Neste pico de campanha, os candidatos afinam as malhas da argumentação, tentando ser contundentes, incisivos, ágeis e, cada vez mais, divertidos. Um texto de Fernando Alves.
Aquele verde, com franqueza, não é o “verde que te quero verde”, não é o verde do Lorca, não lança “um barco sobre o mar”, nem um cavalo à brida na montanha. Um texto de Fernando Alves.
Ontem, também pendurei longamente o olhar no plano fixo de um telhado de Roma onde uma gaivota enchia o peito ao vento como um guarda suíço. Um texto de Fernando Alves.
O jornal El Pais faz-nos saber que o arquivo do poeta Vicente Aleixandre, prémio Nobel da Literatura em 1977, “envelhece” numa casa de Madrid, guardado em 55 recipientes de plástico. Um texto de Fernando Alves.