Os medievais diziam que quando alguém estava apaixonado também estava doente: já já ele vai ser curado. De qualquer forma, existia um entendimento que um casal sempre transitava entre os quatro amores: paixão, afeto, amizade e caridade. Esses quatros andam juntos e misturados.
Com o advento da modernidade, muito bem descrito no livro Admirável Mundo Novo, as pessoas só dão valor a um aspecto do amor: a paixão. Pois de todos, a paixão é a mais impulsiva: Sentimento a flor da pele, viver sem o amanhã, loucuras de amor, encontros inesquecíveis etc.
O problema é que a paixão, sem os outros três, diz C.S. Lewis, torna-se egoísmo. Fatalmente, depois que aquela pessoa não te trazer mais nenhuma “sensação” nova, descartar o objeto da paixão é a única possibilidade plausível. Quem vive só de impulsos, vai se entediar rapidamente.
Num mundo rápido que vivemos. Onde recebemos impulsos por todos os lados. A paixão se encaixa perfeitamente nas nossas necessidades imediatas.
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