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No episódio 29, o Cinematografia volta aos clássicos e apresenta uma obra-prima do diretor japonês Akira Kurosawa: “Os Sete Samurais”, de 1954. Nosso trio Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisita esse filme que reescreveu a gramática do épico o transformou o cinema de ação ao inventar a ideia de “time de salvação”.
A análise parte de uma pergunta incômoda: o que sustenta um samurai quando a moral não garante recompensa, e a vitória cobra o seu próprio preço?
🎥 Discussões neste episódio:
Cinema japonês e contexto histórico: castas, dever, mito fundador e a moral como motor narrativo.
Os Sete Samurais como matriz do “grupo reunido contra o impossível”, e como isso ajudou a criar uma fórmula hollywoodiana.
Conflito de classe: samurais, camponeses e o abismo social que o filme não romantiza.
Linguagem cinematográfica de Kurosawa: enquadramentos “pintados” nos primeiros atos e câmera em movimento na batalha.
Personagens e fisicalidade: Toshiro Mifune é um terremoto humano que rouba a cena, enquanto Takashi Shimura representa a liderança como disciplina.
Influências e reverberações: de releituras no faroeste (e o caso Sergio Leone) às pontes com o cinema pop.
#CinematografiaPodcast #AkiraKurosawa #SeteSamurais #CinemaJapones #HistoriaDoCinema
By Cinematografia PodcastNo episódio 29, o Cinematografia volta aos clássicos e apresenta uma obra-prima do diretor japonês Akira Kurosawa: “Os Sete Samurais”, de 1954. Nosso trio Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisita esse filme que reescreveu a gramática do épico o transformou o cinema de ação ao inventar a ideia de “time de salvação”.
A análise parte de uma pergunta incômoda: o que sustenta um samurai quando a moral não garante recompensa, e a vitória cobra o seu próprio preço?
🎥 Discussões neste episódio:
Cinema japonês e contexto histórico: castas, dever, mito fundador e a moral como motor narrativo.
Os Sete Samurais como matriz do “grupo reunido contra o impossível”, e como isso ajudou a criar uma fórmula hollywoodiana.
Conflito de classe: samurais, camponeses e o abismo social que o filme não romantiza.
Linguagem cinematográfica de Kurosawa: enquadramentos “pintados” nos primeiros atos e câmera em movimento na batalha.
Personagens e fisicalidade: Toshiro Mifune é um terremoto humano que rouba a cena, enquanto Takashi Shimura representa a liderança como disciplina.
Influências e reverberações: de releituras no faroeste (e o caso Sergio Leone) às pontes com o cinema pop.
#CinematografiaPodcast #AkiraKurosawa #SeteSamurais #CinemaJapones #HistoriaDoCinema