Observatório Feminino

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Observatório Feminino episodes

  • A presença das mulheres nos reinados e congados em MG | Observatório Feminino

    O Observatório Feminino deste domingo (30) fala sobre uma parte importante da nossa cultura popular. Todas as comunidades possuem ritos, costumes, passados de geração em geração e marcam a vida das pessoas. Podem ser ritos relacionados a alguma questão familiar ou também à religião.

    Se você pensar, por exemplo, em algumas comunidades do interior de Minas e nas festas religiosas, vai lembrar das festas de reinado e congado. Mas elas ocorrem não apenas no interior, pelo contrário, aqui na capital a gente tem diversas comunidades envolvidas com esses ritos.

    E a presença feminina nos reinados e congados vem crescendo nas últimas décadas, com as mulheres ocupando cargos na hierarquia religiosa administrativa, espaço que era destinado apenas a homens. É a tradição se transformando para seguir as mudanças da sociedade.

    Para registrar essa tradição, e o papel das mulheres nesse cenário, o livro "Mulheres Reinadeiras: rainhas, capitãs e cozinheiras de Irmandades do Rosário de Belo Horizonte", lançado neste mês de abril, traz o perfil de 13 mestras dos reinados e congados da capital.

    O Observatório Feminino recebe uma dessas mulheres retratadas no livro, a rainha conga Kelly Simone da Cruz Conceição Santos, e a jornalista e escritora Júlia Moysés. 

    21 min
  • Polícia Civil de Minas Gerais conta com ‘robô’ para detectar DNA e identificar suspeitos de cometer crime sexuais | Observatório Feminino

    O podcast Observatório Feminino deste domingo (23) debate  a violência contra a mulher. Um levantamento da Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) mostra que os crimes sexuais aumentaram mais de 20% no primeiro mês deste ano, em relação ao mesmo período de 2022.


    Para poder identificar um maior número de crimes sexuais, o Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Minas Gerais tem agora um equipamento capaz de processar 84 amostras de DNA de uma única vez. A expectativa é a de que sejam processadas três mil amostras de crimes sexuais por ano.


    Para esclarecer dúvidas sobre essa tecnologia que pode facilitar as investigações em caso de crimes sexuais contra mulheres, o Observatório Femino recebe a perita criminal Valéria Rosalina, lotada no laboratório de DNA Forense da PCMG e coordenadora da comissão de qualidade do comitê gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos.

    21 min
  • É possível evitar a morte de mulheres grávidas em situação de vulnerabilidade? Especialista comenta

    Mellyssa é o nome de uma criança que morreu logo após o nascimento, em decorrência de uma infecção congênita cujo exame de detecção deve fazer parte do pré-natal. Mesmo tendo sua mãe passado por várias consultas médicas durante a gestação, a doença só foi diagnosticada no final da gravidez, quando o quadro já era irreversível para a bebê.

    O Prêmio Mellyssa de boas práticas promovido pelo MPMG em parceria com Secretaria de Estado da Saúde e outras instituições tem uma missão de promover uma atenção maior à saúde materna e infantil.

    Para falar sobre esse tema e o prêmio Mellyssa, o Observatório Feminino recebe nesse domingo (16), a dra. Marcela Damásio, pediatra e assessora do Centro de Apoio Operacional da Saúde (CaoSaúde). Confira! 

    21 min
  • Empoderamento: Cresce a representatividade feminina no mercado de cervejas

    O mercado cervejeiro, antes dominado por homens, vem tomando outros rumos e muitas mulheres atuam como produtoras, Sommelier e organizadoras de Confrarias. Eram as mulheres quem faziam as primeiras receitas e graças a isso a bebida alcóolica mais consumida do mundo tem sua Deusa: Ninkasi, de 1800 a.C. 

    Para falar da cerveja, da história da bebida, dos eventos, o Observatório Feminino recebe a integrante da Confece – a Confraria Feminina de Cerveja, Viviane Bastos. Confira!

    Observatório Feminino - 09/04/2023

    18 min
  • Magreza volta à moda: por que essa tendência retornou? Quais os riscos? | Observatório Feminino

    Quem viveu na década de 1990 sabe que quando se falava em moda, o que víamos nas passarelas eram desfiles com modelos extremamente magras. E não é que em pleno 2023 essa tendência voltou?

    A magreza extrema está aí e em tempos de redes sociais, influenciadores digitais, quem segue o estilo acaba tendo que se adequar sem saber dos riscos. Manter o corpo tão magro pode vir acompanhado de dietas rígidas e medicamentos.

    Para falar sobre esse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (2), conversa com a Doutora Bárbara Arruda, que atua na área de Medicina Integrativa, longevidade, obesidade e emagrecimento. Confira!

    21 min
  • Observatório Feminino discute sobre misoginia e o movimento 'Red Pills'

    O termo “redpill” surgiu no filme Matrix, mas seu conceito foi reapropriado na cultura misógina. Hoje, o “redpill” tem sido utilizado nas redes sociais para se referir ao movimento que defende que homens não devem se relacionar afetivamente com mulheres, pois todas seriam manipuladoras e interesseiras Sobre este assunto, o Observatório Feminino deste domingo (12) conversa com Bruna Camilo, Cientista Política

    29 min
  • Observatório Feminino discute assédio no Carnaval

    O Carnaval já foi oficialmente aberto aqui em BH. Vários blocos, ensaios e cortejos já estão acontecendo na cidade. Mas infelizmente, como a gente sabe, nem tudo é festa. As mulheres continuam sendo assediadas. Por isso, o Grupo de Combate à Importunação Sexual de Mulheres no Transporte Público, da Prefeitura de Belo Horizonte, vai atuar agora também no Carnaval.  

    Esse grupo é formado por agentes femininas da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte. Ele foi criado em 2018, pra incentivar as vítimas de casos ocorridos dentro dos ônibus a denunciarem os abusadores, já que a subnotificação era muito alta.

     Este ano, pro Carnaval, o lema é: Nosso bloco é de respeito. Importunação aqui não!

    E pra gente conversar sobre esse assunto quem tá aqui no Observatório Feminino de hoje é a Guarda Municipal, Aline Oliveira.

    25 min
  • Observatório Feminino discute a realidade das mulheres indígenas no Brasil | Com Avelin Kambiwá, socióloga e especialista em gênero e raça

    De acordo com o último Censo, realizado pelo IBGE em 2010, o Brasil é habitado por cerca de 818 mil indígenas, distribuídos por 827 municípios. Um número que se assemelha à população de grandes capitais ao redor do mundo. E, ainda assim, representando boa parcela dos cidadãos brasileiros, os povos indígenas enfrentam lutas antigas. Para além dos desafios territoriais, os povos indígenas enfrentam, ainda nos dias de hoje, problemas com racismo, preconceito, violação aos direitos das mulheres indígenas, falta de acesso à saúde e serviços públicos, além da alimentação escassa e pobre em nutrientes.

    Impossível não mencionar aqui a crise humanitária envolvendo os yanomamis que veio à tona no dia 20 de Janeiro, quando a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, fez posts sobre a grave situação em Roraima.

    Desde então já foram confirmadas a morte de centenas de indígenas na região. Pra falar um pouco sobre como a realidade da população indígena, principalmente as mulheres indígenas, o Observatório recebe hoje a Dra. Avelin Kambiwá, socióloga e especialista em gênero e raça.

    25 min

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