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“Deixe lá o tempo que os seus filhos gastam no telemóvel, preocupe-se antes com a dependência dos seus pais!” — é mais ou menos assim o alerta da revista Economist, repto que o Birras de Mãe levou muito a sério.
Pois é, andamos de olhos postos nos adolescentes, mas são os mais velhos que estão mais dependentes dos ecrãs.
Se, por um lado, o mundo virtual veio ajudá-los a manterem-se em contacto com a família e os amigos, por outro tornou-os vítimas fáceis de burlas e, claro, de fake news que lhes dão a impressão de que o mundo é um lugar perigoso, promovendo um maior isolamento.
Mas, seja em que idade for, a causa da dependência é sempre a mesma: a falta de desafios reais mais aliciantes, a solidão. E, quanto a isso, filhos e netos podem fazer muito.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By Isabel Stilwell e Ana Stilwell“Deixe lá o tempo que os seus filhos gastam no telemóvel, preocupe-se antes com a dependência dos seus pais!” — é mais ou menos assim o alerta da revista Economist, repto que o Birras de Mãe levou muito a sério.
Pois é, andamos de olhos postos nos adolescentes, mas são os mais velhos que estão mais dependentes dos ecrãs.
Se, por um lado, o mundo virtual veio ajudá-los a manterem-se em contacto com a família e os amigos, por outro tornou-os vítimas fáceis de burlas e, claro, de fake news que lhes dão a impressão de que o mundo é um lugar perigoso, promovendo um maior isolamento.
Mas, seja em que idade for, a causa da dependência é sempre a mesma: a falta de desafios reais mais aliciantes, a solidão. E, quanto a isso, filhos e netos podem fazer muito.
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