Em Filosofia Clínica se aprende a respeitar a representação do outro, o que não significa aceitá-la, vivenciá-la, mas compreender que o outro pode não ver o mundo da mesma maneira que eu vejo ou outra pessoa qualquer vê, que ninguém deve ter o monopólio da palavra e muito menos da verdade, que as pessoas não têm sempre as respostas e que a resposta provavelmente estará ligada ao seu acervo, a seus aprendizados durante sua história de vida.
Em Filosofia Clínica, não há conceito de normalidade, anormalidade, rótulos, teorias.