Observatório Feminino

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By ItatiaiaSociety & Culture
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Observatório Feminino episodes

  • Observatório Feminino recebe a Miss GMais Fernanda Castelo Branco

    Quem já assistiu um concurso de Miss Brasil? O habitual são mulheres altas, magras, o corpo considerado “padrão”. No entanto, mulheres de todo o mundo tem tentado quebrar essa imagem do que é uma miss. Neste domingo (10), o podcast Observatório Feminino recebe uma modelo que não faz parte desse “padrão” que a população está acostumada.

    Fernanda Castelo Branco foi eleita em setembro Miss GMais Minas Gerais e, em novembro, participou do concurso Miss Plus Size Nacional, no Rio de Janeiro, levando o primeiro lugar na categoria: Miss GMais Nacional. Agora, ela representa todo o país como Miss Plus Size.

    O evento tem participação de mulheres de vários estados e chama atenção também por que todas as 4 candidatas que representaram Minas Gerais foram eleitas misses nacionais, sendo que duas delas receberam o maior prêmio em suas categorias: “Miss GMais Nacional” e “Miss Curvy Nacional”. As outras mineiras levaram pra casa, ainda, as faixas de “Miss Turismo Nacional” e “Segunda Princesa Plus Size Nacional”

    O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas

    22 min
  • Observatório Feminino debate a violência doméstica e a vergonha da vítima

    Em 11 de novembro, a modelo e apresentadora Ana Hickmann registrou um boletim de ocorrência contra o marido, Alexandre Correa. Ela acusa o marido de violência doméstica, os dois estavam em casa quando discutiram e Correa partiu para a agressão. A apresentadora relatou também que ele tentou evitar que ela ligasse para a polícia.

    Neste domingo (3), o podcast Observatório Feminino trata a violência doméstica e a vergonha sentida pela vítima. O podcast recebe a psicóloga Erika Machado.

    24 min
  • Podcast debate: como é ser uma mulher preta em uma sociedade machista?

    Neste domingo (26) o podcast Observatório Feminino conversa com a escritora Olívia Pilar, que acaba de lançar o romance "Um traço até você". O livro conta a história de uma mulher negra que busca se encontrar no amor e na vida, enfrentando os desafios de uma sociedade racista e machista.

    Olívia conta como ela criou a personagem principal, quais foram as suas inspirações e referências, e como ela abordou temas como gênero, raça e identidade em sua obra.

    Também vamos discutir um conceito que muitas vezes é ignorado ou desconhecido: a solidão da mulher negra. O que significa ser uma mulher negra em um mundo que valoriza padrões eurocêntricos de beleza, afeto e sucesso? Como o racismo se manifesta desde a infância até a vida adulta, afetando as relações amorosas, sociais e profissionais das mulheres negras?

    E o que podemos fazer para combater esse racismo e promover a autoestima, a sororidade e a representatividade das mulheres negras em todos os espaços?

    Essas são algumas das questões que vamos explorar neste podcast, com a participação especial da Olívia Pilar, uma voz potente e necessária da literatura brasileira contemporânea.

    21 min
  • Podcast debate: o que sente uma mãe de um prematuro quando chega a hora do parto?

    Novembro é penúltimo mês do ano e é dedicado à causa da prematuridade. É considerado um bebê prematuro, a criança que nasce antes de completar 37 semanas de gestação. Neste ano, a campanha chamada Novembro Roxo tem o seguinte tema: “Pequenas ações, grande impacto: contato pele a pele imediato para todos os bebês, em todos os lugares”.

    O Brasil é o 10º país no ranking mundial de nascimentos prematuros. Cerca de 340 mil bebês nascem antes de completar 37 semanas, todos os anos. E mesmo com todo acompanhamento, o bebê pode nascer antes da hora. O Novembro Roxo visa conscientizar e orientar sobre a importância da estimulação precoce e do acompanhamento do bebê ao longo vida.

    O que será que a mãe de prematuro sente quando chega a hora do parto? O Observatório Feminino deste domingo (19), recebe a servidora pública e também influenciadora digital no @bhcomidaria, Larissa Couri Soares de Moura Mota. Ela tem 3 filhos: Sophia, que nasceu com 36 semanas e 5 dias e hoje tem 4 anos e meio, Luísa de 2 anos e meio e o Theo que nasceu com 35 semanas e 4 dias.

    Também participa do debate a ginecologista e Obstetra, Membro da atual diretoria da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas, Larissa Volpini, Ela é membro da equipe de Alto risco Obstétrico do Hospital MaterDei, Coordenadora da Maternidade do Hospital Risoleta Neves e professora da Faculdade Ciências Médicas de Minas.

    O podcast

    O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas

    26 min
  • Recorrer às cirurgias estéticas é sonho ou imposição de um padrão estético? | Observatório Feminino

    O podcast Observatório Feminino deste domingo (12) debate a morte de mulheres durante procedimentos estéticos. Nesta semana, repercutiu nacionalmente a morte da influenciadora Luana Andrade, de 29 anos; ela teve quatro paradas cardiorrespiratórias enquanto fazia uma lipoaspiração no joelho.

    O podcast recebe Patrícia Carneiro, mãe de Júlia Moraes, que também tinha 29 anos, quando morreu em decorrência de uma cirurgia. Julia morreu no dia 10 de abril de 2022, dois dias após colocar próteses de silicone nos seios e fazer uma lipoaspiração no abdômen em clínica do bairro Serra, região nobre de Belo Horizonte.

    22 min
  • Observatório feminino: descobrindo o mundo da dança depois dos 30 anos

    Quem aqui gosta de dançar? O nosso corpo pode contar histórias quando está dançando. Um projeto super legal, que mostra que qualquer pessoa, qualquer mulher pode dançar foi apresentado aqui em BH e agora vai virar documentário, porque nele 180 mulheres de todas as idades, com corpos diversos, dançam suas vivências, refletindo sobre a existência e também sobre a finitude.

    Essas mulheres não são artistas, não dançam profissionalmente, com idades que vão dos 30 aos 85 anos! Elas dançam cerca de 20 músicas que vão desde Oração ao Tempo, de Caetano Veloso, Graças a La Vida, interpretada por Elis Regina, Emoções de Roberto Carlos, O Meu Sangue Ferve Por Você, de Sidney Magal... entre outras. A morte faz parte da vida, então pq é tão difícil falar dela? Pq mesmo sabendo que vamos morrer um dia, não falamos sobre ela como falamos sobre o nascimento?


    Hoje, o Observatório recebe a Carol Saletti, Psicóloga, Especialista em Psicomotricidade e Mestre em Psicologia da Saúde e do Desenvolvimento. Há 26 anos, ela utiliza a dança como instrumento para estimular o desenvolvimento psicomotor, cognitivo, socioafetivo e criativo de seus alunos. Ela também dirige e ministra aulas para Mulheres Maduras no "Casulo", Studio de dança.

    24 min
  • Cantora que levou garrafada na cabeça em BH desabafa: 'tentativa de homicídio'

    A violência contra a mulher voltou a ganhar destaque neste mês, com o caso da cantora Laura Ferrer, de 25 anos, que sofreu uma agressão em uma casa de shows. Ela estava no Central Pub, na avenida Portugal, na Pampulha, em Belo Horizonte, para participar de um show, quando um homem tentou arrancar a roupa de uma amiga dela por duas vezes.

    Laura interveio para defender a amiga e recebeu uma garrafada na cabeça. Ela precisou de 11 pontos para fechar o ferimento e foi socorrida por amigos. O Central Pub BH divulgou uma nota nas redes sociais dizendo que "tomou todas as providências necessárias" durante o evento.

    Para debater o assunto, o Observatório Feminino deste domingo (29) recebe a cantora Laura Ferrer; confira.

    23 min
  • Como a desigualdade de gênero no mercado de trabalho pode ser resolvida? | Observatório Feminino

    A desigualdade de gênero no mercado de trabalho é um problema que afeta milhões de mulheres no Brasil. Apesar de terem maior escolaridade, elas enfrentam dificuldades para ingressar e se manter nas profissões, além de receberem salários menores do que os homens. Essa situação prejudica não só as mulheres, mas também a economia e o desenvolvimento do país.

    Para discutir esse tema e apresentar soluções, o evento Conexão Ilimitada reúne mulheres de diferentes áreas e trajetórias que vão compartilhar suas experiências, desafios e conquistas. O objetivo é criar uma rede de apoio, inspiração e oportunidades para as mulheres que buscam se qualificar, empreender ou se recolocar no mercado de trabalho.

    O evento conta com a participação da consultora de carreira Jacqueline Rezende, convidada do podcast Observatório Feminino deste domingo (22). Ela fala sobre como as mulheres podem planejar e gerenciar suas carreiras, além de dar dicas para enfrentar as barreiras impostas pelo machismo e pela discriminação.


    Não perca essa chance de se conectar com outras mulheres e ampliar seus horizontes profissionais. O evento Conexão Ilimitada acontece no dia 26/10, às 18h30, no auditório da Fundação Getúlio Vargas, na Avenida Olegário Maciel, 1808. As inscrições são gratuitas. Clique e saiba mais.

    O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas

    25 min
  • A invisibilidade social de profissões | Observatório Feminino

    Imagine, por um momento, o caos que ficaria a cidade sem os serviços prestados por garis? Já pensou? E você já reparou como esses profissionais têm energia e trabalham sem tempo ruim?

    O Observatório Feminino desta semana (15) recebe duas mulheres para representar essa profissão. Raquel Cristina gari há dez anos e faz sucesso nas redes sociais, com mais de 150 mil seguidores no TikTok e Helem Rodrigues, que há cinco anos dirige um caminhão de lixo que presta serviço a SLU (Serviço de Limpeza Urbana de Belo Horizonte).

    23 min
  • A importância da rede de apoio no combate ao câncer de Mama

    O Outubro Rosa - Mês de conscientização sobre o câncer de mama - é uma das campanhas mais conhecidas do mundo. Quando uma mulher recebe o diagnóstico do câncer de mama, o apoio da família é fundamental; não só da família, mas dos amigos e os colegas de trabalho. É necessário formar uma rede de apoio, porque ninguém é forte o tempo todo. 

    Para falar da importância do apoio para mulheres em tratamento contra o câncer de mama, o podcast Observatório Feminino deste domingo (08) recebe Maria Luiza de Oliveira, a Malu, que é Presidente Voluntária da Associação Pérolas de Minas.

    24 min

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