio do "O Raio Acertou". E o Raio Acerta aí, onde uma falta de humanidade por causa desses jeitinhos brasileiros. Chega mais para mais um "O Raio Acertou".
"O Raio Acertou" está em seu segundo episódio. Quando o vilão vence... é a premissa que direciona o nosso bate-papo de hoje. Com um olhar no passado e depois chegando no ponto alto que é o ano de 2019, identificamos como que o personagem Coringa encontra respaldo e admiradores na sociedade. Depois, avançamos nossa conversa chegando também às figuras femininas, como Cruella, por exemplo... E o Raio Acerta aí, onde a falta de humanidade gesta novos Coringas e novas Cruellas na sociedade hoje. Chega mais para mais um "O Raio Acertou".
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