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A casa do ex-presidente do PSD Rui Rio foi alvo de buscas da Polícia Judiciária, na manhã de quarta-feira. Também as residências de alguns funcionários do partido e a sede do PSD em Lisboa e no Porto receberam visitas da PJ.
O deputado Hugo Carneiro, que foi secretário-geral adjunto do PSD, é um dos alvos, uma vez que foi responsável pelas contas do partido durante a liderança de Rui Rio, tendo sido nomeado mandatário financeiro nacional das eleições autárquicas de 2021.
O caso remonta a 2018, quando Rui Rio era líder do PSD. Em causa está o facto de terem sido pagos ordenados a funcionários do PSD com recurso a verbas da Assembleia da República, que seriam exclusivamente destinadas a cargos de assessoria dos grupos parlamentares.
Rui Rio não nega essas práticas dentro do PSD, defende antes que “os pagamentos não são ilícitos” e sublinha: “isto são os partidos todos, porquê o PSD?”
Neste episódio, conversamos com Leonete Botelho, editora de política do PÚBLICO, que confirma que a prática não é exclusiva do PSD. "Todos os partidos o fazem, toda a gente sabe. É uma prática reiterada".
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ouviu o que os chefes de Estado e governo e do secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, disseram sobre a futura integração do seu país na aliança atlântica, à entrada da cimeira de Vílnius, e antes de seguir para a capital lituana disparou uma mensagem enfurecida no Twitter. Neste P24 ouvimos a análise do colunista do PÚBLICO Nuno Severiano Teixeira.
São mais dois casos para juntar ao longo rol de casos polémicos em um ano e meio de Governo de António Costa com maioria absoluta.
Na sexta-feira, o secretário de Estado da Defesa, Marco Capitão Ferreira, demitiu-se, depois de ter sido constituído arguido, por suspeitas de corrupção e participação económica em negócio.
Já este domingo, foi a entrevista dada pelo ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, à TSF e ao JN, em que criticou os trabalhos da comissão de inquérito à TAP - declarações que Lacerda Sales apelidou de "desrespeito" ao Parlamento e à comissão de inquérito da TAP.
O que é que as novas polémicas podem significar para o Governo de António Costa? Neste episódio conversamos com Ana Sá Lopes, que pede emprestada uma frase de Clement Attlee para explicar as declarações de Adão e Silva sobre a CPI da TAP: “If you have a good dog, don’t bark yourself”, que se pode traduzir por “se tens um bom cão, não sejas tu a ladrar”.
Os clientes dos bancos portugueses voltaram a enviar mais dinheiro para paraísos fiscais no último ano. O movimento de capitais superou o ritmo dos últimos três anos, mas ainda fica longe dos valores de 2017 e 2018. Neste P24 ouvimos o jornalista Pedro Crisóstomo.
Leitura e tradução de Carla B. Ribeiro com edição de Ana Zayara Coelho, a partir de um texto de Sally Jenkins, do The Washington Post.
Marat Gabidullin é ex-combatente do Grupo Wagner - o primeiro a atrever-se falar publicamente sobre os mercenários russos.
O ex-mercenário esteve no leste da Ucrânia em 2014 e na Síria a combater ao lado dos soldados de Bashar al-Assad. Terá sido convidado para combater novamente na Ucrânia, mas rejeitou.
No livro "Eu Marat, Ex-Comandante do Grupo Wagner", conta todo o percurso que fez depois de ter deixado o exército russo em 1993.
Numa longa entrevista ao PÚBLICO, que poderá ler na tarde desta sexta-feira, Marat mostra uma visão crítica sobre a guerra, que considera “criminosa”. E dá a sua leitura dos acontecimentos no fim-de-semana da marcha de Prigozhin em direcção a Moscovo, defendendo que o líder do grupo Wagner nunca quis atingir o poder de Vladimir Putin.
Neste episódio, conversamos com o jornalista Ivo Neto, autor desta entrevista.
Desde 2017 que a província de Cabo Delgado, em Moçambique, tem sido palco de ataques terroristas. O conflito já fez cerca de um milhão de deslocados. Grande parte concentrou-se em Pemba, capital de Cabo Delgado.
Mas nos últimos meses, entre 300 a 400 mil pessoas decidiram voltar às localidades de origem.
Não só porque a intensidade do conflito diminuiu, mas também porque o apoio humanitário era irregular e insuficiente.
Qual o ponto de situação do conflito em Moçambique? Será que o pior já passou?
Neste episódio, conversamos com o jornalista Amílcar Correia, redactor principal na equipa Online do PÚBLICO, que esteve nos últimos dias em Moçambique, em reportagem.
O ex-ministro das Infra-Estruturas Pedro Nuno Santos regressou ao lugar de deputado nesta terça-feira e garantiu que será só mais um deputado, mas, ao mesmo tempo, prometeu que não vai ficar calado. Não é uma excelente notícia para o primeiro-ministro, na análise da jornalista Ana Sá Lopes.
O foguetão europeu Ariane 5 deverá descolar pela última vez na noite desta terça-feira, a partir das 10 e meia da noite, hora de Lisboa. Com este último voo, fecha-se um ciclo de quase 30 anos, com um total de 117 voos do foguetão europeu.
O Ariane 6 está na linha de sucessão, mas o lançamento já só deverá acontecer em 2024.
Será que a Europa ainda vai a tempo de fazer frente à concorrência dos privados na indústria aeroespacial?
Neste episódio, conversamos com Tiago Ramalho, jornalista da secção de Ciência.
Rita foi condenada em 2020 por fazer um aborto às oito semanas de gravidez. O aborto foi realizado dentro do período legal, mas fora do SNS. De acordo com a procuradora da República Helena Leitão, “tudo indica que em França, no Luxemburgo, na Suíça ou em Espanha, pelo menos, um caso como o referido não seria crime, nem uma mulher seria condenada nessas circunstâncias”. Neste P24 conhecemos a história de "Rita" com a jornalista Joana Gonçalves.
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