O Samba é Meu Dom

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O Samba é Meu Dom episodes

  • Entrevista com o grupo teatral Talvez Elisabeth
    Lucas Marcelino conversa com Paloma Rodrigues, Amara Hartmann e Barbara Arakaki, do grupo Talvez Elisabeth que está em temporada com a peça Volvere Vento, no Teatro Experimental da Anhembi-Morumbi.
    A peça conta a história de três prostitutas trabalhando em condições precárias, onde uma delas tenta sair dessa exploração, a mais grave e violenta contra a mulher e seu corpo. Mas o grupo não pretende apenas isso com o espetáculo, muito pelo contrário. A proposta é ir além.
    Através da situação da mulher, o grupo levanta diversos temas como prostituição, trabalho escravo, manipulação midiática, abuso de poder e as opressões impostas às minorias.
    Para complementar as impressões levantadas no espetáculo, as exibições às sextas-feiras começam uma hora mais cedo para dar tempo de realizar debates entre o grupo e os espectadores. Foi assim quando recentemente se apresentaram no CEU Heliópolis, em uma das maiores favelas do Brasil.
    Composto exatamente por metade de integrantes mulheres e metade homens, o grupo Talvez Elisabeth apresenta grande sensibilidade para os problemas enfrentados pela mulher e, permeado pelo movimento feminista, constrói sua crítica à sociedade atual.
    A peça é dirigida por Didio Gonçalves e conta com Renan Novais na dramaturgia. Amara Hartmann, Barbara Arakaki, Paloma Rodrigues e Anna Motta, junto com Caio Coppoli, formam o time de palco. Adler Henrique é o responsável pela direção musical. Thayse Sborowski e Sancler Pantano tomam conta da luz e do som. Esse time já conta com o prêmio de melhor atriz coadjuvante entregue a Barbara Arakaki na edição de 2016 do FESTTO (Festival Nacional de Teatro de Teofilo Otoni).
    Esses são só os primeiros passos de um grupo que tem tudo para construir uma longa estrada de sucesso!
    Informações
    https://www.facebook.com/grupotalvezelizabeth
    https://www.facebook.com/events/123292731457714
    O espetáculo é gratuito, mas é preciso chegar com uma hora de antecedência para retirar os ingressos.
    Datas: 9 e 10, 16 e 17, 23 e 24 de setembro de 2016.
    Horários: 20 horas (sexta), seguida de debate após a apresentação e 21 horas (sábados).
    Endereço: Teatro Experimental Anhembi Morumbi. Rua Doutor Almeida Lima, 993 – Mooca, São Paulo/SP. Próximo (cerca de 300m) da estação Bresser-Moóca do metrô.
    Músicas
    Apesar de Você - Chico Buarque
    Formation - Beyoncé
    Terra de Gigantes - Engenheiros do Hawaii
    Back to Black - Amy Winehouse
    Socorro - Cássia Eller
    Til It Happens To You - Lady Gaga
    Porque - Sonia Santos
    Chão de Giz - Zé Ramalho
    Esquiva da Esgrima - Criolo
    Vida Loka Parte II - Racionais
    Maria da Vila Matilde - Elza Soares
    Feeling Good - Nina Simone
    É o Poder - Karol Conka
    Summertime - Janis Joplin
    Blues da Piedade - Cazuza
    1 hr 54 min
  • O referendo revogatório do presidente Nicolás Maduro
    A situação do governo venezuelano também não é fácil.
    Ontem o CNE - Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela certificou as assinaturas necessárias para dar andamento na reivindicação da oposição de realizar o referendo revogatório do mandato do presidente Nicolás Maduro.
    Esse é um dispositivo constitucional, já utilizado em 2004 como forma de tentar derrubar o presidente Chávez, mas que naquele momento não obteve êxito.
    Veja mais em nosso site:
    http://wp.me/p71uZo-17m
    14 min
  • 10 anos da Lei Maria da Penha - Carol Matos #004
    O tema tratado nesta semana foi a Lei Maria da Penha, que acabou de completar dez anos de existência.
    Considerada um marco no combate à violência doméstica no Brasil, a Lei foi apontada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a terceira melhor lei do mundo sobre o tema.
    Ainda que tenha estabelecido importantes mecanismos para coibir agressões e para proteger a mulher que sofre ou que se encontra sob tal risco, o dispositivo encontra barreiras para plena efetividade.
    O bárbaro cenário de violência doméstica persiste e, também por isso, a luta das mulheres por sua autonomia e liberdade se mostra cada vez mais necessária.
    #radiopopular
    14 min
  • Já ouviu falar da fábrica ocupada Flaskô? - Carol Matos #003
    No programa desta semana, falaremos da Fábrica Flaskô, uma fábrica sem patrões, onde os trabalhadores são donos do que eles mesmos produzem.
    Localizada em Sumaré, a Flaskô conta com cerca de 70 trabalhadores que decidem coletivamente questões da produção de tambores plásticos.
    Desde que seus patrões afundaram a fábrica em dívidas e que seus trabalhadores tomaram a produção, já são 13 anos de luta e resistência, em nome do direito ao trabalho e em defesa das pautas históricas da classe trabalhadora rumo à superação do capitalismo e suas injustiças.
    21 min
  • As olimpíadas e a história do futebol feminino - Carol Matos #005
    O tema desta semana é o futebol feminino no Brasil, inspirado pelo importante desempenho das mulheres nas Olimpíadas Rio 2016.
    Desde o início da prática, as mulheres que jogavam futebol eram vistas como grosseiras e "sem classe", preconceito reforçado por virem de camadas sociais desfavorecidas. O conservadorismo do Estado Novo chegou a proibir a prática de futebol às mulheres no país, o que se manteve até 1975. Já na década de 1980, muitas equipes e ligas foram surgindo, mesmo com pouca mídia e pouco investimento.
    As jogadoras brasileiras seguem quebrando rótulos e driblando muitas dificuldades, conquistando, com raça e bom futebol, seu espaço na modalidade.
    21 min
  • Internet: Entre a liberdade e capitalismo de vigilância - Outras Palavras.Net
    Os companheiros e companheiras do Outras Palavras, grande iniciativa de comunicação colaborativa na internet, estão fazendo alguns vídeos experimentais muito interessantes e ontem, dia 10 de agosto, postaram uma entrevista com o tema: Internet: entre a Liberdade e o capitalismo de vigilância.
    Os entrevistados foram Rafael Zanatta, que atua no IDEC e coordenou o Núcleo de Direito, Internet e Sociedade da USP e Rafael Evangelista, que é professor da Unicamp e integra a Rede Latino Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits).
    Eles abordam assuntos muito importantes, como o funcionamento da internet hoje, o funcionamento de importantes plataformas, como o Facebook, sobre a pressão que as empresas de telecomunicações tem feito em seguimentar o acesso ao conteúdo da internet, sobre práticas de vigilância, da relação das grandes corporações, do mercado financeiro, na internet, sobre as estratégias das agencias de vigilância , princialmente dos EUA - importante informação sobre Pokemon Go e muito mais. O debate também aponta algumas tendencias, iniciativas interessantes. Muitos dados, muita informação que com certeza vai fazer você pensar muito sobre esses assuntos.
    Como essa entrevista ficou muito boa e é uma grande contribuição para a discussão em nossas organizações e movimentos, extraímos o áudio e disponibilizamos aqui pra vocês. Também estará disponível em nosso SoundCloud e em nosso feed de áudio (Podcast), então se não puder ouvir tudo agora, baixe o arquivo no seu celular e ouça quando quiser.
    O entrevistador foi o Antonio Martins, Editor do Outras Palavras, a captação do vídeo e áudio foi feita por Gabriela Leite e Simone Paz e a Direção, montagem e finalização, feita pela Gabriela Leite. O vídeo ficou muito bom nesse formato. Você pode assisti-lo no site http://www.outraspalavras.net e no Youtube, não deixe de se inscrever no Canal.
    Matéria publicada no Outras Palavras
    http://outraspalavras.net/capa/a-internet-tragada-pelo-capitalismo-de-vigilancia/
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    1 hr 25 min
  • A importância do trabalho de base do MLB - Carol Matos #002
    Carol Matos é cearense, mas mora atualmente na cidade de Campinas, São Paulo e trabalha no IBGE. É graduada em Ciências Econômicas e colabora com a Rádio Popular às terças-feiras, as 17h.
    Nesse programa, Carol fala sobre suas impressões ao participar de uma atividade de rua do MLB, que luta por uma verdadeira reforma urbana em nosso país. Essa experiência foi no bairro do Eldorado, em Diadema.
    13 min
  • Íntegra do debate - A fotografia como olhar político
    A Editora Elefante e a Fundação Rosa Luxemburgo organizaram um debate para lançar dois livros – Cidade em jogo e Memória Ocular – que se encontram em temas como fotografia e manifestações públicas. O debate conta com as participações de três fotógrafxs: Luiz Baltar, Sérgio Silva e da mediadora Verena Glass.
    As publicações tratam da importância da fotografia e de suas consequências. A imagem é hoje uma grande parceira de movimentos sociais e mobilizações. Numa época em que fotos se espalham na velocidade de curtidas e compartilhamentos, fotografar é também transmitir reivindicações com a urgência de cada emoção envolvida e alcançar lugares distantes.
    Outro assunto em comum das duas obras é a repressão militar contra protestos e movimentos sociais. Em Cidade em jogo, muitas fotografias mostram o famoso “legado social” deixado pela Copa da Mundo: os escombros causados pelas remoções e pessoas resistindo a esse processo. Memória Ocular aborda o uso de armamento pela Polícia Militar do governo do Estado de São Paulo contra manifestantes e a dificuldade das vítimas na obtenção de reparações justas.
    Sobre o livro Cidade em jogo
    A capa de Cidade em jogo é uma fotografia em preto e branco de Luiz Baltar. Escombros, entulho e um céu ameaçador. Logo se percebe o caminhão-caçamba, as casinhas no morro. Uma mulher no centro da foto. Uma pichação diz: “somos seres humanos”. Outra: “onde vamos louvar?”.
    Na contracapa, a foto continua. Um caminhão de fretes e mudanças. Ainda se lê “fora Fifa, queremos casa”. Em poucos segundos, a fotografia conta a história de um lugar, apresenta personagens, faz uma denúncia e explica quem são os algozes. O local da foto é a área da favela Metrô-Mangueira, no entorno do Estádio Maracanã.
    Cidade em jogo traz fotografias de AF Rodrigues, Elisângela Leite, Kátia Carvalho, Luiz Baltar, Rosilene Miliotti e Thiago Diniz, com texto de Dante Gastaldoni. A organização é de Laura Burzywoda, Leonie Heine e Moritz Heinrich, do Grupo OXIS. O livro é bilíngue, em alemão e português.
    Sobre o livro Memoria ocular
    “Quis fotografar a tropa de choque em posição de ataque exatamente na esquina oposta, atirando para todos os lados. Fiz três fotos num só clique. Quando tirei a câmera do olho, senti o impacto”, conta Sérgio Silva, que perdeu a visão do olho esquerdo em 13 de junho de 2013, no momento em que terminava de fotografar um ataque da Polícia Militar de São Paulo.
    O livro Memória ocular conta a história de Sérgio. A trama pessoal acompanha a vida política brasileira, com destaque para as dificuldades que as vítimas do Estado enfrentam ao buscar reparação pela violência que sofreram. Sérgio cunhou a frase “bala de borracha cega, mas não cala”, e segue fotografando, denunciando. A autoria do livro é de Tadeu Breda, com ilustrações de Breno Ferreira, Carolina Ito, Mateus Acioli, Vitor Flynn e João Ricardo Moreira.
    Quem participou do debate:
    Luiz Baltar é designer gráfico e fotógrafo documentarista formado pela Escola de Fotógrafos Populares em 2012. Já em 2009, começa a fotografar o cotidiano e o processo de remoção em diversas comunidades do Rio de Janeiro no contexto da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Desde 2010, fotografa as invasões militares e o processo de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora nas favelas e comunidades. Com suas fotos, Baltar denuncia as remoções forçadas e a violação dos direitos humanos.
    Sérgio Silva, profissão Fotógrafo. Desenvolve seu trabalho dentro do fotojornalismo dedicando-se à pauta política. Tem como foco acompanhar a luta dos movimentos sociais neste período recente do país.
    Verena Glass é coordenadora de projetos Brasil da Fundação Rosa Luxemburgo.
    Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1055325111226920
    Fundação Rosa Luxemburgo
    http://rosaluxspba.org/
    1 hr 37 min

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Um podcast sobre a história e resistência do samba.