Olhares

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By Aline Hack | Caleidoscópio DigitalSociety & CultureDocumentaryScienceSocial Sciences
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Olhares episodes

  • Olhares #019 Porque precisamos de ativismo na web

    Neste episódio falamos um pouco sobre o que rolou nos 16 dias de ativismo, além de comentar a respeito do simbolismo da criação das datas que marcam este período.

    Abaixo todos os podcasts e blogs que participaram da nossa campanha, mencionando a hashtag #ativismonaweb, os quais recomentamos neste caleidoscópio:

    Taverna do Beholder Cego - X-Poilers #97 - HQ da Vida - Programa Ponto G - Projetando -Podcast NBW - 5 minutos NBW e Ep132 - Viracasacas - Crentassos - Chutando a Escada no Chute 031 - Crise de Refugiados e Chute 032 - Sexismo, Mídia e Política - Sinuca de Bicos - Bolsa Nerd - O nome disso é mundo - Agnaldo Indica - Iradex - Aperta o Rec  - Miçangas - Scicast - Podcast O que Assistir nos Filme da Semana #15 e Séries Gastronômicas - Alguma Coisa Cast - Tropa Dercy - Pensador Louco - Na Trilha e Apenã -

    Blogs Ouvindo Podcast e Garota Molhada

     

    Agradecemos desde já aos usuários e usuárias que participaram conosco da ação #ativismonaweb, bem como podcasts que criaram episódios para o período, nos convidaram para participar e/ou divulgaram nosso spot! Muito obrigada!

     

    Saiba mais em www.olharespodcast.com.br

     

    Música utilizada na abertura do Episódio:

    I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license.
    http://dig.ccmixter.org/files/grapes/16626 Ft: J Lang, Morusque

    34 min
  • Olhares #018 Violência doméstica e a Lei Maria da Penha

    Você sabia que as varas de violência doméstica deveriam ter caráter especial e misto para tratar a violência de forma interdisciplinar? Infelizmente, no Brasil, essa ferramenta judicial não é utilizada de forma apropriada, restringindo-se à esfera penal. Além disso, ainda há uma grande lacuna na capacitação dos profissionais que lidam com essas mulheres, seja para reconhecer as mais diversas formas de violência sofridas no ambiente familiar, seja para acolher apropriadamente por meio das políticas públicas de proteção e informação.

    Esse episódio foi formatado especialmente para a campanha internacional dos 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas.

    Se eu quiser saber um pouco mais sobre os tipos de violência, nós começamos esse debate no episódio 04: Violência de gênero. Sim você já passou por isso.

    Nossas convidadas

    Ela Wieko - Membra do Ministério Público Federal, mestre e doutora em Direito é professora da Universidade de Brasília e coordenadora do Projeto de Extensão Maria da Penha, atenção e proteção do Núcleo de Prática Jurídica da UnB .

    Livia Gimenes - Advogada voluntária do projeto maria da penha, atenção e proteção. Bacharel, Mestra e Doutora em Direito pela UnB.

    Caleidoscópio
    • Projeto Maria da Penha
  • Filme: Preciosa - Uma história de esperança
  • Filme: Maioria Oprimida Majorité Opprimée
  • Filme: Acorda, Raimundo, Acorda!
  • Site: Compromisso e Atitude 
  • Álbum: Elza Soares - A mulher do fim do mundo
  • Livro Chimamanda - Hibisco Roxo
  • Revista UNB - Introdução Crítica ao Estudo do Direito das Mulheres
  • Saiba mais sobre o Olhares em: olharespodcast.com.br

     

    Música utilizada na abertura do Episódio:

    I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license.
    http://dig.ccmixter.org/files/grapes/16626 Ft: J Lang, Morusque

    1 hr 15 min
  • [CONVITE] Campanha #16dias de #ativismonaweb pelo fim da #violênciacontramulheres

    A Central de Atendimento à Mulher, o disque 180, realizou, em 2016, o recorde de 1.133.345 atendimentos a mulheres em todo o País. Em 2015, o número de atendimentos foi metade disso. Segundo o balanço, as mulheres negras (pretas e pardas) representam a maioria das vítimas (60%), seguidas pelas mulheres brancas (38%), amarelas e indígenas (2%).

    Uma em cada três mulheres sofreu algum tipo de violência no último ano. A cada hora, 503 mulheres brasileiras são agredidas. Estima-se que a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no mundo, e a cada 5 minutos, uma mulher é morta.

    As violências se apresentam das mais diversas formas: ofensa verbal, violência psicológica, ameaça, ofensa sexual, violência física, espancamento e homicídio.

     

    Nossa proposta é criar uma campanha de incentivo à militância na internet, além de promover o debate a respeito das violências sofridas pelas mulheres ao longo destes anos, utilizando a hashtag #ativismonaweb.

     

    Se você é contra a violência de gênero, acha que essa questão é urgente e acredita ser possível trazer visibilidade para este problema, procure, divulgue e reposte a hashtag #ativismonaweb em conjunto com as hashtags #16dias e #violênciacontramulher

    Participe você  também!

    Saiba mais em http://www.olharespodcast.com.br 

    2 min
  • Olhares #017 Precisamos falar sobre feminismo negro

    Dando continuidade aos movimentos sociais, não podemos deixar de falar sobre o feminismo negro! Em especial, para marcar o simbolismo do Dia da Consciência Negra (20/11). Neste episódio vamos falar sobre as demandas que vão para além do feminismo puro e simples, visibilizado pelo protagonismo de mulheres brancas. As mulheres negras estão militando por seus direitos há muitas eras, quando foi iniciada a busca pela igualdade no trabalho e condições dignas nestes ambientes, ou seja, desde o início da militância a respeito do feminismo. Mas por que não sabemos disso? A gente responde neste episódio! Que tal dar uma conferida?

    Este episódio foi gravado em duas oportunidades, nas quais nossas conversas se complementaram, sendo uma no estúdio do Olhares e a outra, após o evento do Mulheres Digitais. Esse episódio faz parte da ação de #ativismonaweb dentro da Campanha internacional dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

    **Mencionamos episódios anteriores que você pode conhecer mais: O que é feminismo? e Quem chegou primeiro, o Feminismo ou os Direitos Humanos?

     

    Nossas convidadas

    Gabriela Ewerton - Estudante de Serviço Social

    Estela Sena - Estudante e ativista do Coletivo Super Nova
    Joice Berth - arquiteta e urbanista, pesquisadora sobre questões raciais e gênero, colunista do portal Justificando.

    Caleidoscópio
    • Lelia Gonzalves - Intelectual negra
  • Audrey Lorde - Intelectual negra
  • Angela Davis - Mulheres, Raça e Classe
  • Medium da Estela (@_estelinda)
  • Página: Movimento Cultural Super Nova 
  • Página: Domingo no Parque
  • Documentário: What Happened Miss Simone 
  • Filme: Histórias Cruzadas (The Help)
  • Episódios do Ponto G Podcast - sobre Laudelina de Campos e sobre Tereza de Benguela 
  • Lázaro Ramos chora ouvindo depoimento da professora Diva Guimarães sobre educação e racismo no BR.
  • Coleção Feminismos Plurais - Djamila Ribeiro (Org.)
  • Livro: O que é lugar de fala de Djamila Ribeiro - Editora Letramento
  • Livro: O que é discriminação? de Adilson Moreira - Editora Letramento
  • Filme: Eu não sou seu negro
  • Documentário - Outsider Man
  • Música utilizada na abertura do Episódio: I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license. Ft: J Lang, Morusque

    1 hr 24 min
  • Olhares #016 Identidade e Transexualidade

    Travesti, Trans, Transexual, Transgênero - tantos nomes, o que há por trás deles?

    Ódio pelo desconhecido, este é o maior medo da população trans.

    Além dos próprios conflitos existentes para além da própria identidade de gênero, essas pessoas estão na luta para serem reconhecidas socialmente, terem um nome, ocuparem espaços, e enfrentam batalhas diárias com questões não só sociais, mas psicológicas que envolvem desde perguntas inadequadas quanto a "passabilidade".

    Nesse episódio, Joaquim, Jefie e Maria Léo trazem os olhares do mundo, nos ajudam desconstruí-los, para, junt@s, e com sensibilidade, atribuirmos novos olhares sobre as pessoas trans.

     

    **Nós já começamos essa discussão no Episódio #03 Afinal, existe ideologia de gênero?  

     

    Convidad@s

    Joaquim Santos , Jefie Cardoli  e Maria Léo Araruna

     

    Caleidoscópio

    • Página da Corpolítica no Facebook
  • Página da Ultra no Facebook 
  • Mães pela diversidade 
  • Livro: Nós trans, escrevivências de resistência 
  • Orientações sobre identidade de gênero - conceitos e termos 
  • Webdoc: O martírio de Dandara 
  • Filme: Cloud Atlas (A Viagem)
  • Livro: Quadros de Guerra
  • Livro: E se eu fosse puta
  • Canal no Youtube:  Barraco da Rosa 
  • Texto: Não sou eu uma mulher 
  • Filmes: Os Sapatos de Aristeu (The Shoes of Aristeu) - by René Guerra
  • Filme: Laerte-se (Trailer oficial)
  •  

    Música utilizada na abertura do Episódio: I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license. Ft: J Lang, Morusque

     

    Saiba mais sobre nós em http://olharespodcast.com.br

    1 hr 19 min
  • Olhares #015 Visibilidade Lésbica e Bissexual

    Nós vivemos em uma sociedade que normatiza a sexualidade. A figura do "armário" é um conceito violento feito por uma estrutura heterossexista. A homossexualidade e a bissexualidade devem deixar de ser vistas como tabus em nossa sociedade. Devemos aprender que é possível compreender a sexualidade em diversos parâmetros, saindo da feitichização e abrindo novos olhares para os verdadeiros problemas das mulheres lésbicas e bissexuais.

    Essas mulheres têm cotidiano, ocupam espaços e sofrem preconceitos diariamente, até mesmo dentro do próprio movimento LGBT.

    Nesse episódio falamos um pouco sobre sexualidade e afetividade com muita sensibilidade, além de discutir e diferenciar um pouco esses tópicos da identidade de gênero.

     

    **Esse episódio dá continuidade à discussão iniciada no Episódio #03 do Olhares Podcast

     

    Convidadas

    Mariana Mota, Maria Léo Araruna e Taysa Barros 

     

     

    Caleidoscópio

    Livro: Periférica - Kika Senna  

    Livro: Nós trans, escrevivências de resistência 

    Texto: Pensamento hétero - Monique Wittig

    Poeta: Raissa Eris Grimm 

    Desenho: Steven Universe 

    Livro: A cor púrpura - Alice Walker

    Página da Corpolítica no Facebook 

    Página da Ultra no Facebook 

    Grupo de estudos da Unb

    Site da Rede Nacional de Adolescentes LGBT e Página  no Facebook

    Filme: O jogo da imitação

    Playlist do Youtube sobre Visibilidade Lésbica

     

    Música utilizada na abertura do Episódio: I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license. Ft: J Lang, Morusque

     

    Saiba mais sobre nós em http://olharespodcast.com.br 

    1 hr 12 min
  • Olhares #014 Movimentos sociais para além do feminismo

    Sempre ouvimos falar que o Feminismo é um movimento social, mas não paramos para discutir o verdadeiro conceito de movimento social como ação coletiva de um grupo organizado. O feminismo é a um movimento social bem amplo, dentre tantos outros nos quais as mulheres também estão envolvidas, e todos estes têm como objetivo alcançar mudanças sociais por meio do embate político dentro de uma determinada sociedade e de contextos específicos.  É preciso demarcar nosso entendimento sobre o que são movimentos sociais, a diferença e a multiculturalidade, que têm sido incorporadas para a construção da própria identidade dos movimentos. Há neles uma ressignificação dos ideais clássicos de igualdade, fraternidade e liberdade, nos quais o feminismo ajuda E MUITO. Quer saber como? Então vem se organizar com a gente!

    Nossas convidadas

    Marina Brito – e Mariana Prandini 

     

    Caleidoscópio

    Documentário: Maria – A história das mulheres no Brasil (2012)

    Cantora: Ana Tijoux

    Artigo New Yorker – Is there any point to protesting

    Livro: A vez e voz do popular (Ana Maria Doimo – 1995)

     Música utilizada na abertura do Episódio: I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license. Ft: J Lang, Morusque

    Saiba mais sobre nós em http://olharespodcast.com.br

    1 hr
  • Olhares #013 Quem são as Promotoras Legais Populares

    Usada em diferentes países, a nomenclatura “Promotoras Legais Populares” corresponde ao projeto de formação de mulheres que trabalham para o fortalecimento dos direitos da população e para o combate à discriminação e à opressão, por meio do conhecimento dos direitos e dos caminhos de acesso à justiça.

    A atuação das PLPs é pautada por ideais de justiça, democracia, dignidade e defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à justiça e ampliação da cidadania, lutando pela equidade de gênero e por uma sociedade onde as mulheres sejam reconhecidas e respeitadas no que se refere ao seu valor humano, social, político e econômico. As promotoras legais populares podem prestar orientação, aconselhar e promover a função instrumental do direito no dia a dia das mulheres, com intervenções individuais ou coletivas.

    Ficou curios@? Então vem conhecer um pouco mais sobre essas mulheres de força que contribuíram com o Olhares Podcast, nos enriquecendo com suas experiências! 

     

    Nossas convidadas

    Rosa Maria e Laerzi Inês – Promotoras Legais Populares em Águas Lindas – GO e Samambaia – DF (respectivamente) 

    Caleidoscópio
    • Documentário: Virou o jogo – A história de Pintadas (Marcelo Villanova, 2012)
    • Livro: A outra face de Eva – Priscila Siqueira
    • Documentários: Tráfico Humano – Desperte para essa realidade e Tráfico sexual de Mulheres – Escravidão Contemporânea
    • Filmes: Antes que seja tarde, As sufragistas e Anjos do sol
    • Outro links citados no episódio
      • Páginas do Facebook: Promotoras Legais Populares do Distrito Federal e Projeto Vez e Voz
      • Música utilizada na abertura do Episódio: I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license. Ft: J Lang, Morusque

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        52 min
      • Olhares #012 A cultura do estupro

        Os crimes de estupro ultrapassam todo um contexto jurídico. O próprio conceito de estupro foi construído ao decorrer dos anos, seja juridicamente, seja culturalmente, seja socialmente.  Precisamos entender o estupro como algo que atinge um grupo, que é principalmente formado por mulheres e, ainda, que a criatividade humana ultrapassa todos esses conceitos. Seria isso parte de uma cultura do estupro? Mas, afinal, cultura não deveria ser coisa boa? Peraí, precisamos sair do senso comum pra perguntar: o que é cultura?

        ** Para saber mais: nós começamos essa discussão no #EP 04 sobre violência de gênero
         
        Nossas Convidadas

        Liz-Elainne de Silvério e Izis Morais Lopes dos Reis 

        Caleidoscópio
        • Hope (Whish – So-won)
      • Sou Comum – Chloé Fontaine
      • Filme Spotlight – segredos revelados
      • Filme The India’s Daughter
      • Livro #Meu amigo secreto, do coletivo Não Me Kahlo
      • Lia Zanotta Machado – Sexo, estupro e purificação
      • Rita Laura Segato – A guerra contra as mulheres
      • Lia Zanotta Machado –  Violência conjugal: os espelhos e as marcas
      • Eliane Reis de Andrade – Os (não) limites entre o público e o privado em tempos de convergência midiática: o estupro coletivo no Rio de Janeiro entendido como um acontecimento.
      • Débora de Carvalho Figueiredo. Vítimas e vilãs,“monstros” e “desesperados”: como o discurso judicial representa os participantes de um crime de estupro.
      • Música utilizada na abertura do Episódio: I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license. Ft: J Lang, Morusque

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        1 hr 24 min
      • Olhares #011 Mulheres refugiadas, quem são elas?

        Em um mundo onde conflitos armados e violentos tomam proporções cada vez maiores, a busca de refúgio é a única opção para a sobrevivência. Dentre milhões de pessoas que se deslocam nesse processo, as mulheres refugiadas são as que sofrem maior anulação, sofrem as mais graves violações e exposição, enquanto meros instrumentos de guerra. Como os órgãos internacionais atuam na defesa dessas mulheres? Como os países lidam com as situações de refúgio? De onde vem o maior fluxo de refugiados atualmente? Quais as políticas públicas brasileiras para o atendimento aos refugiados? Vem ver!

        Nossa convidada

        Gabriela Ferraz - Advogada, Coordenadora do CLADEM – Comitê Latino Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos das Mulheres no Brasil.

        Caleidoscópio
        • Vidas Refugiadas
      • Livro Meio Sol Amarelo – Chimamanda Ngozi Adichie
      • Livro Americanah – Chimamanda Ngozi Adichie
      • Projeto Humanos
      • Conectas Direitos Humanos
      • Outro links citados no episódio
        • Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR)
      • Ministério da Justiça
      • Cáritas Brasileira
      • Médicos Sem Fronteiras
      •  

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        Música utilizada na abertura do Episódio: I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license. Ft: J Lang, Morusque

        1 hr

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