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O secretário de Estado Adjunto de António Costa confirmou no Parlamento que falou com o ministro João Galamba a 29 de Abril, na noite em que um ex-adjunto levou um computador com informação classificada do Ministério das Infra-estruturas, mas assegurou que o “reporte” da retirada do portátil ao Serviço de Informações de Segurança (SIS) “não decorreu” de nenhuma “sugestão” ou “orientação” de membros do Governo, incluindo de si próprio. Neste P24, a directora adjunta do PÚBLICO Marta Moitinho Oliveira analisa ainda as audições de Pedro Nuno Santos e João Leão na Assembleia da República.
A nova série dos Certificados de Aforro passa a oferecer um juro máximo de 2,5%, ao mesmo tempo que o prazo de subscrição aumenta e o montante máximo que pode ser aplicado diminui. Neste P24 ouvimos o editor de economia do PÚBLICO, Pedro Ferreira Esteves.
Desde 2020, o PÚBLICO tentou encontrar os frutos de uma elogiada estratégia de revitalização do interior. A conclusão é: muita propaganda, muito dinheiro gasto, poucos resultados e muito por explicar. Vai poder ler nesta terça-feira no PÚBLICO uma investigação de José António Cerejo. Neste P24 fazemos um avanço sobre a investigação que vai poder ler na íntegra nesta semana.
Texto de Isabel Lucas com leitura de Inês Bernardo e edição de Ana Zayara Coelho.
No pior cenário meteorológico possível, não devem arder em Portugal continental mais de 227 mil hectares, menos de metade do que os 537 mil hectares destruídos nos incêndios de 2017. Já se o tempo ajudar, a área ardida poderá ficar um pouco abaixo dos 20 mil hectares, um valor seis vezes inferior à média da década 2012-2021, que ronda os 125 mil hectares. As previsões são do professor do Departamento de Ciências Florestais da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Paulo Fernandes. Neste P24 olhamos para o estado do dispositivo de combate a incêndios com as jornalistas Mariana Oliveira e Patrícia Carvalho.
O governador da Florida, Ron DeSantis, comunicou há dias a candidatura às primárias nos Estados Unidos aos soluços no Twitter e tornou-se numa piada por isso mesmo. Oito anos depois de Donald Trump ter descido as escadas rolantes douradas da Trump Tower, em Manhattan, para anunciar uma candidatura à Casa Branca e iniciar um longo período de domínio do Partido Republicano, o homem que se propõe a substituí-lo no imaginário dos conservadores norte-americanos chama-se Ron DeSantis e arrancou com o pé esquerdo. E neste P24 vamos conhecé-lo melhor e perceber o que o difere de Donald Trump. Hoje, no P24 ouvimos o jornalista da secção mundo Alexandre Martins.
Na terça-feira, a capital russa foi surpreendida por um ataque de drones que o Kremlin classificou prontamente como um “ataque terrorista”. Ao mesmo tempo, a capital ucraniana, Kiev, foi alvo de um ataque aéreo, o terceiro em 24 horas.
A Ucrânia negou o envolvimento “direto”, mas disse ter assistido ao ataque com “grande prazer”.
No meio de uma guerra envolta num "nevoeiro" de desinformação, com ataques que por vezes mais parecem "picadelas de insetos", será este um momento de viragem? Ou estamos mesmo a entrar num "conflito gelado"?
Neste P24, conversamos com Sandra Fernandes, investigadora em Ciência Política da Universidade do Minho.
P24. Eleições em Espanha. O que explica a decisão arriscada de Pedro Sanchez?
O presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez, surpreendeu tudo e todos, na segunda-feira, ao marcar eleições antecipadas para 23 de Julho, em plena presidência espanhola do Conselho da União Europeia. É uma jogada arriscada de "tudo ou nada" por parte dos socialistas. O que explica esta decisão? Poderá a mudança de cenário político em Espanha ter também leituras políticas em Portugal?
Neste P24 ouvimos Ruben Martins, que esteve em Espanha a acompanhar as eleições municipais e autonómicas.
Conseguir um lugar numa residência universitária pública nas grandes cidades universitárias é uma tarefa quase impossível, e, por isso, nos últimos anos, têm surgido, sobretudo em Lisboa e no Porto, mais residências privadas. Pensadas para estudantes estrangeiros, ou mesmo jovens trabalhadores, com maior poder de compra, afiguram-se agora como alternativa aos alunos portugueses que não conseguem casas ou quartos a preços que consigam pagar.
No entanto, estas residências operam como se fossem unidades hoteleiras, celebrando “contratos de prestação de serviços de alojamento a estudantes”. Como resultado, não há limites aos preços que cobram, nem quaisquer protecções semelhantes à de um arrendamento.
Neste P24, conversamos com Ana Gabriela Cabilhas, presidente da Federação Académica do Porto. A dirigente estudantil diz ver um grande “desalento” entre os mais jovens, mesmo depois das medidas do Governo para a habitação - “havia a expectativa de que existisse uma mensagem com soluções direccionadas aos mais jovens, direccionados aos estudantes do Ensino Superior, e não foi isso que aconteceu”.
Texto de Natália Faria com leitura de Sérgio B. Gomes e edição de Ana Zayara Coelho.
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