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Or


olá. desta feita explorei mais o ser feminista do ponto de vista da independência e da emancipação relativamente a relações mais próximas. até à próxima.
malta, olá. sei que foi um articulação de ideias meio confusa e difícil de entender mas estou destreinadinha de todo. lidar.
fiquem tuned porque não sei bem se vou ser muito regular no próximo mesito or so. provavelmente vou mas
este é daqueles que pergunta mais do que responde. é a crise dos pré-vinte, certamente.
foi diverso, este.
- Diogo, tens temas?
- Bebés.
- Oh não.
os primeiros 10 minutos são manhosos, dispersos, tontos. aguentem-se aí que isto dá a volta e é uma conversa honesta entre mim e o Diogo porque andamos a ver demasiados vídeos de bebés fofos e falamos de educar, de cuidar, de proteger, de andar sempre com o coração nas mãos e tudo e tudo e tudo. experiência com bebés? zero. o ponto de vista? dois estudantes sem tempo para si próprios.
divirtam-se. este é o meu favorito. (o rapaz e o podcast).
este episódio é chato para vocês, ou não? seja como for, fui para um nenhures onde cheirei demasiado estrume, fui a pessoa mais calma e racional e preto é mais interessante que azul. dito isto, ouvimo-nos no próximo.
"AH É? NÃO PENSASTE NISSO NO VERÃO DE 2017 QUANDO...". não sejam passivo-agressivos. essa amargura é chata, inconveniente, desnecessária e dá mau ambiente. aprendam com os erros dos outros que dói menos. de resto, beijocas
malta, fala-se de tudo aqui neste podcast. no próximo episódio falamos de polvos. está aqui dito.
ai, malta, que falhei tão redondamente. há mais mas o cartão e o correr foram aqueles assim mesmo gritantes. de resto, intercecionem e digam bom dia a toda a gente.
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