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O que a fuga de D. João VI com a família real portuguesa em 1807, tem a ver com a fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos, em 2026?
No episódio 137 do nosso podcast, parto dessa comparação para discutir o poder da palavra "fuga" na construção da história. Afinal, quando a saída de um governante é uma fuga, uma retirada estratégica ou um abandono de responsabilidades?
Porque, na história, as palavras importam. E compreender o que cada protagonista deixa para trás pode revelar muito sobre suas escolhas e responsabilidades.
E você, o que achou da fuga do autoproclamado presidente do Brasil à distância?
O link para ouvir o podcast está na bio e nos stories.
O que têm em comum entre as greves dos metalúrgicos durante a ditadura, a campanha pelas Diretas Já, os caras-pintadas e a mobilização de Betinho contra a fome?
São histórias de momentos em que enfrentávamos crises profundas e parecia não haver esperanças, mas a organização coletiva deu uma virada e fez transformações fundamentais na sociedade brasileira.
A dois dias do segundo turno das eleições presidenciais, quero recuperar, no episódio 137, alguns desses momento decisivos para nos inspirar nessa virada no domingo.
Mas o post não tem data marcada ou prazo de validade. Veja quando o coração é a razão mandarem.
Hoje no nosso podcast eu quero te contar uma história que faz parte com da história recente do nosso país.
A história de Luiz Inácio Lula da Silva desde sua infância pobre e migração para São Paulo, atuação nas grandes greves do ABC, sua participação na fundação do PT, na campanha das Diretas Já e na elaboração da Constituição de 1988.
Também vamos percorrer as três derrotas presidenciais antes da vitória de 2002, sua atuação na política internacional em defesa da soberania brasileira, as denúncias de corrupção, a prisão, a anulação de suas condenações e o retorno à Presidência em 2023.
É uma história de mais de cinco décadas, marcada por disputas, transformações, conquistas e contradições. Uma oportunidade para compreender não apenas a formação de uma liderança política, mas também os acontecimentos que moldaram o Brasil do jeito que é.
No próximo dia 25 de outubro, o Brasil volta às urnas para o segundo turno das eleições e a discrepância na trajetória política dos dois candidatos é abissal.
Manda pra quem ainda está na dúvida, porque esse segundo turno, é 13!
A história não é uma marcha contínua de conquistas. Avanços e retrocessos fazem parte da trajetória das democracias, e o Brasil tem muitos exemplos disso.
Hoje no podcast, volto ao período entre 1946 e 1964, marcado por transformações políticas, sociais e culturais, mas também por crises que culminaram no golpe militar. E depois, à redemocratização e a Constituição de 1988, para refletir sobre as conquistas que construímos desde então e os desafios que continuam presentes.
O que esses momentos da nossa história podem nos ensinar sobre o Brasil de hoje?
Quero lembrar que a história não segue uma linha reta e que a democracia se constrói, todos os dias, com participação e persistência.
Um episódio para refletir, encontrar forças e lembrar que a história continua.
Vai lá ouvir e bora pra luta!
Nossa Senhora Aparecida entrou no debate eleitoral.
Flávio Bolsonaro, que agora nega que tenha qualquer intenção de retirar da santa o título de Padroeira do Brasil, afirmou: "quando eu for presidente, um dos meus primeiros atos será decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo."
Ao mesmo tempo, sua aproximação com setores evangélicos fundamentalistas, como o bispo JB Carvalho (que já defendeu a retirada desse título), André Valadão e Lucinho Barreto, introduz uma questão importante: o que acontece quando religião, identidade nacional e política se misturam?
É a partir dessa discussão que neste episódio do nosso podcast Oi, Gente eu conto a história de Nossa Senhora Aparecida e mostro como uma pequena imagem encontrada por pescadores no rio Paraíba do Sul, em 1717, passa pela escravidão, pela monarquia, pela República, pelo nacionalismo e chega agora às vésperas da eleição de 2026.
Nossa Senhora Aparecida é uma figura de fé para milhões de brasileiros e sua história também nos ajuda a pensar sobre quem define os símbolos nacionais, quem fala em nome da pátria e até onde deve ir a relação entre fé e política.
Oi, Gente! Essa é minha colinha:
✅ Luiza Erundina — Deputada Estadual — 50555
✅ Erika Hilton — Deputada Federal — 5070
✅ Marina Silva — Senadora — 180
✅ Simone Tebet — Senadora — 400
✅ Fernando Haddad — Governador — 13
✅ Lula — Presidente — 13
Neste episódio, decidi falar de um aspecto que considero importante na democracia: transparência.
Por isso, não só abro meu voto para as eleições de 2026 como também conto quais são os critérios que orientam minhas escolhas.
Porque eu não acredito em política de palanque. Acredito que precisamos estudar propostas e para a possibilidade de elas serem realizadas.
Você, já tem sua colinha? Conta pra mim!
O link para o O episódio #133 do podcast "Oi, Gente" já está disponível no link da bio e stories. Vai lá ouvir e me mostre aqui nos comentários sua colinha também!
Esta semana acompanhamos uma sessão do Supremo Tribunal Federal em que as brigas e desavenças entre os ministros do ganhou quase todos os espaços do noticiário.
Nossa história mostra que do Estado Novo à ditadura militar já vivemos momentos em que a instituição do Supremo esteve em crise, ministros foram deposto mas não se instalou tal divisão entre eles.
E sempre é bom apostar na importância de reconstruir e fortalecer as nossas instituições. Afinal, pessoas erram; instituições ficam.
Mas uma pergunta continua a ecoar: como uma democracia enfrenta suas próprias crises institucionais?
É disso que eu trato no episódio 132.
Se Legislativo, Executivo e Judiciário fazem parte do mesmo Estado, por que não deixar todo o poder concentrado em um só lugar?
A resposta está na própria ideia de democracia: dividir o poder é uma maneira de impedir que ele se torne ilimitado.
No podcast de hoje, eu explico o que fazem os três poderes e como funciona na prática o sistema de freios e contrapesos, em que cada poder fiscaliza e limita a atuação dos outros.
Você sabe para que serve uma Constituição?
Hoje, eu começo no nosso podcast uma série dedicada a temas fundamentais da nossa cidadania e democracia. E o primeiro episódio só poderia ser sobre ela: a nossa Constituição.
Afinal, ela não existe apenas para organizar o funcionamento do Estado. Ela também estabelece direitos, garante liberdades e, sobretudo, limita o poder dos governantes.
Neste episódio, eu explico o que é uma Constituição, quais são os direitos e garantias fundamentais que ela protege e percorro as sete Constituições que o Brasil já teve (sim, sete!) até chegarmos à de 1988, que chamamos de Constituição Cidadã.
Oi, gente!
No podcast de hoje eu parto de uma entrevista recente do presidenciável Ronaldo Caiado, que, ao defender uma ideia de anistia e pacificação, recorreu a Juscelino Kubitschek como exemplo histórico de conciliação.
Mas será ele sabe a história completa? Será que anistia, pacificação e democracia são necessariamente sinônimos? A experiência brasileira mostra que não. E é justamente por isso que precisamos ter cuidado quando usamos o passado para justificar escolhas políticas no presente.
Caiado usou JK, mas a História não pode ser contada pela metade, por isso, no episódio #129 eu falo sobre anistia, memória, democracia e dos perigos de transformar a história em instrumento de conveniência política.
Retomo também não só a anistia de 1956 como também de como, diante de nova revolta em 1959, JK não recorreu à anistia. Esses e outros eventos estão no podcast.
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A história da semana com análise e opinião.

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