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No trigésimo e último episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi apertam os cintos pela última vez para encerrar a jornada pela Copa do Mundo de 2026.
Depois de uma temporada inteira viajando por Estados Unidos, México, Canadá, cultura, futebol, história, polêmicas, comidas, cidades, estádios, mascotes e eliminações traumáticas, a dupla se despede do público e reflete sobre o que foi produzir uma edição maior, mais longa e mais trabalhosa do podcast.
O episódio fala sobre as próximas possíveis paradas: a Copa do Mundo Feminina no Brasil, os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, a Copa do Mundo de 2030 em Espanha, Portugal, Marrocos, Argentina, Paraguai e Uruguai, os Jogos Olímpicos de Brisbane 2032, a Copa de 2034 na Arábia Saudita e até as especulações para 2036 e 2038.
Também entram na conversa as dúvidas eternas: vai ter programa? Vai ser na rádio? Vai ter churros? Vai ser semanal? Vai ter tempo? Vai ter dinheiro? Vai ter Copa demais?
Com humor, despedida, gratidão, planos absurdos, futuro incerto, saudade antecipada e muita vontade de continuar, o Rota América fecha sua temporada lembrando que a viagem acaba agora — mas a próxima rota já está no mapa.
No vigésimo nono e penúltimo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi chegam à final da Copa do Mundo de 2026 — ainda tentando superar a eliminação do Brasil — para falar sobre os dois finalistas: Espanha e Argentina.
O programa começa pela Espanha, país da Península Ibérica, dono de uma das culturas mais influentes do mundo, com história marcada por romanos, visigodos, mouros, reis católicos, império colonial, Guerra Civil, ditadura de Franco e uma presença gigantesca na língua, na arte, na culinária e no futebol.
A dupla fala sobre Madrid, comunidades autônomas, patrimônios da humanidade, paella, tapas, jamón ibérico, gazpacho, churros com chocolate, siesta, tomatina, corrida de touros, flamenco e curiosidades curiosas da Catalunha, incluindo tradições natalinas bem peculiares.
No futebol, o episódio relembra a força da Espanha: campeã do mundo em 2010, maior campeã da Eurocopa, dona do estilo tiki-taka e casa de uma das ligas mais fortes do planeta, com Real Madrid, Barcelona, La Liga, Mbappé, Lamine Yamal e Vinícius Jr.
Depois, chega a vez da Argentina — tratada com todo o “carinho” possível pelo Rota América. O episódio comenta a relação dos argentinos com a ideia de serem europeus, as tensões históricas e raciais do país, as polêmicas envolvendo cânticos racistas, a Copa de 1978 durante a ditadura, a “mão de Deus” de Maradona em 1986 e as provocações sobre arbitragem, Messi, VAR e Copa do Mundo.
Com humor ácido, espanhol improvisado, paella, churros, psicólogos argentinos, Avenida 9 de Julio e muita torcida contra os hermanos, o Rota América prepara o clima para a grande final da Copa de 2026.
No vigésimo oitavo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram em um programa sem pauta tradicional, mas cheio de curiosidades curiosas sobre os países-sede da Copa do Mundo de 2026.
A conversa passa por fatos estranhos dos Estados Unidos, como feriados federais que costumam cair às segundas-feiras, barris de bourbon no Kentucky, o palácio decorado com milho na Dakota do Sul e leis bizarras que parecem mentira — e, em alguns casos, são mesmo.
Também entram na roda curiosidades sobre Canadá e México, incluindo regras antigas sobre bruxaria, normas de segurança envolvendo escadas, comércio informal em ônibus na Cidade do México e outras histórias que misturam legislação, cultura local e interpretações exageradas da internet.
O episódio ainda tem espaço para pós-eliminação do Brasil, provocações sobre Argentina, política, inteligência artificial conferindo roteiro, boicotes imaginários, críticas atravessadas, pedidos de mensagem no Instagram e a eterna dúvida: se está na internet, será que é verdade?
Com humor, improviso, checagem em tempo real e muita confusão organizada, o Rota América transforma um episódio sem tema fixo em um passeio por fatos estranhos, leis duvidosas e curiosidades da América do Norte.
No vigésimo sétimo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi seguem pela última semana do podcast fazendo um tour pelas cidades-sede da Copa do Mundo de 2026.
Depois de falar dos estádios, a dupla agora passa pelas 16 cidades que recebem o Mundial nos três países-sede. No México, entram em pauta a Cidade do México, construída sobre a antiga Tenochtitlán; Guadalajara, terra da tequila, do mariachi e da cultura mexicana; e Monterrey, uma das cidades mais industrializadas do país.
No Canadá, o episódio visita Toronto, maior cidade canadense e uma das mais multiculturais do mundo, além de Vancouver, conhecida pela beleza natural, pela presença asiática, pelo clima mais ameno e pela força como centro de produção de filmes e séries.
Nos Estados Unidos, o passeio passa por Nova York/Nova Jersey, Los Angeles, Dallas, Miami, Atlanta, Houston, Kansas City, Filadélfia, Boston, São Francisco/Santa Clara e Seattle. Entre Times Square, Hollywood, NASA, Coca-Cola, Martin Luther King Jr., Vale do Silício, Starbucks, Nirvana, Grey’s Anatomy, praias, tecnologia, imigração, música e história, o episódio mostra como cada cidade leva uma identidade própria para a Copa.
Com humor, críticas ao Claudio, discussões sobre Miami e Los Angeles como capital latina, motim do chá, nudes na imigração, Ellen Pompeo, Shonda Rhimes e muita geografia torta, o Rota América transforma a Copa de 2026 em um roteiro turístico pelas Américas.
No vigésimo sexto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi começam a última semana do podcast falando sobre os grandes palcos da Copa do Mundo de 2026.
A dupla passa pelos 16 estádios do torneio, espalhados por três países: 11 nos Estados Unidos, 3 no México e 2 no Canadá. O episódio explica como a Copa foi organizada em arenas já existentes, sem construção de estádios exclusivos, e comenta a exigência da FIFA pela instalação de grama natural em estádios que normalmente usam grama artificial.
No México, entram em campo o histórico Estádio Azteca, palco de três Copas do Mundo, do tri brasileiro e da “mão de Deus” de Maradona; o Estádio Akron, em Guadalajara; e o BBVA, em Monterrey. No Canadá, o programa fala sobre o BMO Field, em Toronto, e o BC Place, em Vancouver.
Já nos Estados Unidos, o episódio passa por MetLife Stadium, AT&T Stadium, Mercedes-Benz Stadium, SoFi Stadium, Arrowhead Stadium, NRG Stadium, Hard Rock Stadium, Levi’s Stadium, Gillette Stadium, Lincoln Financial Field e Lumen Field, comentando curiosidades sobre NFL, MLS, Super Bowl, teto retrátil, telões gigantes, barulho de torcida, naming rights e adaptações para receber futebol.
Com humor, Dia Mundial do Rock, FIFA, estádios sem cobertura, reclamações da imprensa, Copa de 1994, jogos olímpicos, grama natural e artificial, o Rota América mostra que a Copa também é feita de arquitetura, estrutura, espetáculo e muito dinheiro.
No vigésimo quinto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram nos bastidores da transmissão da Copa do Mundo de 2026 para entender como os jogos chegam até a TV, o YouTube, o streaming e a casa dos torcedores.
A dupla fala sobre a geração internacional das imagens, o uso de dezenas de câmeras por partida, a centralização da transmissão, os sinais distribuídos para diferentes países, os caracteres de placar, as câmeras especiais, a Spider Cam, o delay e toda a estrutura técnica que transforma um jogo de futebol em um espetáculo global.
O episódio também discute a venda dos direitos de transmissão no Brasil, passando por FIFA, Livemode, Globo, SporTV, SBT, CazéTV, GE TV, YouTube, Globoplay e a forma como os pacotes de jogos são divididos entre TV aberta, TV fechada e internet.
Além disso, entram na conversa os recordes de audiência da CazéTV, as instabilidades do YouTube, a dificuldade de parte do público em encontrar jogos restritos ao streaming, a queda de alcance em relação à TV aberta, a comparação com a Fórmula 1 e o futuro das transmissões esportivas.
Com humor, irritação pós-eliminação do Brasil, críticas à FIFA, Donald Trump, Galvão Bueno, Casimiro Miguel, delay de vizinho gritando gol antes e muitas dúvidas sobre o futuro da Copa na TV, o Rota América mostra que a disputa fora de campo também vale audiência, dinheiro e poder.
No vigésimo quarto episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram no universo dos mascotes da Copa do Mundo, aqueles personagens que tentam representar o país-sede, vender brinquedo, virar meme e, às vezes, simplesmente desaparecer da memória coletiva.
A dupla revisita a história desde o primeiro mascote oficial, o leão World Cup Willie, da Copa da Inglaterra de 1966, passando por Juanito, Tip e Tap, Gauchito, Naranjito, Pique, Ciao, Striker, Footix, Ato, Kaz e Nik, Goleo e Pille, Zakumi, Fuleco, Zabivaka e La’eeb.
O episódio também destaca curiosidades sobre cada mascote: os mais carismáticos, os mais estranhos, os mais criticados, os que viraram sucesso comercial, os que pareciam saídos de videogame, os que geraram memes e, claro, o brasileiro Fuleco, o tatu-bola que virou um dos mascotes mais lembrados da história recente da Copa.
Na Copa de 2026, entram em campo três mascotes: Maple, o alce goleiro do Canadá; Clutch, a águia careca dos Estados Unidos; e Zayu, o jaguar mexicano. Mesmo com pouca presença durante o torneio, eles representam os três países-sede e suas identidades culturais.
Com humor, eliminação do Brasil, Cristiano Ronaldo, Messi, Neymar, zoológico, Naranjito, calça do Pato Donald e mascotes que talvez tenham sido barrados na imigração, o Rota América mostra que os mascotes também fazem parte da memória afetiva da Copa do Mundo.
No vigésimo terceiro episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram no universo das figurinhas da Copa do Mundo, um dos rituais mais tradicionais — e caros — do futebol.
A dupla relembra como tudo começou no Brasil, ainda em 1919, com figurinhas de jogadores distribuídas em balas, passa pelos primeiros álbuns organizados, pelas figurinhas em chicletes, pelos álbuns da Ping-Pong e chega até a Panini, que lançou o primeiro álbum oficial da Copa do Mundo em 1970.
O episódio também fala sobre a evolução dos cromos, as figurinhas autocolantes, os escudos metalizados, a chegada da Panini ao Brasil, o mercado de troca, as bancas de jornal, as figurinhas raras, os pacotes, as caixas, os preços e a matemática assustadora para completar um álbum moderno.
Na Copa de 2026, o álbum é o maior da história, com 980 figurinhas, versões especiais, Legends, níveis de raridade e um mercado paralelo onde algumas figurinhas podem valer centenas ou até milhares de reais. Também entram na conversa Endrick, Mbappé, Neymar, Pelé, Maradona, Zico, Romário, Ronaldinho, Cristiano Ronaldo e até as figurinhas da Coca-Cola.
Com humor, nostalgia, eliminação do Brasil, grupos de troca, chiclete, bala jogada fora, mercado secundário e muito colecionismo, o Rota América mostra que o álbum da Copa é quase uma Copa à parte.
No vigésimo segundo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram em campo para falar sobre Carlo Ancelotti, o italiano mais brasileiro da Copa do Mundo de 2026.
A dupla relembra a trajetória do treinador desde a infância em Reggiolo, na região da Emília-Romanha, passando pela vida no campo, a carreira como jogador, as lesões no joelho, os tempos de Milan e a convivência com grandes nomes como Van Basten, Ruud Gullit, Rijkaard, Maldini, Donadoni e outros craques do futebol italiano.
O episódio também acompanha a carreira de Ancelotti como técnico: Reggiana, Parma, Juventus, Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain, Real Madrid, Bayern de Munique, Napoli e Everton. Entre Champions League, campeonatos nacionais, Mundial de Clubes, Kaká, Cristiano Ronaldo, Benzema, Mbappé, Zidane, Pirlo e muitos títulos, o programa mostra por que Ancelotti é um dos maiores treinadores da história do futebol.
Por fim, entra em pauta o desafio de comandar a Seleção Brasileira na busca pelo título que o Brasil não conquista desde 2002. Com humor, Laura Pausini, Lady Gaga, queijo parmesão, Endrick esperando no banco e muita expectativa pelo hexa, o Rota América dedica este episódio ao técnico que pode marcar uma nova era no futebol brasileiro.
No vigésimo primeiro episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi entram em clima de fome para falar sobre a culinária dos três países-sede da Copa do Mundo de 2026: México, Canadá e Estados Unidos.
A viagem começa pelo México, única cozinha das Américas reconhecida pela UNESCO como patrimônio cultural imaterial da humanidade. O episódio passa por tacos, guacamole, mole poblano, pozole, elote, chiles en nogada, tequila, mezcal, horchata e michelada, além de falar sobre ingredientes fundamentais como milho, feijão, pimenta, tomate, cacau e abacate.
Depois, a dupla segue para o Canadá, país do maple syrup, do poutine, do beaver tail, da tourtière, do ice wine e do famoso café double double. Também entram na conversa as influências francesas, inglesas, indígenas, asiáticas e imigrantes que formam uma culinária diversa e cheia de misturas.
Por fim, chega a vez dos Estados Unidos, com hambúrguer, barbecue, fried chicken, buffalo wings, mac and cheese e apple pie, em uma conversa bem-humorada sobre fast food, pratos importados, comida globalizada e a pergunta inevitável: afinal, existe uma culinária realmente estadunidense?
Com fome, piadas, TikTok, inteligência artificial, frutas de plástico, guacamole, poutine e vontade de passar no BK depois da gravação, o Rota América transforma a Copa de 2026 em um verdadeiro tour gastronômico.
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