O mundo recorda nessa segunda-feira (5), o ataque terrorista que matou 11 atletas israelenses em 1972, durante os Jogos Olímpicos de Munique, na Alemanha. Além dos atletas, morreram cinco dos terroristas e um policial alemão. Em meio à dolorosa lembrança do “massacre de Munique”, como o episódio ficou conhecido, o governo alemão chegou a um acordo com os parentes dos atletas israelenses assassinados, para indenização pelas mortes. As famílias ameaçavam boicotar a cerimônia em memória à tragédia. Mas, afinal, qual era o plano do grupo palestino que invadiu a Vila Olímpica? E por que a reação da Alemanha resultou na tragédia? Qual a responsabilidade alemã pelo sofrimento dessas famílias? Celso Freitas e o repórter Herbert Moraes conversam com a Doutora em Relações Internacionais e Coordenadora do Instituto Brasil-Israel, Karina Calandrin.