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Este livro poderia ser uma ficção. Afinal, a escrita de Fabiane Albuquerque nos cativa desde as primeiras palavras que compõem seu mais novo livro, Os meus mortos pedem nomes (2025) que faz parte da “coleção ninguém é uma ilha” publicado pela Hecatombe/ Urutau.Em um texto que intercala conceitos acadêmicos, a voz da autora e tantas outras vozes silenciadas ao longo do tempo nos convida a repensar nossas histórias e a cutucar nossas memórias para compreender uma pergunta que considero central: porque eu não sei quase nada sobre meus ancestrais?Leia a resenha completa:https://tinyurl.com/5e6xr8fuCompre aqui:https://editoraurutau.com/titulo/os-meus-mortos-pedem-nomes
By notaEste livro poderia ser uma ficção. Afinal, a escrita de Fabiane Albuquerque nos cativa desde as primeiras palavras que compõem seu mais novo livro, Os meus mortos pedem nomes (2025) que faz parte da “coleção ninguém é uma ilha” publicado pela Hecatombe/ Urutau.Em um texto que intercala conceitos acadêmicos, a voz da autora e tantas outras vozes silenciadas ao longo do tempo nos convida a repensar nossas histórias e a cutucar nossas memórias para compreender uma pergunta que considero central: porque eu não sei quase nada sobre meus ancestrais?Leia a resenha completa:https://tinyurl.com/5e6xr8fuCompre aqui:https://editoraurutau.com/titulo/os-meus-mortos-pedem-nomes

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